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Sobre a saída de Márcio Fortes da Autoridade Pública Olímpica

Por JOSÉ CRUZ*

O quem tem por trás desse pedido de demissão é fácil de entender.

Prefeito e governador do RJ não querem se sujeitar à autoridade maior para coordenar um trabalho que tem participação das três esferas de governo.

Além disso, o Ministério do Esporte, conforme a matéria, criou o Geolimpíada (Grupo Executivo da Olímpiada), para organizar o trabalho de ministros rumo aos Jogos Olímpicos.

É muito cacique.

E, ao tirar o poder central da APO (de um especialista em gestão pública – conheci o trabalho dele no Rio) fica instalada a desordem política, justamente o que interessa principalmente ao prefeito e governador do Rio, tal qual ocorreu no Pan 2007.

Sem comando, ninguém toma providência e a conta vem parar na mesa do Palácio do Planalto.

Já vimos este filme.

Observem que ainda não temos orçamento dos Jogos 2016!!!

E não temos a matriz de responsabilidade, isto é, quem faz e quem paga o quê!!!

Não se assustem, nada é sem objetivo, faz parte do jogo dos espertos, pois quanto maior a esculhambação (desculpem, mas é isso mesmo) o superfaturamento é mais fácil, a contratação apressada será inevitável, o roubo e o saque estarão garantidos.

*Analise publicada por pelo jornalista JOSÉ CRUZ, em seu facebook.

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5 comentários sobre “Sobre a saída de Márcio Fortes da Autoridade Pública Olímpica

  1. Caro Cruz, eu estava atras do motivo para ele ter saído! Agora encontrei. Safadeza, como sempre. Até qdo?

  2. Paulinho toda vez que faço comentários no site Globo.com e cito seu blog como fonte, sou censurado, já fiz vários testes com 100% de “acerto” já coloquei blogdopaulinho.wordpress, blogdopaulinho e blog do paulinho, e nenhuma das formas foram publicados os comentários.

  3. A outra hipótese é a consciência do ex ministro Márcio Fortes, que é um homem sério e competente, quanto à total inutilidade da tal APO, que drena os recursos públicos com estrutura, viagens constantes de seus dirigentes, e respectivas comitivas, ao exterior, sendo um verdadeiro cabide de empregos, com altíssimos salários, para gente que nem sequer sabe falar inglês, grande parte deles egressos dos quadros da CEF.

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