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Palmeiras se salva no final

Por JUCA KFOURI

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

O empate do Palmeiras na Arena da Baixada, merece algumas considerações:

1. O Atlético Paranaense fazia por merecer a vitória, até porque o gol de Obina, do 1 a 1, foi uma falha imperdoável do goleiro Vinicius, mas o mesmo Obina fez um gol mal anulado e de bicicleta!;

2. O time do Palmeiras jogou por Vanderlei Luxemburgo, coisa digna de nota, o que justifica o empate no final (aos 47), em 2 a 2, no gol de Keirrison depois que Ortigoza quase tinha feito o dele, numa bola que acabou no travessão.

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26 comentários sobre “Palmeiras se salva no final

  1. Luis Filipe Fabiani

    De novo, futebol não é jogo de justiça, mas de quem faz mais gol. O Palmeiras fez 3, um deles anulado inexplicavelmente. Isso sim é resultado injusto, o juiz interferiu diretamente no resultado.

  2. Piantino

    A mídia e o Corinthians
    Como dizia Robespierre, a principal arma do canalha é fazer-se de vítima e atribuir ao rival seus próprios defeitos.

    Muitas autoridades, no decorrer da história, se utilizaram dessa técnica para desviar os olhos de seus próprios crimes e vícios.

    No futebol, o esporte das multidões, não tem sido diferente.

    No Brasil, o Flamengo é o clube com maior número de simpatizantes nominais. Muitos deles torcem para um time local, mas declaram-se flamenguistas nas pesquisas.

    O Corinthians, entretanto, como comprova o minucioso estudo do BAV, da Young & Rubicam, é a “marca” mais estimada.

    O que nos permite dizer que o Corinthians é não somente o clube com mais torcedores fiéis, mas também é a maior instituição popular do país.

    Tem mais tradição que os partidos políticos, é mais estimado que qualquer associação de classe, tem mais apelo que qualquer entidade em qualquer área de expressão da cidadania.

    Isso porque o Corinthians não nasceu da vontade de um conde, de um governador, de um grupo de empresários, de um grupo de jovens da oligarquia, de um intelectual.

    Ao contrário, nasceu sozinho, obra da natureza, semeado pelo brilhante Cometa Halley.

    Nasceu resultado da vontade do povo, dos operários, dos carroceiros, dos imigrantes e migrantes, dos que buscavam ter alguma voz na sociedade.

    O Corinthians, e nós corinthianos, conseguimos obter essa inclusão com muito empenho, muita luta e muito sofrimento.

    Éramos os outsiders. Os penetras na festa das elites.

    Nos primeiros anos, os inimigos e a imprensa quatrocentona tentaram colar rótulos sobre a Nação. Eram denominações que escacaravam o preconceito e tentavam nos diminuir até mesmo como seres humanos.

    Éramos o time dos “suados”, dos “sujos”, dos “carroceiros”, dos “anarquistas”, dos “pobres do Bom Retiro”, dos “arruaceiros da Várzea do Carmo”, da “pretalhada”, dos “maloqueiro”, dos “carregadores do Mercadão”.

    Ora, mas éramos mesmo, com orgulho, muito do que diziam.

    O nosso ethos e os nossos perfumes…

    Éramos o time dos suados, pois éramos trabalhadores. Muitos de nós abriram na picareta as ruas da maior cidade do Brasil.

    Éramos os sujos, sim, pois tínhamos graxa de máquinas nas mãos.

    Éramos carroceiros, sim. Nosso segundo presidente, por exemplo, era dono de um tílburi, um taxi da época, puxado por cavalos.

    Éramos anarquistas, sim, graças a Deus. Nosso primeiro presidente, Miguel Bataglia, aprendera sobre essa doutrina política com os militantes sindicalistas da Light.

    Éramos, sim, mais pobres. Gente que lutava para sobreviver no bairro que até hoje acolhe os fora.

    Éramos os “arruaceiros”, pois o time ganhou logo o reforço dos moços do Botafogo da Rua Paula Souza, cujo time havia sido desfeito pelo tirano delegado de polícia.

