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Arena do Grêmio é parâmetro para medir corrupção noutros estádios

Após a belíssima festa realizada pelo Grêmio para a inauguração de sua Arena, com vitória por dois a um contra o Hamburgo, da Alemanha, mesmo placar de quando a equipe gaúcha venceu o Mundial de Clubes em 1983, ficam algumas questões a serem respondidas pelos responsáveis das obras da Copa do Mundo 2014.

Antes disso, vale ressaltar que os aproximadamente R$ 600 milhões gastos para colocar de pé o gigante de 60 mil lugares são de origem privada, bem diferente do que vem ocorrendo com os estádios designados para o Mundial.

Sim, porque por questões absolutamente políticas, a nova Arena gremista está fora do torneio da FIFA, enquanto lugares em que o futebol é apenas amador, como Amazonas, por exemplo, receberão partidas.

Bem, a grande dúvida é explicar como um estádio construído com tecnologia de ponta pode custar R$ 600 milhões para 60 mil lugares e o “Fielzão”, por exemplo, mais de R$ 1 bilhão para apenas 48 mil pessoas ?

E a reforma do Maracanã, também a custo exorbitante, ou as demais construções de Arenas, todas com injeção de dinheiro público, também caríssimas ?

Talvez a resposta esteja exatamente na má utilização do que é público, ou seja, do nosso bolso, habitualmente cercado de atos de corrupção daqueles que pouco se importam com a imoralidade.

No caso da iniciativa privada, em que as contas são fiscalizadas com mais severidade, a divisão do pão é menor, e o preço final do empreendimento fica bem mais próximo da realidade.

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