Enquanto o Palmeiras cai, “eles” tiram onda

Em situação praticamente irreversível, o Palmeiras caminha a passos doloridos para o segundo rebaixamento de sua história num período de apenas dez anos.

Fruto da abissal incompetência de uma gestão marcada por aventureiros, como o atual presidente do clube, Arnaldo Tirone, que entrou falido e sairá do clube com sua vida financeira ajeitada, e “espertalhões”, entre eles o diretor jurídico Piraci Oliveira, que tenta demonstrar nas redes sociais o que sua história de vida desmente, Roberto Frizzo, que de tanto boicotar a comissão técnica conseguiu, enfim, que o inferno fosse instaurado e o diretor da base, Jair Jussio, aquele que lucra nas sombras, sem que os holofotes lhe atinjam.

No caso de Tirone, a evidência de suas ações era tão obvia, após a descoberta de sua real vida “empresarial”, que não cobrar suas mentiras de campanha foi como pendurar uma corda no pescoço do clube, esperando para que alguém chutasse a cadeira.

Frizzo e Piraci municiaram, durante todo o tempo, amigos da imprensa com intrigas de bastidores, e por vezes de vestiário, na esperança de que Felipão e sua trupe abandonassem o barco, sem se dar conta, ou não, que os buracos feitos no casco tratariam de afundar a todos.

O diretor jurídico, sem dar a menor importância à calamitosa situação, tenta ainda tirar proveito político, com frases feitas de apoio a quem tentou derrubar, distribuição de ingressos a torcedores, e, no ápice do narcisismo, parabenizando a si próprio por algo que independia da ação de seu departamento, como, por exemplo, o recebimento do direito de solidariedade de um atleta, que automaticamente cairia nos cofres palestrinos.

Fora da mídia, porém num departamento de extrema importância, o diretor Jair Jussio nunca viajou e farreou tanto.

Com o bolso feliz, fugiu do clube neste período turbulento e viajou para Durban, com estadia paga pelo caixa palestrino, sob pretexto de participar de um congresso de “Esporte e Turismo”, reunião esta que nada tem a ver com suas funções, e que somente se justificaria se fosse representada por algum funcionário do marketing palestrino.

Sem bem que, neste momento, o Palmeiras vive prioridades diferentes, não apenas no futebol, mas também no que deve ou pode ser investido pelo clube.

A grande verdade é que tirando os torcedores apaixonados, em vias de sofrer por mais um vexame histórico, os citados acima, e mais uns dois ou três maus palmeirenses, estão mais é preocupados em se manter no poder, para continuar usufruindo de suas benesses.

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