    Éramos, sim, o time da “pretalhada”, pois os bons irmãos
    afro-descendentes logo viram que ali não havia preconceito e
    nem desamor.

    Éramos “maloqueiro”, sim, como gostava de dizer o corinthiano Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca”. Morávamos onde era possível, nas franjas da cidade, especialmente nos cortiços.

    Éramos, sim, os carregadores da comida da cidade. Éramos
    gente do Mercadão, dos nordestinos que ofereciam a mão-de-obra braçal ao japoneses bananeiros.

    Se isso tudo nos orgulha, é certo que também causa repugnância em muita gente, especialmente nos que tiveram seus palcos chiques invadidos por gente mal vestida e muitas vezes também mal nutrida.

    Não à toa que ainda nos chamam de “gambás”, pois tínhamos o cheiro das fábricas da Mooca e do Belém, o cheiro da carne do Mercado Municipal, o cheiro da água sanitária das lavadeiras da Baixada do Glicério.
    Não importa que hoje o Corinthians tenha ganho a adesão de
    artistas, intelectuais e até de empresários. Muitos deles usuários de perfumes de Paris.

    O aroma de nosso ethos é que os desagrada. É de gente. Temos o doce aroma do Brasil de verdade.

    *Mídia, preconceito e sabotagens informativas

    Diariamente, a mídia monopolista brasileira reproduz ainda hoje o preconceito contra tudo que é legitimamente popular.

    A imprensa brasileira é controlada basicamente por oito famílias e seus aliados das oligarquias regionais, seus parceiros e retransmissores.

    Os grandes jornais são hoje controlados pelos netos e bisnetos dos barões que torciam o nariz para o clube dos operários.

    Dos quatrocentões do Estadão aos enriquecidos pela Ditadura, como os Frias da Folha, a visão de mundo é a mesma.

    Alguém pode objetar: “ora, mas tem dono de jornal e jornalista corinthiano”.

    De fato, existem. Jornalistas, aliás, muitos.

    Prevalece, entretanto, na construção do discurso e da
    investigação jornalística o ranço do preconceito.

    Essa antipatia, por vezes, se converte em raiva, em religião de ódio. É o anti-corinthianismo militante, perigoso e traiçoeiro.

    Esse modo de ver e tratar o clube tem até algumas regras
    informais…

    1) Diminuir todas as conquistas corinthianas. Desvalorizá-las
    e satirizá-las.

    2) Escarnecer o corinthiano. Tratá-lo como um menor.

    3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

    4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por
    ventura, tenha beneficiado o time.

    5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

    6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

    7) Superdimensionar qualquer episódios que possa contribuir
    para gerar ou alimentar uma crise no clube.
    *Como funciona…

    Vamos analisar objetivamente os itens acima expostos:

    1) Diminuir todas as conquistas corinthianas. Desvalorizá-las
    e satirizá-las.

    É o caso do Mundial da Fifa. A mídia, por meio de seus Miltons Neves da vida, criou a ideia fantasiosa de que o torneio não tem validade.

    Isso é repetido diariamente por gente que escreve comentários em blogs, fóruns e outros canais de comunicação.

    Não importa que a FIFA reconheça o Corinthians como o primeiro dos 5 únicos campeões mundiais.

    Não importa que o torneio tenha reunido as maiores potencias do futebol, e representantes de todos os continentes.

    Não importa que o Corinthians tenha sido incluído por ser
    bicampeão do país sede.

    Prefere-se qualificar como campeões mundiais os clubes que
    venceram o jogo Europa-América do Sul, muitas vezes disputado pelo vice-campeão europeu.

    A regra do perfeito canalha midiático é desmerecer a conquista dos outsiders.

    2) Escarnecer o corinthiano. Tratá-lo como um inferior.

    A estratégia é acuar o corinthiano. Dizer que o clube não tem
    conquistas importantes, por exemplo.

    Vale fingir que o Paulista não era importantíssimo até 20 anos atrás.

