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Mario Gobbi demonstra pavor e subserviência aos “organizados” em artigo para a FOLHA

Ontem, um artigo (mal) escrito pelo presidente do Corinthians, Mario Gobbi, à FOLHA, constrangeu boa parte dos corinthianos mais esclarecidos.

Além de repetir bobagens ditas durante toda a semana, referentes ao triste episódio de Oruro, claramente escolheu bem as palavras no intuito de “não ofender” as “organizadas.

Covardia indigna de sua profissão, delegado de polícia.

Sem contar as mentiras, seguidas ainda de falsa indignação ao que diz ser “leviandade” afirmações da imprensa sobre o clube financiar as referidas facções criminosas.

Gobbi, de cultura limitada, contava com a falta de memoria da população.

Porém, em tempos de internet, não há mais como esconder rastros que, em seus tempos de DETRAN, eram mais fáceis de serem apagados.

Como, por exemplo, os R$ 65.906,00 que a gestão anterior, da qual o delegado era vice-presidente de Futebol, apagou do balanço alvinegro, de maneira criminosa, e até hoje não explicada, referentes a dividas dos Gaviões da Fiel com o clube, conforme demonstram documentos abaixo:

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A comprovação se dá exatamente no primeiro balanço da gestão Andres Sanches, em que o anterior e atual diretor financeiro, Raul Corrêa da Silva, simplesmente “zerou” uma pendência que já se arrastava por anos, sem que nenhum valor tenha entrado nos cofres alvinegros.

Há ainda os R$ 723.800,00, doados oficialmente pelo Corinthians aos Gaviões da Fiel, retirados da arrecadação da partida entre o Timão e o Flamengo, realizada em 2009, pelo Brasileirão.

Se contarmos então o que, por motivos óbvios, nunca foi contabilizado, seja pagamento e viagens, fornecimento de ingressos, festinhas regadas a muita cerveja e churrasco, e até “auxílio” não reclusão, evitando que criminosos das referidas facções fossem encarcerados por crimes diversos, chagaremos a valores pornográficos.

Fatos estes tão notórios que estimularam a grande mídia, que sempre evitou entrar nessa dividida, a realizar dura crítica em artigo publicado pela revista VEJA:

“(Mario Gobbi e os diretores de futebol do Corinthians) não apenas agem em cumplicidade aberta com marginais das torcidas organizadas, mas garantem a sua existência – abrem as salas da diretoria para elas, financiam suas atividades e dão cobertura para os crimes que cometem.”, escreveu o jornalista J.R. Guzzo.

O presidente alvinegro, além de ter solicitado o auxílio de alguém mais preparado, deveria, antes de escrever as bobagens que enviou à FOLHA, entender que esconder a verdade, nos dias atuais, é tão ou mais difícil que prestar depoimentos na corregedoria da polícia e não ficar marcado pelas acusações.

Assunto que Gobbi, convenhamos, entende com poucos.

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