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Andres Sanches se aproxima de adversários e ocasiona revolta em grupo de Mario Gobbi

rachid e Andres

Enquanto unidos, membros da chapa Renovação e Transparência, que elegeu Andres Sanches e, na sequencia, o delegado Mario Gobbi, à presidência do Corinthians, tinham, por hábito, “demonizar” ex-colaboradores da gestão Alberto Dualib, que permaneceu 14 anos no poder.

Entre os mais perseguidos sempre esteve o conselheiro Antonio Rachid, que, embora pouco apareça nos holofotes, sempre teve importância política, e administrativa, no Parque São Jorge.

Andres Sanches e seus seguidores, esqueciam-se, estrategicamente, de suas próprias participações na gestão Dualib, para indicar a eleitores do clube que um candidato “x” não poderia ser votado porque traria consigo, a tiracolo, o “temido” Rachid.

O tempo passou, a Renovação e Transparência rachou, e o que antes era “proibido” tornou-se objeto de desejo de uma das partes.

Enquanto o grupo ligado a Mario Gobbi mantém o discurso bélico contra Rachid, a turma de Sanches passou a procurar e se encontrar com o conselheiro.

Entre cafés da manha em conhecida padaria do Tatuapé – cada vez mais frequentes – e bate-papo no Senadinho do clube (foto), os antigos desafetos parecem ter aparado arestas, e, publicamente, não escondem mais a proximidade.

Para desespero dos atuais gestores, que temem perder, com uma possível aliança, adeptos mais antigos do clube, sobrando, apenas, insuficientes membros ligados a “corinthianos obsessivos” e “fora Dualib”, gente que, assim como cachorros tidos como bravos, ladram muito mais do que costumam morder.

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33 comentários sobre “Andres Sanches se aproxima de adversários e ocasiona revolta em grupo de Mario Gobbi

  1. Acabei de ler o livro do Marcelo Resende – Corta pra mim! Os últimos capítulos do livro, são dedicados às reportagens sobre o futebol brasileiro. Sinceramente! Dá nojo. A cada dia me afasto mais, desse que um dia foi chamado de esporte!

  2. O Conselheiro Rachid tem uma história no clube de mais de 50 anos.

    Pode ser amado ou odiado, mas ninguém passa por ele indiferente.
    Sua posição política sempre foi clara e transparente, jamais mudou de lado por conveniência pessoal ou política.

    Durante muitos anos foi Vice-Presidente Social e tudo que alguns tem contra ele, é que era linha dura e não distribuía ingressos para jogos, Festa Junina ou Banquete de Aniversário, para quem não trabalhasse nos eventos.

    Jamais permitiu bandalheira ou se envolveu em mutretas políticas.

    Nunca foi hipócrita ou se absteve de falar o que pensa (doa a quem doer), e talvez por isso, tido como autoritário e arrogante.

    Quem o conhece, sabe que por trás de sua imagem austera, há um pai de família dedicado e um amigo para todas as horas (boas ou ruins).

    Ao sair do cargo de confiança que exerceu por muitos anos (seu candidato foi derrotado nas eleições da diretoria), foi chamado pelo então Presidente, que lhe agradeceu pelos anos de dedicação ao clube. Foi o próprio Andres Sanches que lhe chamou em sua sala e lhe ofereceu um atestado de “nada consta que o desabone”.

    A prova inequívoca disso, é que em 10 anos no poder, o grupo que assumiu o clube, jamais fez qualquer tipo de acusação ou sequer levantou qualquer suspeita em relação a sua idoneidade pessoal ou profissional.

    Hoje o clube está cheio de oportunistas de ocasião, gente que caiu de paraquedas, em busca de fama e/ou fortuna fácil, mas o tempo se encarregará de reconhecer o valor dos verdadeiros corinthianos,

    Vai Corinthians !

  3. Foi recriada a enquete, “Qual nome colocar no estádio do Corinthians”

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    É de extrema importância que muitos votem, pois isso atrapalhará a negociação dos naming rights do estádio corintiano.

    Vamos mostrar às empresas que o espaço de nome do estádio está mais sujo que pau de galinheiro

    Votem

  4. Edu Disse:
    janeiro 12, 2014 às 9:16 am

    assim como cachorros tidos como bravos, ladram muito mais do que costumam morder.

    EDU ENQUANTO NÃO “MORDER” O BLOGUEIRO NÃO VAI PARAR DE LATIR PARA CHAMAR A SUA ATENÇÃO

    CACHORRONA!!!

