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A ideologia saiu de moda? Adote a que está em alta

lulacollorsarney

Por JOSIAS DE SOUZA 

http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/ 

Sempre que uma ideologia sai de moda, o político recorre ao primeiro modelito prêt-à-porter disponível na prateleira das conveniências. 

Para o PT, o patrocínio incondicional da ética tornou-se démodé. O chique agora é envergar o manto diáfano da “governabilidade”. 

Numa fase em que camiseta de Che Guevara já não serve nem para seduzir a Ideli Salvatti, o repórter sai em socorro dos petistas. 

Vão abaixo duas listas. Relacionam o que precisam fazer e o que devem evitar os petistas que desejam salvar o charme. 

– O que o petista não precisa mais fazer:

 1. Lembrar que Lula já chamou Sarney de ladrão.

2. Recordar as baixarias do Collor na eleição de 89.

3. Posar de torquemada em sessões de CPI.

4. Gritar ‘Fora, FMI’.

5. Ler Neruda.

6. Comer frango com a mão.

7. Beber cachaça. 

– O que o neopetista não pode deixar de fazer: 

1. Rezar por Sarney antes de dormir.

2. Admitir que foi injusto com o Collor.

3. Negociar com o Renan a tática anti-CPI.

4. Exaltar o socorro do Brasil ao FMI.

5. Ler Marimbondos de Fogo.

6. Aprender a manusear os talheres.

7. Folhear um bom guia de vinhos.

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26 comentários sobre “A ideologia saiu de moda? Adote a que está em alta

  1. Neto

    Em 2010 aposto que Lula e Andres subirão nos palanques de braços dados, pedindo suas reeleições.

  2. Erich

    Decifrando o mistério paulista

    Quem não é de São Paulo, visita o Estado e constata a catástrofe paulista não consegue entender por que o povo do Estado mantém a direita tucano-pefelista no poder há tantos e tantos anos (quase duas décadas). A cada ano, o Estado vem perdendo, perdendo e perdendo. Perde qualidade de vida, investimento e pujança econômica, empregos etc. E o povo aplaude.

    Basta olhar para os números da crise econômica para ver como em São Paulo ela é mais grave do que no resto do Brasil. E depois olhar para a Saúde, para a Educação, para o transporte público, para a Habitação ou para a Segurança pública.

    Hoje, temos, os paulistas, indicadores entre os piores do país em todos esses quesitos apesar de sermos o Estado mais rico e industrializado.

    Na economia, o desemprego resiste em São Paulo enquanto melhora rapidamente no resto do país. A produção industrial paulista, idem. Agora, apesar da isenção de impostos do governo federal, a famigerada “substituição tributária” do governo paulista anula a queda nos preços da “linha branca” (geladeiras, fogões etc), por exemplo.

    Na Saúde, bem, na Saúde uma visita a um hospital público da capital mostra como em quase vinte anos de governos tucanos o paulista acabou tendo atendimento proporcionalmente pior do que o de Estados paupérrimos do Norte e do Nordeste, que vêm melhorando a cada ano enquanto o de São Paulo, no mínimo, fica estagnado.

    Na Educação, São Paulo fica sempre nos últimos lugares nas avaliações nacionais. Os professores da rede pública paulista estão entre os mais mal pagos. Vivem em greve e levando “borrachada” da polícia do governador. Os alunos da rede estadual de ensino são verdadeiros analfabetos funcionais.

    O transporte público é uma desgraça. O trânsito de São Paulo é o pior do país e um dos piores do mundo. Proporcionalmente, temos a menor rede metroviária. Uma cidade como Santiago do Chile, que tem a metade da população de São Paulo, dispõe de uma rede de metrô duas vezes maior. O povo da periferia passa duas, três horas espremido em ônibus lotados para ir ao trabalho ou voltar. No metrô, a situação é igualmente caótica. Nos horários de pico, a cena é surreal, com milhões de pessoas espremidas e se empurrando nas estações saturadas.

