Pedalando no narcotráfico
O mais famoso dos “religiosos” que se negaram a participar da ação beneficiente com as crianças portadoras de deficiência cerebral deveria observar melhor o regulamento de sua igreja.
Não acredito que contribuir para o tráfico de drogas seja aceitável em sua doutrina.
Na cidade praiana, todos sabem que ele era um dos financiadores do traficante Naldinho.
Compareceu em muitas de suas ações “solidárias” na favela.
Participou de orgias e festas regadas a muito pó.
Recentemente teve sua mãe seqüestrada por essa gente, em claro acerto de contas, posteriormente abafado pela turma do presidente do clube, influente demais na cidade.
No exterior, sua vida manteve o mesmo ritmo.
Consumia drogas, participava de “festinhas” que mais pareciam um “remake” de “Sodoma e Gomorra” e passou a se envolver com gente ligada à Máfia do Esporte, não muito diferentes de caráter do amigo traficante que deixou no Brasil.
Descumpriu contratos com grandes equipes da Europa apenas para contribuir com a ganância daqueles, entre eles o “iraniano”, que desejavam lucrar e lavar o dinheiro das transferências.
Evidente, sua parte de grana no ardil foi suficiente para calar a sua já tão escassa moral.
Este “religioso” estará na Copa do Mundo da África do Sul.
É bom que a comissão técnica da Seleção, tão zelosa pelo comportamento de seus selecionados, fique de olhos bem abertos.
Da mesma maneira que encanta os torcedores com belas atuações no gramado, o “religioso” pode desencantar o grupo, com a ajuda daqueles que insiste em proteger.