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  5. E as briguinhas e biquinhos no PSJ [Puteiro São Jorge] sempre termina em beijos na boca….

  6. Foi recriada a enquete, “Qual nome colocar no estádio do Corinthians”

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    É de extrema importância que muitos votem, pois isso atrapalhará a negociação dos naming rights do estádio corintiano.

    Vamos mostrar às empresas que o espaço de nome do estádio está mais sujo que pau de galinheiro

  7. ATENÇÃO Disse:
    janeiro 12, 2014 às 11:30 am

    Foi recriada a enquete kkkkkkkkkkkkkkkk, isso quer dizer que a primeira nao deu ibope e provavelmente a segunda sera um fracasso, como sempre esses anti’s sao uns recalcados incompetentes kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  8. NÃO QUEREMOS QUE POSTE, PORQUE SABEMOS TUDO DO RACHID E VC SEU BLOGUEIRO A TOA.

    Paulinho: Sr. Mané da Carne… sempre insinuando, sem nada dizer, e depois beijando as mãos, com medo, de quem ataca

  9. Foi recriada a enquete, “Qual nome colocar no estádio do Corinthians”

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    É de extrema importância que muitos votem, pois isso atrapalhará a negociação dos naming rights do estádio corintiano.

    Vamos mostrar às empresas que o espaço de nome do estádio está mais sujo que pau de galinheiro

    Por favor
    Votem

  10. “NÃO QUEREMOS QUE POSTE, PORQUE SABEMOS TUDO DO RACHID E VC SEU BLOGUEIRO A TOA.”

    HAHAHAHAHAHAHA DE VERDADE, NÃO ENTENDI PORRA NENHUMA QUE ESSE SENHOR DISSE HAHAHAHA

    É TIPO UM TELEGRAMA, SEM PONTO OU VIRGULA POREM EU SÓ QUERIA SABER UMA COISA, ESSE SENHOR QUE TINGE O CABELO DE ACAJU SEMPRE POSTA SE REFERINDO NO PLURAL COMO “NÃO QUEREMOS…” NESSE CASO ELE ESTÁ SE REFERINDO A QUEM MAIS ALEM DELE ?

  11. Fiz a enquete: Qual nome colocar no futuro estádio do Corinthians? No entanto, não coloquei a opção VERGONHÃO.

    Não podia deixar essa opção de fora, e fiz uma 2ª enquete.

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    Talvez isso tenha atrapalhado a votação. Mas não podia deixar VERGONHÃO de fora.

    Se puder, dê uma força para a nossa enquete.

    Com um post talvez

  12. MOSQUETEIRO Disse:
    janeiro 12, 2014 às 11:55 am

    Se ele sortear um Aston Martim Rapide, é possível que chegue a uns 999 votantes.

    Este coitado não tem vergonha é um tolinho. Quando fez algo pedindo presença na tal página, não chegou a 1000 e, mesmo assim ele insiste com as tolices dele. Parece aquele pessoal que fala em boicotar a Globo, são outros “bestinhas”.

    Só rindo e muito destes tolos.

  13. FUTEBOL

    POLÍTICA

    RELIGIÃO

    Como são são “complicados” a maioria dos seus dirigentes, “locais” terríveis, onde a verdade é sempre duvidosa.

  14. ESSE PUTEIRO……..É SÓ DESGRAÇA……..O MALANDRES ENTÃO NEM SE FALA……CHEIRA MERDAAAAAAAA.

  15. É de extrema importância que muitos votem, pois isso atrapalhará a negociação dos naming rights do estádio corintiano.

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    Vamos mostrar às empresas que o espaço de nome do estádio está mais sujo que pau de galinheiro

    Foi recriada a enquete, “Qual nome colocar no estádio do Corinthians” com a opção V E R G O N H Ã O

  16. O Mané da Carne só falta sentar no colo do Rachid quando encontra com ele, aqui no clube.
    Quando o Nesy Curi estava lá, o Mané vivia dizendo prá ele, que o Rachid era O MAIOR CORINTHIANO QUE ELE CONHECIA.
    Seo Mané, Seo Mané….vc é um bosta mesmo !

  17. O Apartheid Petista: avaliando o caráter daqueles que endossam os rolezinhos

    http://lucianoayan.com/2014/01/12/o-apartheid-petista-avaliando-o-carater-daqueles-que-endossam-os-rolezinhos/

    Ontem, no final da tarde, eu voltava de táxi para casa e passava próximo a um shopping. Foi quando o taxista comentou que havia um amontoado de policiais no Shopping Campo Limpo (longe de onde estávamos), com um aglomerado de jovens funkeiros querendo entrar, e “umas 200 viaturas na frente do shopping” (conforme disse o taxista). Em seguida, o taxista disse: “São todos vagabundos esses que tentam fazer bagunça em shoppings. Isso é um absurdo!”.