    Na Habitação, sugiro a quem não acredita no que digo que dê uma volta pela capital de São Paulo para ver as favelas crescendo sem parar, os cortiços proliferando, os moradores de rua aumentando. Como se não bastasse, o governo do Estado ainda boicota o programa de moradias do governo federal. E como a imprensa paulista não informa a população, ela não sabe o que está perdendo.

    A Segurança pública está em um nível de calamidade jamais visto. Os policiais ganham menos do que os do Piauí. Apesar da propaganda oficial, que a imprensa daqui abraça, o paulista vive cada vez mais apavorado com a criminalidade. Basta dar uma volta pelo centro velho da capital (pela Cracolândia, por exemplo) para comprovar. E se você, não-paulista, perguntar a qualquer paulista se acredita que a criminalidade está diminuindo, ele rirá na sua cara.

    Paradoxalmente, há pouco o instituto Datafolha fez uma pesquisa sobre a avaliação do governo de José Serra e ele aparece com a mesma popularidade de quando foi eleito. E nas pesquisas sobre a sucessão presidencial, com o peso eleitoral de São Paulo Serra aparece isolado na liderança, ainda que tal liderança esteja caindo mês a mês. E só não cai mais rápido por conta dos paulistas, que são muitos e, portanto, influem fortemente no resultado das pesquisas.

    Aparentemente, é um mistério o que acontece com o povo de São Paulo. Parece não haver explicação lógica. Mas há: ao perguntar a um paulista por que a Segurança Pública de seu Estado piorou tanto, via de regra ele dirá que a culpa é de Lula. E dirá o mesmo sobre todo o resto – Saúde, Educação, Habitação, Transporte…

    O paulista não se lembra nunca do governo do Estado na hora de reclamar dos problemas locais porque o governo estadual deixou de ser fiscalizado e criticado pela imprensa de São Paulo há quase vinte anos. Vai daí que, para o paulista, tudo é responsabilidade do governo federal. E, como São Paulo só faz piorar, o povo desse Estado fica insatisfeito com o governo Lula em vez do governo Serra.

    Se você que não é de São Paulo não acredita no que digo, pergunte a um paulista típico se a Saúde, a Educação, o Transporte, a Segurança etc estão bons. Ele responderá que está tudo horrível. Daí, pergunte de quem é a culpa e ouvirá só criticas a Lula.

    Isso acontece porque a classe social esclarecida, que sabe de quem é a responsabilidade por cada quesito supra mencionado, é de direita, abastada e acha que, para manter seus privilégios, é preciso haver desigualdade social. E as camadas sociais que mais sofrem – ainda que todas sofram com problemas que não se resumem aos pobres – são incultas e não sabem que a vida em São Paulo é proporcionalmente pior do que no resto do país por conta do governo do Estado. E não sabem simplesmente porque este governo é invisível na mídia.

    O mistério paulista está explicado. Agora, falta explicar como combater tal fenômeno.

    Ano que vem, haverá que fazer uma campanha massiva em São Paulo explicando as responsabilidades de cada esfera de governo. Haverá que dizer, por exemplo, que São Paulo não tem metrô porque a esfera de governo encarregada de implantar a rede metroviária é a estadual e não investiu. E denunciar que a imprensa não discute o governo de São Paulo porque é aliada dele.

    Parece-lhe uma tática óbvia? Sim, é óbvia. Contudo, nas eleições anteriores nada disso foi feito no âmbito do governo paulista.

