Trinta e oito anos em cem: a maior das alegrias !

A maior alegria que tive nos meus 38 anos de corinthianismo foi proporcionada por aquele maravilhoso esquadrão que se sagrou Campeão Mundial de Clubes em 2000.

Estive em todas as partidas.

Contra o Raja Casablanca, a emoção de ver pela primeira vez o Timão disputando o mais sonhado dos torneios.

Corinthians e Real Madrid fizeram um grande jogo, o melhor do Mundial.

Precisando vencer o Al Nassr para chegar à final por dois gols de diferença, sofri demais na arquibancada do Morumbi.

O gol salvador de Rincón saiu apenas aos 37 minutos do segundo tempo.

Como já havia comprado o ingresso da final antes do início do Mundial (confiante, como sempre), sabia que seria testemunha ocular do momento mais importante da história do clube.

A final contra o Vasco da Gama foi nervosa.

Quando Romário e Edmundo pegavam na bola, os corinthianos, que não paravam de gritar “ô,ô,ô, Todo Poderoso Timão”, suavam frio.

O alívio só veio – por incrível que pareça – quando chegamos às penalidades.

Todos, sem exceção, confiavam demais em São Dida do Parque São Jorge.

E o maior sonho de todos os corinthianos tornou-se realidade.

Fiquei ainda três dias no Rio de Janeiro.

Não parava de comemorar !

   

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