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Coluna do Fiori

 

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito

RIR É MELHOR

O sorteio para escolha do árbitro antes de qualquer partida oficial por obra de nossos “corretos” parlamentares tornou-se obrigatório, com isto, a CEAF-SP presidida por Marinho, cumpriu dever legal efetuando-o conforme roteiro:

PRIMEIRO SORTEIO

SÃO PAULO x CORINTHIANS

Participaram:

Sálvio Spinola, Wilson Seneme, Rodrigo Braghetto e Cléber Abade.

Não compartilharam: Paulo César de Oliveira requisitado para atuar pela CONAF e João Henrique, por contusão.

Estranhei à presença de Cléber Abade, conforme informação, Abade não conseguiu terminar o teste realizado pela CONAF durante a semana, necessitou de socorro, sendo conduzido a um nosocômio por meio de ambulância.

Ao que sei sua lesão foi forte, acredito que Abade deveria ter sido afastado do sorteio.

Ao inicio do sorteamento um presente em voz alta disse; se sair o nome do Spinola não vale. Não deu outra, premiado: Wilson Seneme.

SEGUNDO SORTEIO

SANTOS x PALMEIRAS

Concorreram:

Wilson Seneme, Rodrigo Draghetto, Cléber Abade e Sálvio Spinola.

Lembro que Paulo César e João Henrique não foram relacionados pelos motivos acima.

Novamente a voz de um presente clamou:

Caso saia o nome de Seneme, não terá validade.

Neste instante obedecendo à determinação, surge à varinha mágica sorteando Sálvio Spinola.

ABERRAÇÕES

1º Colocar o nome de Sálvio Spinola no sorteio da partida entre São Paulo x Corinthians.

2º O participar de Seneme nos dois sorteios, acredito ter sido falha dos organizadores.

Acorda, Brasil.

SP-16/04/09

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3 comentários sobre “Coluna do Fiori

  1. Braun

    o que adianta ter mais torcedor se só compram camisas piratas….

    Às vésperas da decisão da Taça Fábio Koff, o torcedor do Internacional está eufórico. Embalado pelos festejos do centenário, confia na conquista do Gauchão e a venda de camisas dispara. Segundo o marketing, a camisa do Inter é a segunda mais vendida no Brasil (média de 12 mil mensais) – perde apenas para o São Paulo, que comercializa 15 mil.

    —————————-
    Até o Inter vende mais camisa q o COrinthians….
    o SP desde 2005 é sempre o q mais vende…

  2. Francisco Assis

    Ouvidor da FPF defende pena a juiz
    LUCAS REIS
    DA FOLHA RIBEIRÃO

    O ouvidor de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, Silas Santana, afirmou, em e-mail encaminhado a torcedores do Botafogo, que os árbitros e assistentes do Campeonato Paulista precisam ser punidos “com rigor até que aprendam a trabalhar com competência”.
    A declaração de Santana consta de nota encaminhada via e-mail a torcedores do time de Ribeirão, que se sentiram prejudicados no domingo pela anulação de gol no jogo em que o Botafogo perdeu para o São Paulo por 2 a 1.
    Em posição duvidosa, o atacante Thiago Silvy viu seu gol de cabeça ser anulado pelo árbitro Paulo Roberto Ferreira após sinalização do bandeira Rafael Ferreira da Silva. Naquele momento, o jogo estava empatado.
    “Fico, como vocês, a imaginar como pode um assistente que teve uma pré-temporada de alto nível, com os melhores instrutores de arbitragem do Brasil, com vídeos e todo o suporte necessário, além da vasta experiência de arbitragem, cometer um erro tão grosseiro.”
    “Confesso que o alto empreendimento feito pela FPF não está tendo o retorno que se esperava”, acrescentou.
    A nota foi enviada como resposta-padrão aos torcedores que reclamaram. No dia seguinte à partida, a diretoria do Botafogo enviou nota de protesto à FPF pedindo o afastamento do trio.
    “O que ele [Santana] escreveu foi pesado, mas a gente sabe que nada vai acontecer. Já perdemos os pontos da partida”, afirmou Gilberto Pinhata, diretor de futebol do Botafogo. Na nota, Santana diz ainda que em três jogos do Botafogo houve “erros grosseiros de arbitragem”. “Agora está 3 a 1 contra o Botafogo, infelizmente”, disse.
    O time teria sido prejudicado por erros contra Corinthians e São Paulo. Por outro lado, o ouvidor citou também a partida diante do Marília, em que a arbitragem teria favorecido o Botafogo.
    O presidente do Safesp (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo), Dárcio Pereira, disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que discorda, mas respeita a opinião do ouvidor. Ele reconhece a falha do assistente no domingo, mas diz que os árbitros estão trabalhando com uma margem de erro considerada normal.
    À Folha o ouvidor, de novo em nota, amenizou seu discurso. “Na minha avaliação pessoal, a arbitragem está evoluindo, mas reconheço que os erros sempre ocorrerão, pois eles fazem parte do ser humano.”
    Ele afirmou que suas críticas foram “construtivas”. “Acho necessárias para que os árbitros melhorem seu desempenho.” A Comissão de Arbitragem da FPF evitou entrar em polêmica. “A opinião expressa pelo ouvidor nem sempre reflete o pensamento da Comissão de Arbitragem”, informa a nota.
    Tanto a Ouvidoria quanto a Comissão de Arbitragem disseram que nos primeiros 60 jogos, o ouvidor recebeu só cinco reclamações de clubes contra os juízes. “O desempenho está dentro do previsto”, afirma a comissão.
    Sobre o gol anulado no domingo, Santana disse que enviou parecer à comissão para “as medidas cabíveis”.

