Andres Sanches e Ronaldo Fenômeno são os únicos proprietários da 9INE

Andres Sanches é um dos proprietários da empresa 9ine, que tem ainda como sócio o ex-jogador Ronaldo Fenômeno.

O fato da WPP, com sugestiva sede em Londres, constar no contrato social implica apenas que é a responsável pelo marketing do empreendimento.

Nada mais do que isso.

Como de costume, Andres Sanches oculta sua participação no negócio, embora tenha poder de decisão idêntico ao de Ronaldo.

Utilizar os parceiros “comerciais” do dirigente do Corinthians em conjunto com a evidente fama do maior artilheiro de todas as Copas servirá para abrir as portas de locais que se recusariam a negociar com alguns deles.

A revelação foi feita em conversa de representante do grupo DIS com o jogador Ganso, em que mais três pessoas estavam presentes.

Dois “laranjas” habituais do presidente corinthiano trabalham simultaneamente em negociações envolvendo tanto o grupo DIS quanto a 9INE.

Andre Campoy, conselheiro do Corinthians e Wando Morais, o mesmo que foi acusado de pedofilia no Parque São Jorge, ligadíssimo a Nesi Curi, ex-vice Presidente do clube, condenado por estelionato.

Sanches e Ronaldo têm ainda parceiros internacionais conhecidos do leitor deste blog, quase todos eles investigados, quando não pela polícia federal, também pelo poder público russo.

Faz parte do negócio uma “parceria” com a Seleção Brasileira, motivo da nova reaproximação de Ronaldo com Ricardo Teixeira, que incluiria, segundo o que foi conversado pelos já citados acima, polpudas comissões aos envolvidos diretamente nas convocações.

Por anos a Rede Globo, com auxílio de grande parte da mídia, tratou de misturar a imagem de “Fenômeno” dos gramados com a de bom moço fora deles, chegando até a fazer matérias inteiras para abafar alguns de seus escândalos.

Os poucos anos de convivência de Ronaldo com o presidente do Corinthians e seus esquemas de transações e jogadores, fizeram aflorar nele sua verdadeira personalidade.

Sem ética, com apetite voraz pelo dinheiro, pouco se importando com a conseqüência de seus atos.

Sem esquecer-se, é claro, de manter a imagem de bom moço para o público, função a ser executada pela WPP, com constantes “notificações” à mídia de seus atos “filantrópicos”, vez por outra, calculados.

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