  3. Erich

    18/07/2009 – Blog do Nassif

    O último suspiro de Serra

    Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia.
    A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou.
    Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe – um grande escândalo.
    O início da derrocada
    O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Oportunamente abordarei as razões desse fracasso.
    Basicamente:
    1. O estilo autoritário-centralizador e a falta de punch para a gestão. O Serra do Ministério da Saúde cedeu lugar a um político vazio, obcecado com a política rasteira. Seu tempo é utilizado para planejar maldades, utilizar a mão-de-gato para atingir adversários, jornalistas atacando colegas e adversários e sua tropa de choque atuando permanentemente para desestabilizar o governo.
    2. Fechou-se a qualquer demanda da sociedade, de empresários, trabalhadores ou movimentos sociais.
    3. Trocou programas e ideias pelo modo tradicional de fazer política: grandes gastos publicitários, obras viárias, intervenções suspeitíssimas no zoneamento municipal (comandado por Andrea Matarazzo), personalismo absurdo, a ponto de esconder o trabalho individual de cada secretário, uso de verbas da educação para agradar jornais. Ao contrário de Franco Montoro, apesar de ter alguns pesos-pesados em seu secretariado, só Serra aparece. Em vez de um estado-maior, passou a comandar um exército de cabos e sargentos em que só o general pode se pronunciar.
    4. Abandonando qualquer veleidade de inovar na gestão, qual a marca de Serra? Perdeu a de bom gestor, perdeu a do sujeito aberto ao contato com linhas de pensamento diversas (que consolidou na Saúde), firmou a de um autoritário ameaçador (vide as pressões constantes sobre qualquer jornalista que ouse lhe fazer uma crítica).
    5. No meio empresarial (indústria, construção civil), perdeu boa parte da base de apoio. O mercado o encara com um pé atrás. Setores industriais conseguem portas abertas para dialogar no governo federal, mas não são sequer recebidos no estadual. Há uma expectativa latente de guerra permanente com os movimentos sociais. Sobraram, para sua base de apoio, a mídia velha e alguns grandes grupos empresariais de São Paulo – mas que também (os grupos) vêem a candidatura Dilma Rousseff com bons olhos.
    A rede de interesses
    O PSDB já sabe que o único candidato capaz de surpreender na campanha é Aécio Neves. Deixou marca de boa gestão, mostrou espírito conciliador, tem-se apresentado como continuidade aprimorada do governo Lula – não como um governo de ruptura, imagem que pegou em Serra.
    Será bem sucedido? Provavelmente não. Entre a herança autêntica de Lula – Dilma – e o genérico – Aécio – o eleitor ficará com o autêntico. Além disso, se Serra se tornou uma incógnita em relação ao financismo da economia, Aécio é uma certeza: com ele, voltaria com tudo o estilo Malan-Armínio de política econômica, momentaneamente derrotado pela crise global. Mas, em caso de qualquer desgaste maior da candidatura oficial, quem tem muito mais probabilidade de se beneficiar é Aécio, que representa o novo, não Serra, que passou a encarnar o velho.
    Acontece que Serra tem três trunfos que estão amarrando o PSDB ao abraço de afogado com ele.
    O primeiro, caixa fornida para bancar campanhas de aliados. O segundo, o controle da Executiva do partido. O terceiro, o apoio (até agora irrestrito) da mídia, que sonha com o salvador que, eleito, barrará a entrada de novos competidores no mercado.
