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Gobbi compara Corinthians a Vietnã e insinua possível renúncia

gobbi

O isolamento político do atual presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi, proporciona situações ridículas, por falta de aconselhamento, até, como na entrevista concedida, agora à pouco, para tentar explicar a invasão de bandidos dos Gaviões ao CT alvinegro.

Quando não sabia o que responder, mentia.

E até quando sabia, deixava de fazê-lo por medo das consequencias.

Justificou o apelido “Delegado Valente”, recebido, anos atrás, após ser vítima de uma cadeirada proferida por um “organizado”, e não ter tido a coragem de prender o agressor.

Entre o acovardamento de evitar romper, ou “magoar” as “organizadas”, e as mentiras, deslavadas, de que não financiou, nenhuma vez, estes torcedores, Gobbi, em momento de descuido, deixou escapar:

“(…)Parece que eu vivo no Vietnã. Se as coisas estão caminhando para isso, eu acho que não deveria ser presidente do Corinthians… quem viver, verá”

Reflexo absoluto da pressão interna, oriunda de seus próprios ex-apoiadores, que o delegado acredita, embora tenha saído pela tangente na entrevista, serem os “maestros” que regeram a “orquestra” que tocou o terror no CT da Ayrton Senna.

As referências a “Vietnã”, ou seja “guerra”, e a indicação subliminar do “quem viver, verá…” após dizer achar “que não deveria ser presidente do Corinthians”, são pensamentos que fizeram o dirigente, somente em janeiro, por duas vezes, tentar entregar o cargo no Timão.

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