    Antes de retornar ao tema, quero mostrar um excelente texto de Guilherme Macalossi, “O Brasil de Ana Clara Santos Souza”:

    Zé Dirceu está na Papuda. Ana Clara Santos Souza está no cemitério Jardim da Paz. Zé Dirceu teve sua vida retratada em livro escrito por Otávio Cabral. Ana Clara Santos Souza foi morta na depredação de um ônibus no Maranhão e não viveu o suficiente para ver um livro contando sua história. Zé Dirceu sofreu ao tomar banho de água fria na cadeia. Ana Clara Santos Souza sofreu ao ter mais de 90% do seu corpo queimado. Zé Dirceu é um mensaleiro condenado. Ana Clara Santos Souza é uma vítima anônima que se juntará a estatística da violência do país que produz 50 mil homicídios por ano.

    Quando Zé Dirceu começou a cumprir sua pena, dezenas de gatos pingados que lhe reverenciam foram à frente da sede da Polícia Federal para louvar o ídolo. Enjaulado, recebeu a atenção das autoridades, todas preocupadas se o impoluto ex-guerrilheiro estava sendo bem tratado. Quando Ana Clara ardeu em chamas, Maria do Rosário estava de férias. Ela não recebeu atenção das autoridades, só a de seus parentes e amigos, desesperados com a sua perda brutal e abrupta. O bisavô da menina, consternado com a notícia, morreu também. Foi vítima do infarto que Genoíno não teve.

    O PT, com sua mentalidade coletivista, diz lutar para que todos sejam iguais. O tratamento dispensado a Ana Clara berra o contrário. A menina de seis anos não tinha o DNA ideológico necessário para ser considerada vítima social. No país onde o peculato e a formação de quadrilha são características dos heróis, só é vítima social quem incendeia ônibus. Ana Clara não é Dirceu. Ana Clara não é Champinha.

    As cenas de grotesca selvageria que ocorrem no Maranhão, estado dominado por um clã de coronéis liderados por José Sarney, mostram que existem dois Brasis. Um deles é o dos companheiros e aliados de ocasião. O outro é o que assiste ao velório de uma criança assassinada.

    Simplesmente, irrepreensível. Por causa da moral relativista, junto ao amontoado de fraudes intelectuais propagadas pela extrema-esquerda ao longo das últimas décadas, perdeu-se, em larga parte de nossa intelectualidade orgânica, a capacidade de julgamento do que é certo e errado. Isso tem levado à bizarrices como a transformação de mensaleiros em heróis, enquanto vítimas pobres da violência urbana são desprezadas.

    Isso também explica a postura moralmente criminosa que os jornalistas petistas tem adotado para descrever os rolezinhos. Para eles, só importam os pobres vândalos, enquanto os pobres decentes são chamados de “elite”.

    Estou exagerando? Então vamos dialogar com Rudá Ricci, que escreveu o texto “O fenômeno do rolezinho: O Occupy da periferia”, publicado no Brasil247. Ricci diz:

    Este ano promete. Promete em desnudar o país para além das imagens plácidas das novelas (não tão plácidas assim, mas sempre tendo como centro nervoso a classe média tradicional ou segmentos mais abastados do Brasil).

    Como já mostrei anteriormente, o truque é típico: chamar a população pobre que frequenta os shoppings populares de “elite”. Tudo, é claro, tem um motivo: fantasiar uma guerra de classes inexistente, que é sempre o pretexto que eles usam para pedir inchaços estatais. Mas eis a verdade: a população que frequenta os shopping populares não pertence aos “segmentos mais abastados do Brasil”. Pertence, ao contrário, à mesma classe que os funkeiros adeptos a baderna.

    Neste momento, surge o fenômeno dos rolezinhos, estas “visitas” de jovens da periferia aos shoppings da periferia (até agora, rolezinho em shopping de classe de consumo A – este novo termo mercadológico – só o MST, como pode ser conferido AQUI ). De São Paulo para o resto do país (ontem, foi a vez do shopping Estação, em BH).

