Advertisements

Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito

c1

Desmoralização e submissão

Por serem funcionários diretos ou indiretos (autônomos) da CBF e federações, maioria dos dirigentes das entidades que representam os árbitros de futebol não esboçam qualquer tipo de reação para defender seus associados.

Digo isto, por não ter entendido a razão da escalação do árbitro paraguaio Antonio Arias na partida São Paulo x Atlético-MG, vez que quando das disputas entre equipes argentinas foram escalados árbitros local.

O calar dos dirigentes e associados das entidades representativas dos árbitros de futebol confederados e federados, explícita que maioria aceita as imposições dos dirigentes.

Quartas de Final do Campeonato Paulista 2013

Sábado 27/04

Santos 1 x 1 Palmeiras

Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima

Item Técnico

Inverteu algumas falta e, deixou de marcar; no todo, Guilherme Ceretta, exerceu sua função dentro da normalidade.

Nota Destoante

O assistente (bandeirinha) Alberto Poletto Masseira, possivelmente, por ansiedade, cometeu erros inadmissíveis.

Domingo 28/04

Ponte Preta 0 x 4 Corinthians

Árbitro: Raphael Claus

Item Técnico

Dentre alguns erros, o principal

– aconteceu por volta do décimo minuto da segunda etapa,

– quando da disputa pela bola ocorrida entre

– Emerson Sheik, atacante corintiano e, Chicão, defensor da equipe campineira

– na disputa, malandramente, Emerson Sheik se lança seu corpo pra cima do corpo de seu oponente.

Item Disciplinar

No transcurso da contenda correram diversos lances cujos disputantes foram merecedores do cartão amarelo, não sei se por orientação de algum iluminado, ou, pensando nas próximas rodadas, qualquer dos dois motivos expuseram a fragilidade do árbitro na parte disciplinar.

São Paulo 1 x 0 Penapolense

Árbitro: Wilson Luiz Seneme

Não foi exigido; trabalho normal

Copa Libertadores 2013 – Oitavas de Final

Quarta Feira 01/05

Grêmio 2 x 1 Santa Fé (Colômbia)

Árbitro: Patrício Lostau (Argentina)

No todo, o árbitro, agiu corretamente ao expulsar Cris, defensor gremista, como também; na sinalização da penalidade máxima favorável a equipe visitante.

Boca Juniors (Argentina) 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Enrique Osses (Chile)

Item Técnico

Trabalho normal, quando exigido, acertou

Item Disciplinar

Expulsou corretamente o atacante argentino Ledesma, no entanto, após ter dado cartão amarelo para Emerson Sheik, se fez de migué em uma ou duas entradas maldosa do mesmo.

Quinta Feira 02/05

São Paulo 1 x 2 Atlético-MG

Árbitro: Antonio Arias (Paraguai)

Item Técnico

– Aos 19 minutos da primeira etapa, quando da saída da bola pela linha de fundo defensiva do São Paulo, ocorrida pelo lado direito do ataque atleticano, o assistente 01, corretamente, apontou escanteio em favor do Atlético, erroneamente, o árbitro determinou tiro de meta, prejudicou a equipe mineira e, desamparou seu assistente.

– Por volta do trigésimo sexto minuto da etapa inicial, Lucio, zagueiro são-paulino que contava com cartão amarelo por jogo brusco, praticou violento golpe com uma de suas pernas no atacante atleticano Bernard.

– em meu entendimento, Lucio merecia o vermelho;

– no entanto, assim não o julgou o árbitro Antonio Arias,

– interpretou que Lucio, foi, contudo, visando à bola,

– chegou atrasado e atingiu seu oponente, por este interpretar,

– o árbitro, deu o segundo amarelo, seguido do vermelho.

– Na seqüência da contenda, Rafael Toloi defensor do São Paulo,

Cometeu duas ou três faltas dignas de advertência com cartão, não aplicados pelo árbitro

Concluindo

Antonio Arias, árbitro da contenda, deveria ter sido mais rigoroso no item disciplinar.

O CRIME COMPENSA

No Brasil, matar, roubar, traficar e demais; compensa;

– na “cadeia” os “condenados” recebem por volta de R$ 960,00

– almoço, jantar, café matinal, café da tarde, visitas normais e intimas.

c2

O marginal de 17 anos apreendido sob a suspeita de atear fogo na dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, 46, na cidade de São Bernardo do Campo (ABC paulista) no dia 25 teve sua internação negada pela Justiça em novembro de 2012.

Na ocasião, ele foi detido sob a suspeita de tráfico de drogas por estar com 12 papelotes de maconha. Antes, já tinha tido três apreensões –em duas, acusado de tráfico, e uma, de porte de arma de uso de forças de segurança.

Em seu pedido à Justiça, a polícia alegou que o jovem tinha antecedentes graves e botava em perigo sua própria vida e a de quem o cercava.

A juíza da Vara da Infância e Juventude de Diadema, Cláudia Maria Carbonari de Faria, no entanto, determinou que fosse libertado e entregue para a mãe dele.

Depois dessa ocorrência, o adolescente ainda foi detido mais uma vez, em 4 de abril deste ano, acusado de ameaçar um garoto de 14 anos de Carapicuíba (Grande SP).

Ao todo, com a detenção do final de semana pela morte da dentista, ele totaliza seis passagens pela polícia. Não chegou a ser internado em nenhuma, mas cumpriu medida de liberdade assistida.

c3

POLITICA

Ladrões oficiais não concordam com a condenação

Dentre os condenados estão: José Dirceu, José Genuíno, João Paulo Cunha e, por ai vai.

c4

Todos meteram a mão no nosso bolso intitulam-se “honestos” e, querem anulação da condenação; devemos exigir destes ladrões a devolução do roubado com juros e correção.

O texto abaixo foi copiado por mim de alguma das paginas da internet, por ter entendido, que seja espelho da atual situação econômica e social, deste corrompido e anárquico Brasil, brasileiro

Um professor de economia em uma universidade disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe, em particular, havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe e, portanto, seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Depois de calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos e as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

Então o professor concluiu:

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Chega de Enganadores, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 04/05/2013

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Advertisements

Facebook Comments

Deixe uma resposta


%d blogueiros gostam disto: