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Presidente da CBBS tenta vencer licitação “viciada” em São Paulo

Nos últimos anos, o presidente da Confederação Brasileira de Beach Soccer, Marcos Fabio Spironelli, tem sido figurinha carimbada nas licitações formuladas para suprir as necessidade da SEME, Secretaria Municipal de Esportes.

Sua “vitórias”, sempre com empresas diversas, criadas de acordo com a ocasião, lhe proporcionaram receber algo em torno de 30% de todo o orçamento do Município com esportes, nos últimos anos.

Um escândalo !

O “modus operantes” é bem conhecido de todos.

Os mesmos homens de confiança do presidente “flutuam” nas empresas durante os processos licitatórios.

Houve ocasião em que três empresas ligadas a Spironelli concorreram entre si pelo mesmo trabalho, todas em nomes de amigos ou parentes.

É evidente que há facilitação de funcionários do município para que nunca “percebam” a mesma manobra, quase sempre com as mesmas pessoas.

Até quando Spironelli será vencedor contumaz das licitações da SEME, em São Paulo ?

Pois é.

Observem alguns exemplos interessantes de manipulação.

Antonio Carlos Luz Mendes, vulgo Toninho, homem de confiança de Spironelli, é o vice-presidente da FPBS, mas ocupa cargos noutras empresas do presidente, todas participes de licitações.

Toninho é sócio da RC Sports, além de diretor nomeado da SFM Eventos Esportivos, tendo sido incontáveis vezes procurador de Spironelli em licitações por todo o Estado.

Participou do processo licitatório de monitoria aquática pela APRESESP, com procuração, participando inclusive das visitas e acompanhamentos técnicos, junto com sua cunhada, Valeria Dias Alves, diretora administrativa da AAGSP (Associação do Árbitros da Grande São Paulo).

Todas empresas geridas por Marcos Fabio Spironelli.

Mas não foi apenas o vulgo Toninho que ajudou a beneficar o “esquema”, outros mais, segundo informações, possuem ativa participação.

Aristides Marcondes, Sergio Cenedezi, Ricardo Ibitinga de Barros, Oiti Cipriani são alguns nomes revelados ao blog.

Há ainda o caso de Davi Alexander Fernandes Costa, que recebeu salários por um ano como Coordenador de Volei de Areia do programa Clube Escola, processo vencido por uma empresa de Spironelli, e depois como Coordenador de Beach Soccer do mesmo programa, em clara e flagrante irregularidade.

Foram R$ 4 mil por função, pagos sem a menor checagem pela SEME.

Na ocasião, Davi era ainda Diretor Técnico da Federação Paulista de Beach Soccer, além de Secretário Geral da CBBS, mesmo tendo que, obrigatoriamente, permanecer, pelo acordo com a Prefeitura, 44 horas semanais nos locais especificados.

São tantas as irregularidade que levaram o Sr. Rafael Donato, ex-funcionário dessa gente, a registrar Boletim de Ocorrência no 27º DP da Capital contra a CBBS e seu presidente por crimes graves de falsificação de assinatura de funcionário público e também da lauda municipal.

A questão é saber agora se com a mudança de gestão da Prefeitura a farra de Spironelli será mantida.

Resposta que poderemos ter logo amanhã, em que, a partir das 8h30m, o presidente da CBBS disputará nova licitação da SEME, muito provavelmente com o “auxílio” do vulgo Toninho, que há mais de 20 anos se submente a seus desmandos.

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