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O “idealismo” de quem tirou Dualib da presidência do Corinthians

Antes de iniciar nossa explanação, deixaremos bem claro que o ex-presidente do Corinthians, Alberto Dualib, mereceu perder o seu cargo no clube pelos motivos amplamente divulgados não apenas pela mídia, mas também pelos órgãos policiais.

Embora, perto desse grupo que hoje ocupa o poder no Parque São Jorge, sua ação seria comparada a de um “trombadinha”, perante gente bem mais articulada, lembrando as mais famosas organizações criminosas.

A queda de Dualib foi originaria de um golpe articulado e financiado por Andres Sanches e Kia Joorabchian, com o intuito de tomar o poder no clube, sabedores desde sempre do que ocorria nos bastidores.

Mas a grande decepção, já que dos citados acima não se esperava mesmo coisa diferente, foi a transformação dos então “idealistas” grupos “Fora Dualib” e “Corinthianos Obsessivos”, em participes, seja por ação ou omissão, de um esquema criminoso que administra o Corinthians, e que, assim como no período Dualib, ganha títulos, mas, muito mais do que naquela época, acumula dívidas.

Hoje essa gente ganha dinheiro como poucos num lugar que, pelo Estatuto vigente, deveriam apenas colaborar, gratuitamente, como torcedores.

Andres Sanches, de cara, não apenas eliminou dívidas antigas desses “idealistas”, do balanço do clube, como também os presenteou com dinheiro.

E não foi pouco.

Tirando o que era pago “por fora”, chegamos a ter a destinação de uma renda de jogo do clube integralmente “doada” a “organizada” da qual todos eles fazem parte.

Até “presentinho” de R$ 70 mil o presidente anterior teria dado, em dinheiro, numa delegacia, para um dos lideres desses grupos não fosse preso por trafico de drogas.

Uma farra.

Porém o delegado Mario Gobbi não fica atrás.

Manteve todo o esquema funcionando, com gente desses grupos não apenas em sua diretoria como também em setores importantes do Corinthians, como, por exemplo, as categorias de base.

Permitirá também, nos próximos meses, que empresas ligadas  a essa gente se locuplete de 30 obras, segundo o próprio, a serem entregues nos próximos anos.

Algumas inexpressivas, outras gigantescas, como o CT das categorias de base.

O Corinthians está sendo assaltado por seus gestores e “colaboradores” há tempos, sem que nenhuma pendencia financeira seja quitada.

Pelo contrário, utiliza-se o discurso de “rolar” a dívida pelo crescimento do patrimônio.

No melhor estilo “Paulo Maluf”, constrói-se tudo a “crédito”, paga-se os amigos com dinheiro, e o que sobrar fica a perder de vista.

A mídia, omissa, preguiçosa e, por vezes, “parceira”, publica somente o que os tijolos deixam expostos, sem nenhum aprofundamento de origem e destino dos recursos.

Como resultado, os torcedores e associados do Corinthians são enganados por um sistema corrupto, e que deixará o clube cada vez mais endividado.

Os maestros desse verdadeiro concerto de horrores são aqueles que sob o discurso da moralidade afastaram a gestão Dualib, não pelo idealismo apregoado, mas, simplesmente, porque queriam roubar bem mais do que o antecessor.

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