Incompetência faz Corinthians perder milhões em ano de conquistas

Ninguém tem dúvidas de que a marca “Corinthians” é a mais valiosa no futebol brasileiro, até pelo fato de o clube estar sediado em São Paulo, local que serve de parâmetro para todas as principais campanhas publicitárias.

Some-se a isso o fato de, em 2012, o clube ostentar os títulos de Campeão Brasileiro e também da Libertadores.

Este último, de maneira inédita e invicta, tornando-se um verdadeiro chamariz publicitário.

O que falta mais para que o departamento de marketing do Corinthians consiga, ao menos, um interessado em patrociná-lo ?

Sim, porque o discurso da maior verba da televisão, e do contrato com a Nike, é distorção de realidade de um departamento que nada teve a ver com as negociações.

Rede Globo e Corinthians trataram diretamente com as respectivas presidências, e os valores foram dimensionados pela audiência, nada mais do que isso, enquanto o acordo com a Nike, além de ter sido fechado ainda na gestão Dualib, é renovado automaticamente, sem a ingerência dos dirigentes.

Na prática, por ineficiência clara de seus dirigentes, o Corinthians abriu mão de arrecadar milhões de reais, num ano de vitórias, em que até o estádio poderia ter servido de escada para negociações.

Ronaldo Fenômeno, com muito menos material, conseguiu bem mais.

Pior do que a incapacidade de realizar um trabalho minimamente aceitável, é a notícia de que o atual diretor, Ivan Marques, espécie de “fantoche” de Luis Paulo Rosenberg, exigiu não apenas aumento salarial aos funcionários do setor, como também a contratação de mais ociosos para o local.

Ou seja, querem agora premiar a incompetência de gente que, ao que parece, encontraria dificuldades em vender refrigerante gelado no deserto.

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