Dia do repórter – poucos podem comemorar…

Feliz “Dia do Repórter” aos pouquíssimos que dignificam a profissão.
Poucos, porém combativos…

Feliz “Dia do Repórter” aos pouquíssimos que dignificam a profissão.
Poucos, porém combativos…
Desde 2011, o delegado Mario Gobbi, presidente do Corinthians, vem travando uma dura luta judicial por sua aposentadoria. E vem perdendo todas as batalhas. Na prática, não consegue comprovar tempo de serviço suficiente para obter o benefício. No início do mês apresentou novas documentações que visam chegar a esse intuito, porém, o judiciário estipulou prazo…
No último dia 04, em meio à 116ª Sessão Ordinária da Câmara de São Paulo, Eduardo Suplicy, eleito Deputado Estadual nestas eleições, homenageou Eder Jofre, mais relevante boxeador brasileiro de todos os tempos: “Querido Presidente Atílio Francisco, no dia das eleições, tão importantes para o Brasil, infelizmente perdemos esse extraordinário representante que tanto honrou o…
Sem jogar bem, o Chelsea venceu o Los Angeles por 2 a 0 na estreia das equipes na Copa do Mundo de Clubes. Foi uma partida em que o empate não teria sido injusto. Os ingleses fizeram um primeiro tempo de pouca criatividade: tinham a posse de bola, mas foram neutralizados pela razoável marcação do…
Em 23 de agosto de 2022, Ricardo Ono Hayama, parceiro de Duílio “do Bingo”, foi condenado a cinco anos e dez meses de prisão, em regime fechado, por sonegar valores oriundos de sua condição de sócio oculto do Bingo Circus (razão social Feedback), pertencente à “famíglia” Monteiro Alves. Ao menos três membros do clã possuem…
Da FOLHA Por JUCA KFOURI O mundo nos viu jogar melhor que o país. Hoje, é pena, empatamos Foram cinco décadas de “beautiful game”, como diziam os ingleses sobre o futebol praticado por nós, brasileiros. Desde o fim dos anos 1950 até meados da primeira década deste século, com vitórias e até mesmo com derrotas,…
Em áspera conversa, na última semana, o treinador Mano Menezes pediu a cabeça do diretor de futebol do Corinthians, Ximenes “Scarpa”. A situação se complicou ainda mais, ontem, quando o dirigente perdeu o horário da partida contra a Penapolense, e ficou dormindo no hotel. Mano Menezes tem dividido funções com o dirigente no departamento. Enquanto…
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ALDO, TENHO QUE CONCORDAR COM VOCÊ….OS CARAS PRECISAM DAR UM CALA BOCA NESSA IMPREN$INHA DE MERDA MESMO…..
SÓ DISCORDO QUANDO FALA QUE O PALMEIRAS É O MAIOR DAS AMÉRICAS…RSSS
ABS…
São poucos repórteres e muitos microfonistas.
DEMÉTRIO MAGNOLI – O Estado de S.Paulo
A blogueira Yoani Sánchez, os aeroportos privatizados, os policiais amotinados – por três vezes, sucessivamente, o PT exercitou a arte da duplicidade, desfazendo com uma mão o que a outra acabara de fazer. Há mais que oportunismo na dissociação rotinizada entre o princípio da realidade e o imperativo da ideologia. A lacuna abissal entre um e outro sugere que, aos 32 anos, o maior partido do País alcançou um estado de equilíbrio sustentado sobre o rochedo da mentira.
Peça número 1: O governo brasileiro concedeu visto de entrada a Yoani Sánchez, enviando um nítido sinal diplomático, mas Dilma Rousseff se negou a pronunciar em Havana umas poucas palavras cruciais sobre o direito de ir e vir, enquanto seus auxiliares reverenciavam o “direito” da ditadura castrista de controlar os movimentos dos cidadãos cubanos. A voz do PT emanou de fontes complementares, que pautaram as declarações presidenciais na ilha.
Circundando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, diversos tratados internacionais e a Constituição brasileira, o assessor de política externa Marco Aurélio Garcia qualificou como um “problema de Yoani” a obtenção da autorização de viagem. Ecoando o pretexto oficial castrista, a ministra Maria do Rosário (dos Direitos Humanos!) declarou que Cuba não viola os direitos humanos, mas é vítima de uma violação histórica, representada pelo embargo norte-americano.
O alinhamento automático do PT à ditadura cubana revela extraordinária incapacidade de atualização doutrinária. A social-democracia europeia definiu sua relação com o princípio da liberdade política por meio de duas experiências históricas decisivas: a ruptura com os bolcheviques russos em 1917 e o confronto com a URSS de Stalin na hora do Pacto Germano-Soviético de 1939.
