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Contratação de Luxemburgo pelo Grêmio foi “ação entre amigos”

Após a sequencia de trabalhos ruins de V(W)anderlei(y) Luxemburgo pelas equipes que dirigiu nos últimos anos e, principalmente, pela saída atribulada do Flamengo, há apenas 20 dias, acusado que foi, com documentos, de organizar um esquema de compra e venda de jogadores que beneficiava apenas o seu grupo, fica difícil entender que razões teriam levado o Grêmio a apostar em seu trabalho.

Encontramos a resposta num passado não tão distante.

Entre 2008 e 2009, o procurador de Luxemburgo, o empresário Gilmar Veloz, foi o responsável indireto – praticamente alugou o departamento – pelo futebol do Fortaleza, do Ceará.

Neste período, seu homem de confiança foi o atual dirigente gremista Paulo Pelaipe.

Este ocupou o cargo de Gerente Geral da equipe cearense, sendo responsável, em pouco mais de quatro meses, pela contratação de aproximadamente 20 jogadores.

Mais da metade ligados a Veloz.

Pouco depois de exercer sua parte no “acordo”, Pelaipe pediu dispensa do Fortaleza, alegando problemas particulares.

Durante a semana, como retribuição ao favor prestado por Veloz, em 2008, Pelaipe abriu as portas do Grêmio para Luxemburgo.

Antes, porém, foi o principal responsável pelo processo de fritura sofrido pelo antecessor, Caio Junior, pressionado que estava, já, pelo amigo empresário.

Levando-se em consideração o histórico de todos os envolvidos nessa operação, o torcedor gremista tem motivos de sobra para esperar por dias ainda piores nos próximos meses.

Quem viver, verá.

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36 comentários sobre “Contratação de Luxemburgo pelo Grêmio foi “ação entre amigos”

  1. Marcus Vinicius

    O PVC falou em grife, apenas isso. Mas, por outro lado, concordo com o fato de o Grêmio deverá sofrer muito nos próximos meses, principalmente nas categorias de base.

    Eu só estou curioso em saber como será a relação dele com o Kleber, que tem salário superior ao seu.

  2. eduardogauchoÉ do ardo?

    Arena….hehehe

    pode crer macaco, vai lá levar caneta para a assinatura do remendão que 6 tão esperando faz quase 300 dias…

    pelo menos ganharemos um novinho, enquanto o remendo sem cobertura vai ser da AG(se eles quiserem, porque parecem não querer)

  3. Não é a toa que se chamam PORCOS

    http://blogdojuca.uol.com.br/2012/02/a-historia-de-uma-marmelada-documentada/

    Em 1968, o Palmeiras corria o risco de ser rebaixado no Campeonato Paulista caso perdesse o jogo contra o Guarani, em seu penúltimo jogo pelo estadual.

    O alviverde da capital tinha priorizado a disputa da Libertadores e acabou tendo de jogar uma série de partidas seguidas, anteriormente adiadas no estadual.

    Foi então que o Guarani escalou um time reserva e com um jogador em situação irregular, de maneira tal que se o time campineiro vencesse o paulistano poderia buscar na justiça esportiva os pontos perdidos.

    Nem foi necessário porque o 1 a 1 , no Brinco de Ouro, no dia 29 de junho de 1968, um sábado à tarde, garantiu o Palmeiras na divisão de cima.

    A história era conhecida, mas que havia sido garantida por documentos é a novidade que a revista comemorativa do centenário do Comercial de Ribeirão Preto, editada pelo jornalista Luiz Eduardo Arruda Rebouças, revela, como se pode constatar abaixo.

    E com registro em cartório!

    O Guarani prometeu, e cumpriu, não escalar nenhum titular e, de quebra, ainda fez entrar durante a partida o jogador amador Flamarion, ultrapassando o limite de dois amadores por jogo.

    Em compensação, o Palmeiras cedeu, por empréstimo, um jogador de graça ao Bugre.

    Jogador que, em seguida, o Palmeiras vendeu ao XV de Piracicaba, razão pela qual depositou 50 mil cruzeiros na conta do Guarani.

    Eram outros tempos, ingênuos até.

    As mutretas eram feitas mais com a finalidade de garantir o sucesso esportivo do que em enriquecer cartolas e seus satélites.

    E, para que não houvesse dúvida, até registrar em cartório se registrava…

    Mas o que o Comercial tem a ver com isso, você há de estar se perguntando.

    Pois foi com esses documentos, comprovando marmelada no campeonato de 1968, que o Comercial conseguiu anular sua queda para a segunda divisão em 1969, causando ainda a suspensão do descenso em São Paulo nos anos seguintes.

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