Dirigente do Palmeiras tenta se “aproximar” da arbitragem para evitar rebaixamento

O dirigente palmeirense Mauro Marques, com o consentimento de seus parceiros de diretoria, deu prazo de quatro rodadas para a equipe sair da zona de rebaixamento.

Quase um mês.

Se isso não acontecer, disse a interlocutores que utilizará sua influência com dirigentes da CBF para adquirir, a custa de “presentes”, a “simpatia” da comissão de arbitragem.

Vale lembrar que Marques, alem de vice-presidente da FPF, trabalha há anos, segundo informações, como intermediador de negócios do PT.

Dentre os presentes na reunião estava o diretor jurídico Piraci Oliveira, que não fez coro com a proposta, mas também não se opôs.

Situação essa que, se confirmada, não só envergonhará o torcedor decente do Palmeiras e toda sua história gloriosa, mas prejudicará equipes menores, que não possuem o mesmo poder, indecente, de barganha.

Tivessem os dirigentes envolvidos na conversa trabalhado mais em benefício do clube e não contribuído para desestabilizar o ambiente da equipe de futebol e a situação não precisaria ser “resolvida” de forma tão lamentável e desesperadora.

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