Invasões corinthianas são absoluta realidade

Contestar as famosas invasões da torcida do Corinthians para apoiar a equipe em momentos de decisão é brigar contra os fatos e a história.

Não são mitos, mas sim mitológicas.

Isso não quer dizer que o amor do alvinegro é maior ou melhor do que outras torcidas, apenas que demonstra mais.

Assim como ocorre na vida, em que há pessoas mais reservadas, outras explosivas e alguns absolutamente românticos.

Romantismo.

Talvez seja essa a explicação para o amor do torcedor alvinegro ser mais exposto publicamente do que outros torcedores.

Para o corinthiano não basta amar e dizer ao seu amor que o ama.

Todos tem que saber, seja pelo grito mais alto ou pelas inúmeras demonstrações públicas de afeto.

Entre elas, as invasões.

Fala-se em 70 mil em 1976, 30 mil em 2000 e agora 8 mil no Japão, que somados a outros tantos que vivem no país transformaram Toyota no Pacaembu oriental.

São deslocamentos de públicos impressionantes, que antes haviam ocorrido há pouco mais de 400 km de distancia (o que já impressionava), mas que agora simplesmente deslocaram-se para o outro lado do planeta.

Não se sabe, ainda, se o Corinthians voltará do Japão com a Taça de Campeão Mundial, a segunda de sua história, mas, certamente, essa nova demonstração explicita de seu apaixonado torcedor será lembrada para sempre.

Desta vez não apenas por aqui, mas em todo o mundo do futebol e em publicações que tratarem sobre o assunto paixão futebolística, que terão agora a obrigação de retratar a 3ª das grandes invasões corinthianas.

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