Dois dias depois, a FOLHA deve estar preparando o Editorial para defender jornalista – não anônimo – agredido por Andres Sanches
No início do ano, a FOLHA disparou para o mundo, com Editorial, capa, e diversos articulistas comentando, a informação de que sete jornalistas, seus funcionários, haviam sido agredidos durante as manifestações populares que pediam redução da tarifa de ônibus, entre outras solicitações.
Nunca se soube, porém, o nome dos profissionais, até hoje não divulgados.
Bem diferente é o caso do repórter Daniel Vasques, agredido, há dois dias, pelo ex-presidente do Corinthians, Andres Sanches, e seus “cachorros” da PM.
Há o nome do profissional,depoimento com acusação e testemunhas do fato.
Por que, então, até o momento, o jornal não se pronunciou sobre o ocorrido ?
Há quem diga não ser interessante, para o departamento de esportes, cutucar o vespeiro, mas, ao menos, já que a publicação finge não ser com ela, ficaremos no aguardo do pronunciamento da Ombudsman do jornal, que, por muito menos, tratou um colunista do espaço como “cachorro.”
É o mínimo de respeito – e solidariedade – que um funcionário da casa pode esperar, após ser covardemente agredido por uma facção criminosa, quando representava a FOLHA, no exercício de suas funções.