  3. Francisco Assis

    Num documento resposta a torcedores do Botafogo de Ribeirão Preto o Ouvidor Silas Santana pede punição exemplar aos juizes. Agora, como presidente da cooperativa pede punição exemplar ao treinador. Não consigo entender isto e vc Marcelo?

    AO ILMO SR DR YVANEY CAYRES DE SOUZA

    DD PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA

    ASSUNTO: agressão a árbitro

    Caríssimo Dr. Yvaney;

    A mídia divulgou as imagens incontestes da agressão covarde e traiçoeira, a que foi vítima o árbitro Flávio Rodrigues de Souza, na partida realizada no dia 12 de abril do corrente, na cidade de Ribeirão Preto, entre as equipes do Comercial FC e Grêmio Catanduvense.

    Relata o árbitro na súmula do jogo que: “aos 79min de jogo o treinador da equipe Comercial F. C. Sr. Pedro Roberto Santilli invadiu o gramado quando a bola estava parada para retirar uma segunda bola que estava no campo de jogo, em seguida o mesmo empurrou o atleta da equipe adversária de numero 6 Sr. Danilo Vettori Amaro. Após essa ocorrência o treinador foi expulso de campo, tendo em vista que já havia sido advertido anteriormente por atitudes inconvenientes. Após a expulsão o treinador dirigiu-se a mim dentro do campo de jogo questionando o motivo e, quando esclarecido, atingiu-me com um soco no rosto, porém não ocasionando nenhuma lesão e assim não precisou de atendimento médico.Foi expulso aos 83 minutos de jogo o gandula Sr Carlos Roberto da Costa, RG: 10529 976, por dirigir-se ao goleiro da equipe Grêmio Catanduvense de no 1 Sr. Renato de Oliveira com as seguintes palavras:- A bola aqui seu filho da puta!”

    Como Presidente da Cooperativa de Trabalho dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo venho manifestar a indignação de todos os árbitros de nosso Estado, com a conduta indigna e covarde do treinador do Comercial FC, que à traição, desferiu um soco no queixo do jovem árbitro Flávio Rodrigues de Souza.

    Nota-se que, enquanto o árbitro fazia anotações em seu cartão, o despreparado técnico o ataca, à socapa e sorrelfa, atingindo-o na região do queixo causando-lhe danos emocionais irreparáveis e morais que serão discutidos na esfera judicial.

    Como Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça Desportiva, possuidor de uma conduta ilibada e personalidade forte, o que tem demonstrado em prol da disciplina esportiva, permita-me alertá-lo da esperança, não apenas dos árbitros de nosso Estado, mas de todos os árbitros de nosso Brasil, quanto ao rigor justo a ser empregado na avaliação da conduta nefasta do referido treinador.

    Ademais, espero que a longa experiência e avançada idade em atividade no ramo como técnico de futebol, não seja apanágio a encobertar a postura traiçoeira e covarde com que agrediu nosso Cooperado.

    Todos os árbitros do nosso Estado estarão atentos a este julgamento, uma vez que o árbitro de futebol é uma categoria ímpar, de valor inestimável ao futebol e de enorme valia a moralização do desporto mais fantástico da terra.

    Em nome da categoria dos árbitros paulistas rogo seja feita justiça, na mais justa medida, como reparo à imagem deste homem, que defende com dignidade e honradez, a roupa do “homem de preto”, que com o apito às mãos, decide como ninguém, as leis do jogo de futebol.

    Uma punição amena acarretará a todos os árbitros de nosso Estado a perpetuação da indignação já manifesta e quiçá, a descrença na filosofia de alcançar metas alvissareiras na disciplina desportiva.

    Certo da conduta impoluta e isenta de todos os membros desta Egrégia Casa de Justiça Desportiva e pela ímpar oportunidade que me apresenta, renovo os mais distintos votos de respeito e admiração.

    Cordialmente;

    Silas Santana – Presidente da COAFESP

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