Dia do repórter – poucos podem comemorar…

Feliz “Dia do Repórter” aos pouquíssimos que dignificam a profissão.
Poucos, porém combativos…

Feliz “Dia do Repórter” aos pouquíssimos que dignificam a profissão.
Poucos, porém combativos…
O advogado Herói Vicente, apesar de aliado do presidente Duílio ‘do Bingo’, não é mais diretor jurídico do Corinthians. A versão oficial será a de que abandonou o cargo. Na verdade, sua permanência tornou-se insustentável após o Blog do Paulinho revelar que atuava, politicamente, contra os interesses de André Negão, que será o candidato da…
Por ALBERTO MURRAY NETO Logo após os Jogos Olímpicos de Londres a patota do Comitê Olímpico Brasileiro deu uma entrevista em que glorificava a performance esportiva do Casaquistão, vencedor de seis medalhas de ouro. Em 12 de agosto de 2.012 o repórter Bruno Freitas publicou uma matéria no UOL, em que um dirigente do nosso…
Da FOLHA Por MARILIZ PEREIRA JORGE Imagine lá em 2014, durante os preparativos da Copa do Mundo, no Brasil, a reação dos gringos a cada notícia de que nossos estádios, aeroportos e obras de infraestrutura não estavam prontos. Nós somos os gringos agora. Aguardando as notícias do outro lado do mundo. E elas não são…
De O GLOBO Por PABLO ORTELLADO Sem deixar que a economia perdesse centralidade, ele incorporou elementos das guerras culturais à campanha Amanhã os argentinos vão às urnas para eleger seu presidente, e o candidato que lidera as pesquisas é Javier Milei, do partido A Liberdade Avança. Em algumas reportagens brasileiras, Milei tem sido descrito como um…
Da FOLHA EDITORIAL Relatório aponta a presença de máfias estrangeiras no país; urge integração entre autoridades, inteligência e rastreamento do dinheiro A recente emboscada em que encapuzados com fuzis assassinaram um delator do Primeiro Comando da Capital no maior aeroporto do país, ainda em apuração, não deixa de ser um indicativo de que facções brasileiras se assemelham cada vez mais…
Recentemente, Andres Sanchez, numa de suas entrevistas, disse ter conhecido o ex-jogador de futebol, agora comentarista, Neto, “sem querer”, quando prestava serviços ligados ao comercio da “sorte”, no Rio de Janeiro. E que a amizade teria se aprofundado quando da passagem do atleta, no Corinthians, no início dos anos 90. Não é verdade. Confira abaixo,…
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ALDO, TENHO QUE CONCORDAR COM VOCÊ….OS CARAS PRECISAM DAR UM CALA BOCA NESSA IMPREN$INHA DE MERDA MESMO…..
SÓ DISCORDO QUANDO FALA QUE O PALMEIRAS É O MAIOR DAS AMÉRICAS…RSSS
ABS…
São poucos repórteres e muitos microfonistas.
DEMÉTRIO MAGNOLI – O Estado de S.Paulo
A blogueira Yoani Sánchez, os aeroportos privatizados, os policiais amotinados – por três vezes, sucessivamente, o PT exercitou a arte da duplicidade, desfazendo com uma mão o que a outra acabara de fazer. Há mais que oportunismo na dissociação rotinizada entre o princípio da realidade e o imperativo da ideologia. A lacuna abissal entre um e outro sugere que, aos 32 anos, o maior partido do País alcançou um estado de equilíbrio sustentado sobre o rochedo da mentira.
Peça número 1: O governo brasileiro concedeu visto de entrada a Yoani Sánchez, enviando um nítido sinal diplomático, mas Dilma Rousseff se negou a pronunciar em Havana umas poucas palavras cruciais sobre o direito de ir e vir, enquanto seus auxiliares reverenciavam o “direito” da ditadura castrista de controlar os movimentos dos cidadãos cubanos. A voz do PT emanou de fontes complementares, que pautaram as declarações presidenciais na ilha.
Circundando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, diversos tratados internacionais e a Constituição brasileira, o assessor de política externa Marco Aurélio Garcia qualificou como um “problema de Yoani” a obtenção da autorização de viagem. Ecoando o pretexto oficial castrista, a ministra Maria do Rosário (dos Direitos Humanos!) declarou que Cuba não viola os direitos humanos, mas é vítima de uma violação histórica, representada pelo embargo norte-americano.
O alinhamento automático do PT à ditadura cubana revela extraordinária incapacidade de atualização doutrinária. A social-democracia europeia definiu sua relação com o princípio da liberdade política por meio de duas experiências históricas decisivas: a ruptura com os bolcheviques russos em 1917 e o confronto com a URSS de Stalin na hora do Pacto Germano-Soviético de 1939.