    Se desiste da candidatura, todos os que passaram a orbitar em torno dele terão trabalho redobrado para se recolocarem ante outro candidato. Os que deram apoio de primeira hora sempre terão a preferência.
    Fica-se, então, nessa, de apelar para os escândalos como último recurso capaz de inverter a dinâmica descendente de sua candidatura. E aí sobressai o pior de Serra.
    Ressuscitando o caso Lunus
    Em 2002, por exemplo, a candidatura Roseana Sarney estava ganhando essa dinâmica de crescimento. Ganhara a simpatia da mídia, o mercado ainda não confiava em Serra. Mas não tinha consistência. Não havia uma base orgânica garantindo-a junto à mídia e ao eleitorado do centro-sul. E havia a herança Sarney.
    Serra acionou, então, o Delegado Federal Marcelo Itagiba, procuradores de sua confiança no episódio que ficou conhecido como Caso Lunus – um flagrante sobre contribuições de campanha, fartamente divulgado pelo Jornal Nacional. Matou a candidatura Roseana. Ficou com a imagem de um chefe de KGB.
    A dinâmica atual da candidatura Dilma Rousseff é muito mais sólida que a de Roseana.
    1. É apoiada pelo mais popular presidente da história moderna do país.
    2. Fixou imagem de boa gestora. Conquistou diversos setores empresariais colocando-se à disposição para conversas e soluções. O Plano Habitacional saiu dessas conversas.
    3. Dilma avança sobre as bases empresariais de Serra, e Serra se indispôs com todos os movimentos sociais por seu estilo autoritário.
    4. Grande parte dessa loucura midiática de pretender desestabilizar o governo se deve ao receio de que Dilma não tenha o mesmo comportamento pacífico de Lula quando atacada. Mas ela tem acenado para a mídia, mostrando-se disposta a uma convivência pacífica. Não se sabe até que ponto será bem sucedida, mas mostrou jogo de cintura. Já Serra, embora tenha fechado com os proprietários de grupos de mídia, tem assustado cada vez mais com sua obsessão em pedir a cabeça de jornalistas, retaliar, responder agressivamente a qualquer crítica, por mais amena que seja. Se já tinha pendores autoritários, o exercício da governança de São Paulo mexeu definitivamente com sua cabeça. No poder, não terá a bonomia de FHC ou de Lula para encarar qualquer crítica da mídia ou de outros setores da economia.
    5. A grande aposta de Serra – o agravamento da crise – não se confirmou. 2010 promete ser um ano de crescimento razoável.
    Com esse quadro desfavorável, decidiu-se apertar o botão vermelho da CPI da Petrobrás.
    O caso Petrobras
    Com a CPI da Petrobras todos perderão, especialmente a empresa. Há um vasto acervo de escândalos escondidos do governo FHC, da passagem de Joel Rennó na presidência, aos gastos de marketing especialmente no período final do governo FHC.
    Todos esses fatos foram escondidos devido ao acordo celebrado entre FHC e José Dirceu, visando garantir a governabilidade para Lula no início de seu governo. A um escândalo, real ou imaginário, aqui se devolverá um escândalo lá. A mídia perdeu o monopólio da escandalização. Até que grau de fervura ambos os lados suportarão? Lá sei eu.
    O que dá para prever é que essa guerra poderá impor perdas para o governo; mas não haverá a menor possibilidade de Serra se beneficiar. Apenas consolidará a convicção de que, com ele presidente, se terá um país conflagrado.
    Dependendo da CPI da Petrobras, aguarde nos próximos meses uma virada gradual da mídia e de seus aliados em direção a Aécio.