    Aha, pegamos o meliante com a bota na botija. Para tentar dar legitimidade aos “rolezinhos”, Ricci sugere que o movimento agora seja extendido aos shopping mais elitistas. Como sempre, só vemos isso no discurso esquerdista: busca de pretextos. E como não poderia deixar de ser, apresentam o fenômeno do orgulho da vergonha. Se orgulham do MST ter invadido um shopping para atrapalhar as compras de pessoas que só querem ir e vir sem serem atrapalhados por baderneiros e criminosos.

    Como nas manifestações de junho, a PM ataca sem dó, revelando sua vocação para a violência, para identificar no diferente um inimigo da ordem. Esta cultura militar que já está passando a hora de ser extirpada na manutenção da segurança de ações civis.

    Na ótica de Ricci, na presença de vandalos a PM deve dizer “Por gentileza, não invada esta loja!”. Não há como fugirmos desta constatação: eles realmente não tem nenhum pudor em defender situações insustentáveis. Aliás, do jeito que a coisa anda, podemos precisar da ajuda do exército para proteger os shoppings. Seria muito melhor.

    O fato é que o rolezinho já é o fenômeno social mais interessante do início deste 2014. E pode se somar às manifestações do próximo junho. A PM, enfim, vai dando munição para o confronto do ano. Como toda reação violenta e despolitizada, que pensa que jogar a sujeira para debaixo do tapete disfarça os problemas com a mobília da casa.

    De novo, mais um padrão (é por isso que eu digo que investigar textos esquerdistas não passa da busca por padrões de discursos, os quais embutem fraudes típicas). Aqui ele transfere a culpa de “atos de violência” para a polícia, por esta ter reprimido os rolezinhos. Não falta ele dizer que o rolezinho “já é o fenômeno social mais interessante do início deste 2014″. Enquanto isso, o comportamento da extrema-esquerda, mobilizando jovens baderneiros pobres contra cidadãos pobres honestos, também é interessante para ser estudado como fenômeno social. Não passa de mais uma instância da simulação de guerra de classes para a capitalização política.

    Eduardo Guimarães, um dos mais ardorosos promotores de censura por parte do PT, disse, no texto “O direito constitucional de dar um rolé”:

    Não pode ser considerado nem como uma pálida sombra de justiça a concessão recente pelo Poder Judiciário de uma liminar que gerou algumas das cenas mais bizarras que estes olhos cansados pela visão de tantos absurdos ao longo da vida já puderam contemplar.

    Na verdade, Guimarães acha bizarro que o Shopping JK Iguatemi tenha conseguido uma limitar impedindo a entrada em suas instalações de “adolescentes desacompanhados”. Essa liminar foi estendida de forma automática a outros shoppings da grande São Paulo e de algumas cidades do interior do Estado.

    Entretanto, Guimarães não percebe o óbvio: os shopping são empresas privadas, e os donos destas empresas podem escolher seus clientes. É por isso que alguém pode montar um sex shop só para mulheres, e não permitir a entrada de homens. A partir do momento em que os rolezinhos transformaram aglomerados de adolescentes em multidões que causam risco a lojistas e compradores, é mais do que justo existir uma liminar protegendo o shopping desses grupos.

    Manifestações violentas têm ocorrido por todo país e este blog tem criticado esse tipo de ação. Contudo, nunca o direito de reunião e manifestação.

    Mais um truque de inversão da realidade. O critério que vale para locais públicos, não é o mesmo que vale para locais privados. Uma loja pode, por exemplo, probir a reunião de mais de 10-15 pessoas por questões de espaço. Atualmente, restaurantes permitem a entrada de pessoas somente de acordo com sua capacidade. Não existe essa de “direito de reunião e manifestação” em empresas privadas. É isso que a mente de Guimarães não consegue assimilar.

    Enquanto alguém não comete vandalismo ou qualquer outro crime, não pode ter sua presença impedida em locais abertos ao público como sói ser um shopping. É inconstitucional. Aliás, fazer uma triagem para permitir o ingresso do cidadão em algum local baseada nos critérios que as fotos acima revelam, é criminoso.

    Segundo o artigo 5º, inciso XVI da Constituição Federal, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização”.

    Guimarães é tanto desonesto quanto ilógico. Se lesse o artigo 5º, que ele citou, teria visto que as pessoas podem se reunir pacificamente em “locais abertos ao público”. O problema é que o público pode ser selecionado, desde que não existam discriminações como raça, sexo e etnia, de forma injustificada. Assim, o direito dos shoppings poderem proibir a entrada de adolescentes desacompanhados dos pais não viola o artigo 5º.

