Falta de garantias financeiras faz Corinthians ficar sem estádio por 30 anos

Por exigência do BNDES, o tempo de duração do Fundo que administra as obras do “Fielzão” foi ampliado de 16 para 30 anos.

Em tese, o acordo se torna ainda pior do que o fechado pelo Palmeiras com a WTorre.

Diferentemente da Arena Palestra Itália, em que o Verdão será dono da obra desde o início, porém com a administração da incorporadora, – que também não é bom – no caso do “Fielzão”, em nenhum momento o estádio será, de fato, alvinegro.

Pior ainda, os investidores lucrarão por 30 anos com a marca “Corinthians” sendo utilizada num palco de futebol, shows e eventos sem nenhuma contrapartida.

E o Corinthians, segundo o contrato firmado, terá ainda que quitar, dentro desses 30 anos, todo o valor gasto pelos investidores, se quiser um dia ser o dono do estádio.

Um negócio da “Finlândia”, diria seu idealizador, o “Midas” ao inverso, Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente do clube.

É isso.

Após a dissipação da fumaça midiática, que enganou os mais efusivos, a dura realidade, não apenas sobre o verdadeiro dono do estádio, mas também da dívida impagável dos próximos anos, começa a aparecer.

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