O PT, contudo, não é um partido social-democrata. A sua inspiração tem raízes em outra experiência histórica, instilada no seu interior pelas correntes castristas que formam um dos três componentes originais do partido. Tal experiência é o “anti-imperialismo” da esquerda latino-americana, uma narrativa avessa ao princípio da liberdade política.
Peça número 2: Contrariando o renitente alarido petista de condenação da “privataria tucana”, o governo leiloou três aeroportos para a iniciativa privada, mas, ato contínuo, o PT regurgitou as sentenças ortodoxas que compõem um estribilho estatista reproduzido à exaustão. Uma nota partidária anunciou a continuidade da “disputa ideológica sobre as privatizações”, enquanto o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) se enredava na gramática da hipocrisia para formular distinções arcanas entre “concessões” e “privatizações”.
A explicação corrente sobre essa dissonância radical entre palavras e atos aponta as motivações eleitorais de um partido que descobriu as vantagens utilitárias de demonizar adversários indisponíveis para defender a própria herança.
Há, contudo, algo além disso, como insinua uma declaração do presidente petista Rui Falcão, que classificou os “adversários” do PSDB como “privatistas por convicção”. O diagnóstico não faz justiça ao governo FHC, mas oferece pistas valiosas sobre a natureza de seu próprio partido.
O PT confusamente socialista das origens pouco se importava com o destino das empresas estatais, engrenagens do capitalismo nacional tardio erguido por Getúlio Vargas e aperfeiçoado por Ernesto Geisel. O partido só aderiu à ideia substituta do capitalismo de Estado após a queda do Muro de Berlim. No governo, aprendeu toda a lição: a rede de estatais configura um sistema de vasos comunicantes entre a elite política e a elite econômica, servindo ao interesse maior de perpetuação no poder e a uma miríade de interesses políticos e pecuniários menores.
Os aeroportos foram privatizados para conjurar o espectro do fracasso da operação Copa do Mundo. Ao largo do território das convicções, sempre podem ser deflagradas novas privatizações: afinal, o partido antiprivatista tem como ícone José Dirceu, uma figura que prospera exercendo a função de intermediário entre o poder público e grandes grupos empresariais privados.
Peça número 3: O governo reprimiu o movimento dos PMs da Bahia e o PT condenou os atos criminosos de suas lideranças, mas não caracterizou a greve de militares como motim, deixando entreaberta a vereda para voltar a surfar na onda de episódios similares em Estados governados pela oposição. Os precedentes são conhecidos.
Em 1992, quando o pefelista ACM governava a Bahia, o atual governador petista, Jacques Wagner, solidarizou-se com os PMs grevistas. Nove anos depois, quando a Bahia era governada pelo também pefelista César Borges, foi a vez do deputado Nelson Pelegrino, hoje candidato do PT à prefeitura de Salvador, proclamar seu apoio à greve dos PMs baianos. Durante a greve parcial de PMs paulistas, em 2008, no governo “inimigo” de José Serra, o PT formou uma comissão parlamentar de defesa do movimento.
A clamorosa duplicidade tem sua raiz profunda no papel desempenhado pelos sindicalistas do PT. A partidarização petista do movimento sindical moldou um corporativismo sui generis, que substitui os interesses da base sindical pelos do partido. No sindicalismo tradicional, tudo se deve subordinar às reivindicações de uma categoria. No sindicalismo petista, as reivindicações da base sindical devem funcionar como alavancas do projeto de poder do PT. Hoje, os PMs da Bahia são classificados como criminosos; amanhã, nas circunstâncias certas, PMs amotinados serão declarados trabalhadores comuns em busca de direitos legítimos.
O pensamento duplo não é um acidente no percurso do PT, mas, desde que o partido alcançou os palácios, sua alma política genuína. A tensão entre princípios opostos é real, mas não explosiva. Num país em que a oposição renunciou ao dever de discutir ideias, o partido governista tem assegurado o privilégio de rotinizar a mentira.
*SOCIÓLOGO, DOUTOR EM GEOGRAFIA HUMANA PELA USP
vagabundo é vc que não se identfica ,covarde se vc é homem poe seu nome ai safado!!!!!!!!!! rosemberg não existe ,zé das medalhas morreu há mais de 10 anos,o kassab é mais corinthiano doque vc possa imaginar pois ele aprovou um incentivo de mais de 450 milhões pr seu club construi estadio com dinhero publico e lindemberg é saopaulino mesmo,mas vai fica tanto tempo preso que com a cadeia e capas de sai de la corinthiano.