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O simbolismo do vôo da bandeira no Parque São Jorge

Hoje, mesmo sem alvará de funcionamento, dirigentes de clubes, Federações, além de conselheiros e associados do Corinthians comparecerão ao “Fielzão” para os festejos do 103º aniversário do Corinthians, com direito a show de Ivete Sangalo, rega-bofe e, para alguns, encontros “religiosos”.

Como exemplo de cumprimento a Lei, até o Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, confirmou presença, dando a entender aos outros contribuintes da cidade, que “alvará” e sistema de segurança são obrigatórios apenas para os que não são parceiros de eleições.

Diante de tantas movimentações políticas e gente de nível complicado, um dos símbolos máximos do Corinthians não resistiu, e abdicou de participar do evento.

Na última quinta-feira, a bandeira do clube se desprendeu do mastro, e, como se procurasse ambiente mais higienizado, passou por cima da grade, ganhou a Marginal, que fica paralela ao Parque São Jorge, tendo seu destino final nas águas do Rio Tietê.

Bandeira que havia sido cedida ao clube pelo diretor financeiro Raul Corrêa da Silva, “corinthiano obsessivo”, figura chave nas gestões de Andres Sanches e Mario Gobbi.

Além do evidente simbolismo do episódio, fosse um ser humano, diríamos que a bandeira alvinegra, enfim, encontrou a paz.

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