São Paulo de joelhos para a ilegalidade
Noticiamos ontem que a Justiça anulou a reeleição de Juvenal Juvêncio, por considerar os métodos utilizados pelo dirigente para chegar ao poder, ilegais.
Esperava-se, num clube que se apresenta ao cenário nacional como diferenciado, não fossem necessárias novas contendas judiciais, que acabam por manchar a imagem do Tricolor.
E que os próprios conselheiros cobrassem a moralidade da atual gestão.
Lamentavelmente, não vai acontecer.
Não é possível que no grupo do atual presidente não exista sequer uma pessoa capaz de sucedê-lo, de maneira legítima.
Pelo visto, não há.
Ou todos realmente temem afrontar o atual mandatário.
Juvenal resolveu permanecer no poder, mesmo com decisão judicial contrária, aproveitando-se da morosidade do sistema, que julgará seu recurso somente após o término de seu mandato.
Triste atitude, para não dizer anti-democrática, de alguém que fez boas coisas para o clube no início de sua gestão, mas que, no último ano, está chutando o balde de leite da vaca premiada.
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