CBF – os ratos dividem o mesmo queijo

A provável queda de Ricardo Teixeira, anunciada para os próximos dias, deve, e muito, ser comemorada.
Símbolo de ditadura e corrupção, não deixará saudades.
Muito provavelmente, do sonho de ser presidente da FIFA, o genro do “homem” terá que se contentar com o estratégico “ostracismo”, já utilizado pelo semelhante Eduardo José Farah, de triste lembrança para o futebol de São Paulo.
Porém, apesar da alegria se, de fato, a queda se consumar, logo na sequência, demonstrando o quanto a gestão de nosso futebol está doente, teremos motivos fortes para nos preocupar.
Seus sucessores diretos, José Maria Marin – homem de Paulo Maluf – e Fernando Sarney – com sobrenome que dispensa apresentações, dão a tônica do que ainda está por vir.
E, para “assessorá-los”, temos ainda Andres Sanchez e, provavelmente, Marco Polo Del Nero, que já manobra nos bastidores pela “boquinha”.
Não tem jeito.
Se o Governo não interferir de alguma maneira, o sistema corrompido do futebol trocará os corruptos, mas não permitirá o fim da corrupção.

Eu acho que Marin e sua turma podem ser ainda piores. São filhotes da ditadura e umbilicalmente ligados ao S Paulo. Uma nova eleição deveria ser feita, com nome de consenso entre os clubes e as federações, que são os eleitores. Afinal, a CBF é uma entidade de direito privado e a sucessão deve ser feita de acordo com seus estatutos e de acordo com as leis vigentes no país.
CURINTCHIA TD VAGABUNDO, SAFADO, SEM VERGONHA, PIROCUUUDOS, AI AI UI, SEUS CACHORROS…
É HJ Q O BICHO PEGA ALDO, ME COME SEU SAFADO!!!
Paulinho
Infelizmente nossa geração e nem de nossos filhos verá o país passado a limpo, quiçá a CBF.
Se essa história, realmente, acontecer é porque o próximo já tem tudo arrumado com o ditador. Para ser bem realista essa turma só largará do poder quando morrer.