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Três grupos se pegam de foice no Palmeiras

Felipão mandou "comparsa" de Frizzo embora do Palmeiras

Com a proximidade das eleições do Palmeiras, três grupos estão se pegando dentro do clube.

Dois para fugir de acusações, gravíssimas, de irregularidades em suas gestões, formados por seguidores de Belluzzo e Arnaldo Tirone.

O outro, do atual presidente Paulo Nobre, por permitir as investigações, a serem realizadas pela Comissão de Sindicância.

Agora, com a revelação do contrato de Mendieta, publicado, na íntegra, pelo Blog do Paulinho, descobriu-se que a gestão atual, assim como as que serão inspecionadas, manteve o nada salutar hábito de ocultar comissionamentos, tudo indica, beneficiando seu mais alto funcionário do futebol.

Ou seja, se antes o fogo cruzado era entre Belluzzo e Tirone, agora as “balas” são disparadas para todos os lados no Palmeiras, num duelo difícil de ser prognosticado.

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7 comentários sobre “Três grupos se pegam de foice no Palmeiras

  1. A eleição vai ser por voto dos sócios essas panelinhas já não tem tanta importancia principalmente pro Mumu q elegia qm ele quisesse la.. Agora só resta o tal de cof pra ele ficar enchendo o saco.

  2. Conhecer o conceito e o alcance da expressão direitos humanos é condição para uma boa análise sobre o tema. No post, o comentário é reducionista e demagógico.

  3. Respeito o seu trabalho, “mas” é impressionante o quanto vc “adora” conturbar o ambiente da Sociedade Esportiva Palmeiras, DIGO ISSO PORQUE É RARO… MUITO RARO MESMO vc tecer algo bom a respeito do Palmeiras, PRÁ COMEÇAR poderia muito bem dizer que o estádio desse clube está sendo feito SEM UM centavo alheio, em qualquer outro lugar do planeta Terra essa iniciativa seria aplaudida DE PÉ, mas só mesmo nesse País quem caminha com as próprias pernas é penalizado, só aqui mesmo nesse ABSURDO de País, ok. Outra coisa: Difícilmente se refere ao clube do Jardim Leonor da forma a que se refere ao Maior campeão desse País, LÁ SIM É SÓ FACHADA… e isso vem faz é tempo hein……… Abraços.

  4. Meu nome é Sociedade Esportiva Palmeiras, e estou celebrando meus 100 anos de idade no proximo dia 26 de Agosto. Nasci em 1914 , vinte e nove dias após o início da primeira guerra mundial. Devo dizer que nasci com a colher de ouro na boca, ao contrário dos meus pais. Sou filho de pais italianos que imigraram para o Brasil, no final do século XIX. Juntamente com minha mãe e avós um grande número de imigrantes italianos vieram para o Brasil para trabalhar na lavoura do café. Os imigrantes fugíam das guerras, perdas de propriedades em seu país de origem. Por aqui as coisas não foram nada diferentes para eles.

    Meu pai chegou ao Brasil sete anos antes de minha mãe. O sonho que ambos tinham de se reencontrarem e se casarem se concretizou somente na virada do século. No mesmo navio, em direção ao Brasil meu pai fez amizade com uma pessoa também do sul da Itália. Conversavam muito, falavam dos planos, dos sonhos que tinham entre mordidas no pão duro, no queijo ressaquido enquanto bebiam algum vinho. O porto de destino de ambos era Santos, porém teriam, que fazer uma parada para vistoria de carga no Rio de Janeiro. No desembarque, o pouco dinheiro e mercadoria que o amigo trazia para inicicar seus negócios desapareceram. Em Santos, meu pai e amigo se separaram. Meu pai ajudou o amigo com a passagem de trem e algumas provisões em direção ao interior de São Paulo, enquanto meu pai seguia para outra localidade.

    Como atrativo para os imigrantes italianos após a libertação dos escravos ,o governo brasileiro ofereceu pequenos pedaços de terra no interior do Estado de São Paulo. A terra foi oferecida aos escravos que haviam se tornado livres, porém os abolicionistas rejeitaram a oferta. Para eles, era algo indigno para os ex-escravos continuarem o mesmo tipo de trabalho braçal que fizeram durante três séculos. O Brasil ficou sem mão de obra para a lavoura da noite para o dia. Os recem libertos escravos batiam no peito e bebendo, cantavam cheios de júbilo a tão desejada e justa libertação. Porém, quando despertaram da longa euforia, eles não mais viviam nas senzalas ,mas em mocambos, em palafitas, em favelas e nos cortiços das grandes cidades.

    Tanto os negros, como os imigrantes italianos eram colocados em um mesmo patamar de inferioridade na época. Sinto orgulho das minhas origens. Eu não as escondo de ninguem, nem tampouco invento detalhes, e omito particularidades que foram muito além que simples reuniões sem caráter oficial no Bom Retiro para a formação de uma agremiação. Um pequeno grupo de italianos e espanhóis decidiu fundar uma equipe de futebol na primeira década do século XX em São Paulo. Houve uma série de discórdias nas reuniões, e meu pai e os amigos se retiraram e decidiram fundar uma outra equipe de futebol o mais distante do grupo de espanhóis o quanto possível. Meu pai e amigos tinham em mente uma equipe que representasse a colonia de imigrantes italianos que crescia vertiginosamente Meu pai trabalhava na época em uma empresa na Água Branca que pertencia ao amigo que conheceu no navio alguns anos antes. O amigo havia se tornado um próspero comerciante e ajudou meu pai e os três amigos a me trazerem ao mundo. Recebi na pia batismal o nome de Palestra Itália.