  4. Marcel

    tenho críticas ao governo Lula com respeito à area social, corrupção e favorecimento a certos setores econômicos, mas esse post é péssimo, extremamente preconceituoso. Dizer que o petista preferia cachaça a vinho é ser elitista ao extremo. É por causa dessas críticas que o Lula vai tendo o apoio dos mais pobres. A mídia não consegue desconstruir a imagem dele, as críticas conseguem ser tão elitistas que conseguem dividir o país entre a maioria pobre e a minoria rica.

  5. Victor Zacharias

    Erich, muito, agora fica mais equilibrado o jogo..rs…parace até que os demo-tucanalhas são representantes da ética.
    Paulinho, tem que colocar os dois lados, né? Jornalismo independente é assim, certo? abs

  6. Marcel

    Vai parecer que estou defendendo o Collor e o Sarney, mas na verdade defendo a democracia, ao contrário do que esse pessoal que se finge democrático.

    Esse pessoal que critica Lula, PT, Collor e Sarney parece esquecer que foram eleitos democraticamente, um inclusive teve direitos políticos cassados por um bom tempo e voltou. O povo de Alagoas votou nele, paciência, aqui em São Paulo já elegeram Maluf, o que a gente pode fazer?

    Daí vem alguns que chamam o “povão” de ignorante, há argumento mais anti-democrático e elitista que esse? Não há, quando vc chama a maioria de ignorante, vc defende sim que uma minoria “iluminada” faça as escolhas “corretas”. Não dá para defender isso e se posar de democrático.

    Digo isso não pq vou votar no Lula ou Collor ou Serra ou quem quer que seja, mas já prevejo uma lavada do PT nas próximas eleições, e o que vai chover de argumento anti-democrático aqui vai ser F… parece que democracia para alguns é o povão seguir a mesma opinião de alguns poucos.

  7. Marcel

    Por fim acho cômico o Paulinho ficar atacando a tal da parceria entre Lula, Collor e Sarney, tb acho que é medonho, mas meu amigo, o mundo roda, as pessoas mudam. Criticar mudança é ser conservador. Até parece que vc quer que as coisas continuem as mesmas. A conta pragmática do lulismo-petismo é simples, precisa de apoio no legislativo, de quem quer que seja. Tiveram até apoio do Maluf! Collor, Sarney e Maluf, pois é, poderiam sim prende o Lula por formação de quadrilha… hahaha

    Só para dar um exemplo mais antigo, o Carlos PRestes apoiou Getúlio nas eleiões de 50 e pouco, sendo que Getúlio tinha mandado sua esposa, Olga Benário para a Gestapo.

  8. Alexandre

    Não nos esqueçamos que os mesmos que atacam Collor e Sarney hoje, historicamente estiveram de braços dados com eles até há muito pouco tempo… ou ninguém se lembra da capa da Veja, que ostentava Collor como o “Caçador de Marajás”? Ou do histórico debate entre Collor e Lula na Globo que foi manipulado para favorecer Collor? Sarney também sempre foi aliado da grande mídia, seus filhos detêm o controle da afiliada da TV Globo no Maranhão, ACM (que tbm detinha um grande conglomerado de comunicação) foi seu Ministro das Comunicações…

    Portanto, essa ‘súbita’ mudança de opinião da grande mídia em relação aos dois só tem um único interesse: desestabilizar as bases de apoio ao Governo Lula, e de quebra conseguir que Marconi Perillo (desse você não fala, né, Paulinho?) seja presidente da CPI da Petrobrás.

  9. umlouco

    Marcel,

    Defender o Lula na questão ética é defender o indefensável. É muita sujeira mesmo.

    Só que a imprensa oficial (folha, estado, veja-eca, paulinho, noblat, globo e outros) tenta mostrar que a corrupção começou apenas no governo Lula.

    Isso explica-se dado o desespero deles vendo que o Lula, apesar de tudo, mantém uma aprovação altíssima. Sabe por que? Porque apesar da máquina ser suja, e isso não é criação do Lula, as condições das pessoas mais pobres mudou e muito. Não sou adepto do rouba mas faz, é apenas uma constatação.

    Ande pelo Brasil e pergunte as pessoas mais pobres se esse governo melhorou a vida deles. Vá a Manaus, por exemplo, e mande comparar os governos do PT e PSDB. Eu fiz isso.

    Claro, que para quem fica apenas atrás do computador no conforto de São Paulo, acha que tudo piorou e isso é culpa apenas do PT. Deve ser, pq pense como vivem essas pessoas: não saem do computador, lêem uol, globo, estadão. Entende como a opinião deles é formada? É claro que para eles tudo é culpa única e exclusiva do PT.

    Digo o mesmo em relação a Carta Capital.

    Sobre a tal parcialidade do Paulinho, ele está no blog dele e acaba publicando assuntos de interesse dele. Por isso vc não vê questionamentos sobre o Citadini aqui.

