Brasil goleia ridículo Iraque na Suécia

A Seleção Brasileira goleou o Iraque, com enorme facilidade, por seis a zero, na Suécia.

Uma equipe tão ruim que chega a ser constrangedora.

Se não pior, no mesmo nível da Seleção Chinesa, recentemente goleada pelos brasileiros.

Na primeira etapa, até os 20 minutos, o Brasil, sem empolgação, tirando uma cabeçada de Kaka, bem defendida pelo goleiro iraquiano, nada produziu.

O adversário, muito ruim, além de marcar muito mal, sequer ameaçava um contragolpe.

Até que, aos 21 minutos, Neymar deixou Oscar na cara do gol, que não perdoou e abriu o marcador.

Daí por diante, mesmo sem muito esforço, a Seleção Brasileira tocou a bola com mais rapidez, criando boas oportunidades.

Aos 23 minutos, Paulinho quase marcou após aproveitar-se de falha iraquiana.

Quatro minutos depois, Oscar recebeu de bandeja de Kaká e ampliou a vantagem brasileira.

A facilidade era enorme e o Brasil, vez por outra, perdia oportunidades de marcar novos gols.

Duas delas com Kaká, bem defendidas pelo arqueiro adversário, único que parecia entender um pouco de futebol.

No último minuto, Paulinho se enfiou bem pelo meio da defesa e, de cabeça, acertou o travessão.

No segundo tempo, logo de cara, o bom goleiro iraquiano fez milagre em cabeçada de Oscar.

Aos dois minutos, Kaká escapou pela esquerda, fintou o zagueiro e marcou o terceiro gol do Brasil, o primeiro seu após dois anos de ausência em convocações.

Aos 9 minutos, dois novos milagres do arqueiro em batidas a queima roupa de Neymar.

Um minuto depois, Hulk se divertiu dentro da área e marcou o quarto do Brasil.

Tão fácil que chegava a ser chato de assistir.

O Brasil puxou o freio e o jogo ficou ainda pior nos minutos seguintes.

Mesmo assim, aos 30 minutos, Neymar recebeu na área e bateu cruzado, fazendo o quinto gol brasileiro.

Quatro minutos depois, Lucas, que entrou no lugar de Kaká, tabelou com Neymar e bateu no contrapé do goleiro, marcando o sexto e último gol da “partida”.

Após o termino da pelada, fica cada vez mais a certeza de que esse tipo de amistoso mais atrapalha do que ajuda a Seleção Brasileira, disfarçando sua falta de conjunto, a ineficiência do treinador, impedindo ainda que uma preparação mais adequada seja realizada no já curto tempo que resta até o Mundial de 2014.

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