    A proposta é dizer que o Corinthians não tem estádio, não
    tem CT e que a torcida é composta de estúpidos ignorantes.

    3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

    É o caso de 2.005, quando o Esquema Fernando Carvalho
    funcionava para dar ao Inter o título brasileiro que não ganhava (e não ganha) há décadas. A imprensa alimenta a ideia de que o título foi roubado.

    O mesmo se diz do título Paulita de 1.977, em que se acusa um falso caso de corrupção do ponte-pretano Rui Rei.

    O mesmo se diz da Copa do Brasil de 2.002, em que a imprensa viu um Brasiliense vítima e “superior” ao Corinthians.
    O argumento e a leviandade…

    4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por
    ventura, tenha beneficiado o time.

    É o caso do tal pênalti em Tinga, do Internacional.

    É o caso da suposta cobrança de falta com bola rolando na
    primeira partida da final da Copa do Brasil de 2.009.

    Vale ainda inventar situações. E repeti-las à exaustão. Pois como diziam os gênios manipuladores da informação do 3o. Reich, uma mentira dita mil vezes vira uma verdade.

    É o caso do pênalti cometido sobre um atleta do Internacional, na partida acima citada. Obra de lábia fantasiosa, repetida aos quatro ventos.

    5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

    A mesma mídia que se esgoelou para cobrar o tal pênalti em
    Tinga, foi a mesma que calou diante do pênalti em Acosta, na decisão da Copa do Brasil de 2.008.

    Hipocrisia é a regra.

    6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

    É o caso do conflito envolvendo polícia e corinthianos no
    Morumbi, no campeonato paulista.

    Foi o caso da versão escandalosamente falsa sobre o conflito
    que resulto da morte do corinthiano Clayton Souza.

    O promotor foi desmascarado por jornalistas sérios, mas nem
    assim a grande imprensa resolveu se retratar. Manteve com
    cara de pau a versão antiga.

    7) Superdimensionar qualquer episódio que possa contribuir
    para gerar ou alimentar uma crise no clube.

    Aqui, não se absolve ninguém, pois sempre houve irregularidade na administração corinthiana.

    O que ocorre, entretanto, é um jornalismo irresponsável,
    praticado até mesmo em blogs supostamente pessoais.

    Exagera-se.

    Acusa-se sem provas.

    Promove-se o caos com base em hipóteses e denúncias sem
    credibilidade.
    *Os queridos da mídia

    Para entender como funciona o processo de exaltação dos
    queridos da mídia, basta inverter todas essas regras.

    É o caso de Internacional e São Paulo, que trabalham diariamente nos bastidores, distribuindo mimos a árbitros, cartolas e, logicamente, jornalistas (imprensaleiros).

    Alguns exemplos de comportamento da mídia adestrada:

    1) Ninguém se levanta para mostrar os inúmeros erros escandalosos de arbitragem que beneficiaram o Inter em 2.005.

    2) Ninguém move um dedo para denunciar a anulação dos dois gols do Nacional, no Beira-Rio, na Libertadores de 2.006.

    3) Ninguém reclama da anulação do gol legítimo do Botafogo no Brasileiro de 2.008, em partida contra o São Paulo, no Engenhão.
    Aliás, fazem-se todos de surdos e mudos diante dos 10 erros de arbitragem, comprovados por vídeos, que deram o campeonato ao time do Jardim Leonor.

    O São Paulo pode ter seu estádio penhorado, mas isso não vira manchete.

    No caso da história, ninguém se lembra do que os santinhos do Internacional fizeram com os corinthianos em 1.976.

    1) Foguetório a noite toda diante do hotel. Janelas quebradas.

    2) Ameaça de envenenamento na comida dos jogadores.

    3) Inviabilização do vestiário corinthiano, com uso de inseticidas altamente tóxicos para prejudicar a saúde dos atletas.

    4) Anulação de um gol legítimo de Wladimir, quando o jogo ainda tinha o placar de 0 x 0.