    Acho ótimas as denúncias do Paulinho. Apesar de usar recursos sujos às vezes, como essa matéria do bosta do Josias de Souza e aquela da Dilma, ele sempre busca a verdade. Claro que a verdade de um lado só. Mas já é alguma coisa, concorda?

    Só não espere que aqui vc verá os dois lados. Isso vc não vê nem nos assuntos do Corinthians, qto mais de assuntos polítcos.

  10. Ivan Lima

    Engraçadinho. E curioso.
    É a indignação seletiva do P. I. G. (ler em outros blogs).
    Outras histórias de agressão à ética, de políticos que hoje se colocam na oposição ao governo federal, estão esquecidas.
    Mas estes continuam aprontando em estados e municípios.
    Não devem ser trazidos para blogs cuja pauta é o esporte. Ou era?

  11. Giovani Fonseca

    Erich e pobres defensores do maior ladrão que este pais já conheceu, um tal governo Lula, há sim, apoiado por Colors, Sarneys e Renans da
    vida, claro gente da melhor qualidade como não poderia deixar de ser.
    Porém não seria correto deixar de lembrar das classes menos abastadas, que nas camadas de baixo dão sustentação a roubalheira toda, claro que não em vão, ora bolas, recebem um auxilio miséria em troca ou deveria dizer um vale pobreza? Bem isso não importa, por que também há os supostos intectuais e os estudantes, esses últimos agora se vendem por qulaquer vintêm, até lutam contra investigaões que com certeza desmantelaria os esquemas de depreciação da Petrobras arquitetados pelo PT, o ex-partido socialista/comunista/trotiquista/marxista e por ai vai, agora mais do que nunca um partido de direita ao extremo.
    Como se tudo isso não basta-se ainda aparece nesse blog alguns retardados mentais que sem nehuma cultura teiman en defender esses bandidos que estão no poder, cujo a única forma de explicar seus desmandos é acusar os governos passados, e dizer a celebre frase:
    Eu não sabia de nada!
    E assim caminha incompetência, a ignorância e a roubalheira sem fim.

  12. Bruno Garcia

    angraçado, os petistas imbecis acham que só pq alguem critica o PT ou o Lula, é a favor de FHC, Serra, PSDB e DEM.

  13. Ricardo

    Paulinho,
    comenta a candidatura do Luxa a senador pelo PT de Tocantins.
    Será que vai atrapalhar o desempenho dele no santos?

  14. luiz

    Lula e o PT apenas seguem os passos de Fernando Henrique Cardoso e o PSDB que depois da chegada ao poder mudaram totalmente o discurso quem não se lembra de FHC e sua famosa frase ” esqueçam meu passado” quando foi questionado sobre a aliança entre o PSDB e o finado PFL de ACM que era a favor do Regime Militar que FHC e PSDB lutaram contra(assim como Lula e o PT).

  15. luiz

    Biografia de um jornalista ” humilde”

    “Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.”

    Luis Nassif em seu Blog

    Ele só esqueceu de dizer que para à introdução do tal ” jornalismo eletrônico” ele pegou dinheiro emprestado no BNDES para seu site Dinheiro Vivo e assim como a Uni tem rabo preso com o governo Lula.

  16. euclydes zamperetti fiori

    Ao declarar que nos governos anteriores ocorriam coisas piores Lula e seus aceclas se confessam corruptos também, e ao que sei CORRUPÇÂO é roubar e roubo é penalizado com cadeia, portanto:

    CADEIA NELES

    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

    EM TEMPO:

    O auto intitulado + ético de tds os brasileiros, foi eleito para fazer governo limpo e ñ para comparações com antecessores, m,esmo fazendo estes comparativos se confessa traidor de tds, mesmo os que como eu ñ votaram nele por saber q. pouco trampou, muito agitou e destas tirou proveito, ganhou algum e traiu muitos dos seus, + tinham um pouquinho de esperança.

    Acorda Brasil

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