Conflito de interesses gera novo atrito no Parque São Jorge

Com o termino da Libertadores da América, dirigentes corinthianos começam a ser pressionados por gente de seu próprio grupo a negociar os principais jogadores do elenco.

Acreditam ser o momento certo para se capitalizarem.

É ai que se inicia o conflito.

Há os que entendem, com razão, ser necessária a manutenção do elenco, acrescentando ainda duas ou três contratações para reforça-lo, visando o Mundial de Clubes, no final do ano.

Em vendendo os atuais atletas, o clube pouco lucraria.

Grande parte do dinheiro arrecadado, quase tudo, seria destinado aos agentes de futebol e seus facilitadores.

Restaria então ao Corinthians, sem dinheiro em caixa, utilizar-se das mesmas pessoas para reforçar o elenco, num círculo vicioso que beneficia apenas os intermediários, deixando o clube, no final, quase que a bancarrota.

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