O PT, contudo, não é um partido social-democrata. A sua inspiração tem raízes em outra experiência histórica, instilada no seu interior pelas correntes castristas que formam um dos três componentes originais do partido. Tal experiência é o “anti-imperialismo” da esquerda latino-americana, uma narrativa avessa ao princípio da liberdade política.
Peça número 2: Contrariando o renitente alarido petista de condenação da “privataria tucana”, o governo leiloou três aeroportos para a iniciativa privada, mas, ato contínuo, o PT regurgitou as sentenças ortodoxas que compõem um estribilho estatista reproduzido à exaustão. Uma nota partidária anunciou a continuidade da “disputa ideológica sobre as privatizações”, enquanto o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) se enredava na gramática da hipocrisia para formular distinções arcanas entre “concessões” e “privatizações”.
A explicação corrente sobre essa dissonância radical entre palavras e atos aponta as motivações eleitorais de um partido que descobriu as vantagens utilitárias de demonizar adversários indisponíveis para defender a própria herança.
Há, contudo, algo além disso, como insinua uma declaração do presidente petista Rui Falcão, que classificou os “adversários” do PSDB como “privatistas por convicção”. O diagnóstico não faz justiça ao governo FHC, mas oferece pistas valiosas sobre a natureza de seu próprio partido.
O PT confusamente socialista das origens pouco se importava com o destino das empresas estatais, engrenagens do capitalismo nacional tardio erguido por Getúlio Vargas e aperfeiçoado por Ernesto Geisel. O partido só aderiu à ideia substituta do capitalismo de Estado após a queda do Muro de Berlim. No governo, aprendeu toda a lição: a rede de estatais configura um sistema de vasos comunicantes entre a elite política e a elite econômica, servindo ao interesse maior de perpetuação no poder e a uma miríade de interesses políticos e pecuniários menores.
Os aeroportos foram privatizados para conjurar o espectro do fracasso da operação Copa do Mundo. Ao largo do território das convicções, sempre podem ser deflagradas novas privatizações: afinal, o partido antiprivatista tem como ícone José Dirceu, uma figura que prospera exercendo a função de intermediário entre o poder público e grandes grupos empresariais privados.
Peça número 3: O governo reprimiu o movimento dos PMs da Bahia e o PT condenou os atos criminosos de suas lideranças, mas não caracterizou a greve de militares como motim, deixando entreaberta a vereda para voltar a surfar na onda de episódios similares em Estados governados pela oposição. Os precedentes são conhecidos.
Em 1992, quando o pefelista ACM governava a Bahia, o atual governador petista, Jacques Wagner, solidarizou-se com os PMs grevistas. Nove anos depois, quando a Bahia era governada pelo também pefelista César Borges, foi a vez do deputado Nelson Pelegrino, hoje candidato do PT à prefeitura de Salvador, proclamar seu apoio à greve dos PMs baianos. Durante a greve parcial de PMs paulistas, em 2008, no governo “inimigo” de José Serra, o PT formou uma comissão parlamentar de defesa do movimento.
A clamorosa duplicidade tem sua raiz profunda no papel desempenhado pelos sindicalistas do PT. A partidarização petista do movimento sindical moldou um corporativismo sui generis, que substitui os interesses da base sindical pelos do partido. No sindicalismo tradicional, tudo se deve subordinar às reivindicações de uma categoria. No sindicalismo petista, as reivindicações da base sindical devem funcionar como alavancas do projeto de poder do PT. Hoje, os PMs da Bahia são classificados como criminosos; amanhã, nas circunstâncias certas, PMs amotinados serão declarados trabalhadores comuns em busca de direitos legítimos.
O pensamento duplo não é um acidente no percurso do PT, mas, desde que o partido alcançou os palácios, sua alma política genuína. A tensão entre princípios opostos é real, mas não explosiva. Num país em que a oposição renunciou ao dever de discutir ideias, o partido governista tem assegurado o privilégio de rotinizar a mentira.
*SOCIÓLOGO, DOUTOR EM GEOGRAFIA HUMANA PELA USP
vagabundo é vc que não se identfica ,covarde se vc é homem poe seu nome ai safado!!!!!!!!!! rosemberg não existe ,zé das medalhas morreu há mais de 10 anos,o kassab é mais corinthiano doque vc possa imaginar pois ele aprovou um incentivo de mais de 450 milhões pr seu club construi estadio com dinhero publico e lindemberg é saopaulino mesmo,mas vai fica tanto tempo preso que com a cadeia e capas de sai de la corinthiano.