    O tempo foi passando e fui crescendo robusto e feliz. O meu padrinho de batismo, o próspero comerciante, bem como meu pai nunca deixaram por um só momento de ter o cuidado necessário para comigo. Meu padrinho me deu muitos presentes e dele recebi a construção do primeiro estádio de futebol com arquibancadas de concreto na América do Sul. Tanto a primeira como a segunda guerra mundial são marcos importantes na minha existência. As minhas vitórias foram conquistadas com trabalho, honestidade e suor e minhas conquistas despertaram a inveja e o ódio em muitos. Por causa da segunda guerra, tive que trocar o meu nome de Palestra Italia para Palmeiras. O nacionalismo geo-fágico embotava o raciocício lógico de alguns. O Decreto Lei partiu do Palácio do Catete, cujo chefe da nação e todo o seu ministério eram ferrenhos partidários do Nazi-Fascismo. A mudança de nome não alterou o meu destino. Mataram um lider, mas das suas cinzas nasceu um campeão.

    A mudança de nome era muito pouco para a sordidez do arianismo cabloco. As aves sarcófagas investiram contra mim e quizeram se apoderar de mim por inteiro. A troca de nome apenas, era muito pouco. Embora o meu padrinho já não mais vivesse o peso do seu nome manteve a rapinagem afastada, mas não a voracidade das suas investidas. O nacionalismo come terra partiu em direção ao leste da cidade , saqueou e se apodereu da propriedade do Germânia. Chorei muito a morte de irmãos, parentes e amigos e sucumbiram às balas alemãs nos campos italianos e foram sepultados em Pistoia. A tranquilidade somente voltou ao saber que seus corpos foram transladados e enterrados em terras brasileiras alguns anos mais tarde.

    Germanistas infestavam o Palácio do Catete. Dali, durante anos saiam interventores para todos os estados do Brasil. O Estado de S.Paulo tinha um desses interventores a comanda-lo. Para que se tenha idéia quem eram os verdadeiros Nazi/Fascistas, o antigo interventor e governador do estado, tinha uma Força Policial de quase 50.000 soldados sob seu comando.
    O interventor de outrora, se torna governador e elege o seu fantoche substituto para próximo quadriênio no estado. O mamulengo cede ao São Paulo algumas centenas de milhares de terra para a construção de um estádio de futebol no Jardim Leonor. Terras pertenciam ao antigo interventor e ex-governador.

    Dados que vem a seguir são estarrecedores e comprometedores. Foi iniciado o butim do Banco do Estado de São Paulo, o Banespa durante a gestão dos mesmos arianos caribocas que sequestraram o Germania. A pequena besta toma posse no governo do estado no dia 6 de 6 de 1966 às 6 horas da tarde. Todos sabemos quem veio para roubar, dilapidar,, enganar e mentir. Os embaixadores do diabo conhecem as Escrituras melhor que ninguem. Estava tudo muito claro, mas a cegueira tomou conta de todos.
    Foi o início da pilhagem ao tesouro do Banespa

    Estou fazendo cem anos de vida. Sempre gozei de muita saude e viverei eternamente. Claro que uma gripe ligeira aqui outra acolá me incomodam. Casos de homofobia são totalmente irrelevantes. Parece que alguns assumiram depois que foram para outros lugares. Aqui para nós, um ou outro caso em centenas de milhares de jogadores em 100 anos de existencia é muito pouco, não acham?
    Vou além, tive um jogador que me deu muitas alegrias, por haver feito um gol decisivo em uma Copa super importante. Pois bem, esse jogador, depois que passou por aqui, foi preso como receptador de mercadorias roubadas. Triste. Porém, que diferença há no crime cometido por ele, ou por aqueles que roubam da maioria dos seus adeptos que a verdadeira origem os empurra para as barrentas e fétidas margens do Tietê; que saquearam o maior Banco do Estado de S.Paulo, para construir um estádio; ou que se apropriaram indevidamente do escudo de uma equipe fundada vinte anos antes,

    Pesquisas são tendenciosas, momentânea e seguem uma vertente. Uma pesquisa agora não seria de bom grado para muitos. Quanto ao jogo em que eu poderia ter caido para a segunda no paulista, devo dizer que o Guarani fez de tudo para me derrotar. O jogo não valia nada para eles. Se fosse jogo facilitado o Bugre poderia ter escalado o roupeiro nas balizas. O jogo terminou empatado. Eles ainda estavam magoados por que o primeiro gol no Brinco de Ouro foi marcado por mim, quando da inauguração do estádio. Não houve penaltis escandalosamente marcados, ou deixados de ser consignados, gols em impedimento, jogador tirando a bola de dentro do gol, gols legitimos anulados de forma gritante, um governador de estado sentado no banco de reservas no meio dos jogadores, numa clara intimidação a um juiz totalmente desequilibrado, e outras coisas mais. Tudo o que foi mencionado com relação à partida, foi coisa da imprensa marrom.

    Sou rico, e nasci em berço esplêndido, graças aos meus paisanos que me ajudaram a crescer nesta vida. Nunca adquiri um só tijolo com dinheiro público. Nesses cem anos de vida tive alegrias e tristezas, mas tenham certeza que os momentos alegres suplantam em muito os momentos de mágoas.

    Assinado – porco, pork, periquito, hulk, e muitos outros mas acima de tudo para sempre Palmeiras

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