Engenheiro da Odebrecht viaja com Andres Sanches para negociar naming-rights do “Fielzão”
Mesmo sem cargo na diretoria do Corinthians, e, principalmente, em grave litígio com o atual presidente do clube, Andres Sanches, sabe-se lá por quais razões, é mantido como negociador dos principais – e milionários – contratos ligados à obra do “Fielzão”.
Hoje viaja, segundo informações, aos Emirados Árabes, no intuito de tentar convencer os sheiks a investirem nos ‘naming-rights” do estádio.
Porém, desde já, o passeio já ocasionou algum constrangimento.
Envolvido no negócio, o conselheiro alvinegro, Edgard Ortiz, diz a seus pares que a viagem do ex-presidente alvinegro segue à margem de seu conhecimento, que soube dela apenas pela imprensa, e que deverá cobrá-lo sobre o episódio.
Há quem estranhe, também, que, dessa vez, diferentemente de outrora, Sanches não leve consigo o advogado do Corinthians, Dr. Santoro, e sim um engenheiro da Odebrecht.
Na bagagem, estaria também com uma suposta proposta da Kalunga, de R$ 350 milhões (verdadeira, ou não), que serviria para demonstrar aos árabes que há interessados no negócio – da outra vez passaram o vexame de não poder citar um nome sequer – em valores próximos dos R$ 400 milhões que o clube exige para fechar o acordo.