    5) Empurrão claro sobre o zagueiro Moisés num dos gols do
    time da casa.

    Nada disso é dito, nada é comentado.

  3. Marcello

    …”O Atlético Paranaense fazia por merecer a vitória”…

    Esse cara virou humorista.

  4. Daniel

    Jogou pelo Luxa?
    E o telefonema que o JJ recebeu de um proposto do do Luxa dizendo que o mesmo estava aberto a negociações?

  5. Bruno Garcia

    O palmeiras foi roubado hoje, mas não cabe muita reclamação já que nos ultimos 2 jogos foi beneficiado.

  6. Paulo

    Sim, o juiz influenciou…
    irritando os jogadores do Atlético e não marcando falta sobre o goleiro Vinicius que resultou no gol do pipoqueiroson.
    Assim não dá. O Atlético está tentando se reerguer depois de uma série de erros e os juízes não deixam. Safado!

  7. Ze da Feira

    O ultimo foi contra o Nacional, se nesse jogo o Palmeiras foi beneficiado imagina se fosse prejudicado.

  8. José Roberto da Silva

    Eu torci para que o Marcão tivesse feito o gol naquele chute da sua intermediária.

  9. geraldo lina

    SETIMO PONTO ROUBADO A FAVOR DA CASA DE TOLERANCIA:
    SANTO ANDRE, VITORIA E ATLETICO PARANAENSE.

    ATEH QUANDO ???

    ***(*) ******(*)

  10. Felipe Oliveira

    A lina deve tar confundindo com o gol de empate dos xxxxxxx,onde o washington empurrou o zagueiro do santo andré e na sobra o borges fez o gol.

  11. machado

    O auxiliar poderia até alegar que teve visão atrapalhada com vários jogadores voltando.
    Porém o árbitro estava próximo ao Obina e preferiu fugir à responsabilidade. Errou feio. Deveria ter chamado para si o lance.
    Se esquema TRAFFIC funcionasse o gol seria validado.
    E quanto à reclamação de falta no gol de empate, basta observar que o goleiro sai de trás e nem toca no atacante do Palmeiras.
    Aliás o goleiro falhou nos dois gols .

  12. Osvaldo SE

    LINA, QUANDO FOR COMENTAR ALGO, DESLLIGA O VIBRADOR, SAI DE CIMA DELE E RESPIRA, SENÃO SAI ISSO QUE VOCE ESCREVEU.

  13. Químico

    Meu amigo , o JUIZ ROUBOU O PALMEIRAS , ajudou o CAP !!!

    Acorda , tira a bandeira da cara …

  14. Fábio Barbano

    Discordo. O Palmeiras só buscou daquela forma o gol de empate, com até o goleiro na área do adversário, porque estava perdendo. Se o gol do Obina fosse validado, provavelmente ficaria no 2 a 2 o placar também. Isso se o time não recuasse e tomasse pressão do Atlético, correndo o risco de perder a partida.

  15. Alviverde/SP

    Geraldolina sempre manda os outros se catar…pois devemos dizer pra ele:
    VAI SE TRATAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRS

  16. Marcelo Pereira da Silva

    Curiosamente, foi o segundo gol de bicicleta do Obina mal anulado esse ano. Me pergunto se teriam anulado o tento de um jogador mais tarimbado, como o próprio Keirrison.

    E o Palmeiras merecia a vitória. O time do Atlético-PR se acovardou depois de ter levado o empate e só levou perigo mesmo na falta que o Marcinho bateu muito bem.

  17. Jones 8-1-1

    sou palmeirense mas concordo com a maioria do que vc escreveu… principalmente sobre a lavagem cerebral dos títulos arbitrados (os não oficiais só valem qdo interessa à mídia)

  18. Jones 8-1-1

    2 gols do Maurício Ramos, q fez 2 faltas inúteis em jogadores que estavam de costas pro gol…ninguém vê isso?

    alias, se somar os QIs de Maurício Ramos, Wendel e Armero acho que num dá 20…com esses 3, desisto

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