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Nunca se odiou tanto uma Seleção Brasileira

É fato que, nos últimos anos, a adoração da população pela Seleção Brasileira tem diminuído gradativamente.

Muitos são os fatores que motivaram essa mudança de sentimento, principalmente no período de gestão do ex-Imperador Ricardo Teixeira.

Porém, o ápice foi atingido nessas Olimpíadas de Londres.

Gritos e fogos eram ouvidos a cada gol do México (!) na finalíssima que poderia trazer a inédita medalha de Ouro para o Brasil.

Raras eram as pessoas que entristeceram-se com o resultado de dois a um para os adversários.

Na verdade, o povo, embora ainda passivo, com o advento das mídias sociais, há muito passou a ser melhor informado.

Anos atrás, e ninguém saberia, pela mídia convencional, que o treinador Mano Menezes e seu diretor, Andres Sanches, sobrevivem de fazer negócio com jogadores.

Convocar jogadores como os goleiros Gabriel e Neto, os zagueiros Bruno Uvini e Juan, escalar Alex Sandro no lugar de Hulk, que vinha sendo um de nossos melhores jogadores no torneio, entre outras barbaridades, não passaram à margem da reprovação popular.

E, pelo menos desta vez, são atos claramente explicáveis, pelo menos do ponto de vista do negócio.

Ruim para a Seleção Nacional, porém muito bom para o bolso do treinador, de Sanches e ainda mais dos empresários.

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