    “Rolezinho” é uma corruptela do substantivo masculino rolé. Trata-se de uma gíria antiga, que já era usada em São Paulo quando este blogueiro cinquentenário ainda era tão adolescente quanto esses que foram humilhados, discriminados e que tiveram seus direitos de cidadãos violados.

    O direito de um cidadão pobre entrar em um shopping popular simplesmente não existe para Guimarães, o que já nos descreve com clareza sua carta de intenções: ao invés de lutar contra a discriminação, o petista quer usar a simulação de guerra de classes para capitalizar politicamente, nem que para isso precise mentir até dizer chega.

    Ricci e Guimarães, ao elaborarem seus discursos em prol dos rolezinhos, mostram que não se importam com os cidadãos honestos que frequentam shoppings. Assim como Maria do Rosário não se importa com Ana Clara, morta de forma cruel por criminosos que incendiaram um ônibus.

    Há no Brasil um verdadeiro Apartheid Petista, onde pessoas são discriminadas por não terem o DNA ideológico necessário para ser considerada vítima social.

    Devemos explicar para todas essas vítimas sociais como a extrema-esquerda é responsável por criar essa situação. Devemos dizer coisas como: “Cidadão pobre e honesto, você está sendo desprezado por ideólogos petistas, que priorizam os baderneiros dos rolezinhos em detrimento de você. Isso mostra claramente de que lado eles estão. Fique de olho!”. E assim, aos poucos, é nosso trabalho transformar esse Apartheid Petista em algo abjeto, digno de rejeição social.

    A defesa dos rolezinhos, em detrimento dos cidadãos honestos que tem poucas opções de diversão (e os shoppings populares estão entre elas), é um exemplo deste Apartheid Petista, que precisa ser tratado com a assertividade necessária.

  18. É de extrema importância que muitos votem, pois isso atrapalhará a negociação dos naming rights do estádio corintiano.

    https://www.facebook.com/events/775815802431846/

    Vamos mostrar às empresas que o espaço de nome do estádio está mais sujo que pau de galinheiro

    Foi recriada a enquete, “Qual nome colocar no estádio do Corinthians”

    são duas enquetes pq na primeira esqueci colocar VERGONHÃO

  19. A CBF há tempos só está em mãos de gente que não presta. Se cair nas mãos de Andrés será apenas a continuação de sua triste sina.

  20. Vocês não sabem que o turco era capaz, vivia ameaçando os funcionários e só os que comiam na mão dele, muitos sofreram , tiveram que engolir, porque poderiam ser mandados embora, não esqueçam o que ele fazia nas festas juninas.? As barracas, o gaz, e outras coisinhas mais. Era pau mandado do Nesi. Hoje do outro.

  21. FICO COM MUITA DÓ DOS COITADOS DOS CU-rintianos……ELES TENTAM DEFENDER O TIMINHO DELES E REPENTE, O ÍDOLO DELES SAI COM TREIS TRAVECOS….AI VEM O HERÓI DA LIBERTADORES E BEIJA UM HOMEM EM PUBLICO ( A SHEIKA ) DEPOIS O VICE PRESIDENTE DECLARA QUE O CLUBE É UMA CASA DE PROSTITUIÇÃO.. ELES NÃO SÃO BEM IDIOTAS ?????? Kkkkkkkkkkkkkkk

  22. Cite só um, seja da situação ou oposição que nunca tenha mudado de lado, só UM.

  23. Mandrovanni, não seja ingênuo, estamos falando de política.

    Aqui ninguém é samurai.

    Para os verdadeiros corinthianos, só há um lado: o Corinthians.

    Para eleitores inteligentes, só há um lado: a justiça, a correção e a competência.

    Toda vez que eu apoiar e/ou eleger qualquer candidato, vou faze-lo por que minhas convicções determinam que assim seja, mas… se após eleito ele me desapontar e demonstrar falta de uma destas virtudes, não hesitarei em mudar de lado mesmo.

    Errar é humano, persistir no erro é burrice !

    Trazer o Andres de volta é reaproveitar papel higiênico usado.

  24. ô Amora você então concorda que na época do Rachid as coisas não corriam soltas no clube? Todo mundo respeitava o sócio e o clube.
    Lembra ? naquela época ninguém dava carteirada, ninguém pulava o muro das piscinas, ninguém chutava cadeira de associado, ninguém desrespeitava família de sócio…
    Hoje virou uma bandalheira. É só o cara falar que é amigo de um diretor, que todo mundo passa pano.
    Não dá mais gosto ir no clube com a esposa e os filhos.
    Volta turquinho, vem botar moral em nossa casa.

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