São Paulo de Alckmin não conduz, é conduzida

Após o encontro em que Geraldo Alckmin beijou as mãos de Ricardo Teixeira, no Rio de Janeiro, pouco há para se salvar da dignidade do estado de São Paulo.
O Governador, além de implorar para que a cidade seja escolhida, entrou no jogo da chantagem, e disse que se empenhará para viabilizar financeiramente o “Fielzão”.
Fosse o líder que diz ser, trataria de colocar o Imperador da CBF em seu devido lugar, ainda mais com o histórico de denúncias – comprovadas – de corrupção, que surgem diariamente na imprensa mundial.
Corre o risco de ver seus joelhos terem sido ralados a toa, principalmente se Teixeira cumprir a promessa que fez a Aécio Neves, de realizar a abertura no Mineirão.
Uma coisa é certa.
Não será nada fácil encarar os amigos da Opus Dei depois de tamanha humilhação.
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