Bate papo com João Paulo de Jesus Lopes
Conversei rapidamente com João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do São Paulo.
Ele negou que a BWA tenha adiantado qualquer valor para o Tricolor.
Disse que não é essa a maneira de agir de seu clube.
Perguntei alguns dados sobre o contrato, mas ele disse não tê-los em mãos no momento.
Falou que o São Paulo foi o primeiro clube do Brasil a divulgar seu balanço, em 1954, e que o faz detalhadamente até os dias de hoje.
Lembrou que essa prática se tornou obrigatória por lei apenas em 2003.
Sobre a renovação ou não do contrato com a BWA disse que o processo será realizado com transparência.
O clube abrirá uma concorrência e a melhor proposta será escolhida.
Para finalizar perguntei sobre a veracidade da informação sobre o interesse do Tricolor no ex-palmeirense Valdívia.
João Paulo revelou que o interesse não existe e que o atleta não possui o perfil que o clube necessita no momento.
Lembrou ainda do trabalho que vem realizando em conjunto com o prof. Belluzzo de tentar aproximar e diminuir a rivalidade entre São Paulo e Palmeiras.
Eles tem se empenhado muito nesse sentido.
O que demonstra bem o nível que possuem.
Diferente da maioria dos dirigentes que infelicitam o futebol brasileiro.

em minhas fontes sabia que publicava desde 1956, alias tenho um registro desse ano realmente
mas se for 1954, ok, melhor hehe.
Não quero dar razão ao João Paulo, pois papo de cartola, não é confiável. Mas se verdadeiro, mostra como todo jornalista, que um dia vc será, tem que ter muito cuidado com suas fontes. É muito fácil falar, que fulano ou sicrano cometeu um erro, difícil é posteriormente, depois que o estrago foi feito, apagar a informação erroneamente dada.
Paulinho, vc acredita em cartolas???? Ainda mais na turma da vila Sônia…
Na verdade os males vêm desde 1974 quando Jordão Bruno Sacomani, então presidente do clube, desviou os recursos do Palmeiras para seu benefício pessoal, inclusive os valores referentes a então recente venda de Luis Pereira e Leivinha para o Atlético de Madri. A partir desta data os dirigentes do Palmeiras levaram o clube a apenas uma conquista do Campeonato Paulista em 1976 graças ao canto do cisne do Ademir da Guia. Excluindo o hiato Parmalat, quando aquela multinacional geria o futebol do clube, faz praticamente 30 anos que os dirigentes palestrinos não conquistam um título sequer.
Mas o que acontece? Analisemos o passado mais recente, desde que a Parmalat saiu do clube em meados do ano 2000. Foram contratados 96 jogadores e promovidos das divisões de base e Palmeiras B outros 27 jogadores de linha (não falamos aqui de goleiros). Ou seja, 123 jogadores de linha em 6 anos desde a saída da Parmalat, o suficiente para formara mais de 12 times ou um por semestre. Note-se que com raras exceções as contratações não envolviam desembolso por atestado liberatório dos jogadores. Neste exército houveram poucas contratações de êxito, como o caso de Magrão e a fugaz volta de Alex. Via de regra as contratações eram medíocres, senão patéticas como os exemplos que seguem:
•Carlos Castro – atacante colombiano que nunca chegou a jogar.
•Domingos – defensor vindo do Juventus que foi operado no Palmeiras e depois devolvido tendo jogado apenas alguns minutos de um amistoso.
•Rubens – lateral esquerdo que estava para ser julgado por doping e que acabou condenado depois de jogar um par de partidas pelo clube.
•Ricardo Boiadeiro – atacante que jogou apenas um amistoso.
•André Rocha – lateral direito que chegou a agradecer o seu empresário por conseguir colocá-lo no Palmeiras depois de ter estourado a idade de juniores e ser dispensado do seu clube da terceira divisão e jogado 6 partidas pela Portuguesa Santista.
•André – o centroavante que estava encostado no Inter-RS por embriaguez.
•Toni – meia que havia estourado a idade de juniores e dispensado do São Paulo.
•Everaldo – lateral esquerdo que ficou uma semana no clube.
•Índio – zagueiro dispensado depois de alguns meses por “problemas mentais” (Índio joga até hoje no Inter-RS).
•Alessandro – lateral direiro do Flamengo trocado por empréstimo com Lopes que ficou no Palmeiras um mês e saiu para defender um clube na Europa. Lopes permaneceu no Flamengo até o final do empréstimo.
•Fabiano Eller – trazido do Vasco para substituir Magrão (então emprestado ao São Caetano) para, segundo Luxemburgo, melhorar o toque de bola no meio de campo… Magrão, emprestado ao São Caetano, foi um dos melhores volantes, daquele campeonato brasileiro e o Palmeiras de Fabiano Eller caiu para a segunda divisão. Hoje Fabiano Eller é zagueiro.
•Xavier – revelação do Santa Cruz (de 24 anos) trazido para fazer sombra a Lúcio. Jogou uma partida.
•Marcel – era reserva de Cristian no Paraná. O Palmeiras comprou o titular e o reserva também. Em tempo, Cristian, o titular, já era péssimo, e naquele ano o Paraná escapou da segundona na última rodada.
•Edmílson – brasileiro que estava no futebol português… conhecido pelo corte de cabelo tipo príncipe-valente.
•Adriano Chuva – atacante conhecidamente “bichado”. Jogou uma partida e ficou no estaleiro o resto do contrato.
•Renaldo – atacante de 34 anos que vem para substituir Vagner Love com um salário de R$70 mil/mês. Vagner ganhava R$7 mil e a diretoria não queria aumentar seu salário. Renaldo fez somente um gol de pênalti em um amistoso em Taubaté.
Basta rememorar os 96 nomes contratados para ver que há mais exemplos como estes acima. Mas há outras histórias patéticas como o Palmeiras Nordeste, clube da Bahia que recebia uma verba mensal do Palmeiras e seria usado como fonte de revelação de talentos. Em anos de lá veio apenas Tupã, “revelação” então com 26 anos, que jogou apenas um par de partidas e destacou-se pelos seus apelos aos jornalistas para ajudá-lo a encontrar sua mãe em São Paulo da qual havia se separado ainda menino.
Já outra iniciativa da diretoria palestrina foi o Palmeiras B que seria o destino de juniores de potencial que estourassem o limite de idade e alternativa para dar ritmo de jogo aos profissionais em recuperação. Na verdade transformou-se em um abrigo de jogadores desconhecidos trazidos por empresários, e desses apenas Correa (contratado junto ao São Bento) alcançou algum sucesso. De todos os demais apenas Michael, Wendel, Ricardinho, Reinaldo, Thon, Anselmo e Célio chegaram a jogar no time principal, sem convencer a ninguém.
Também já é famosa a má administração das divisões de base que, com exceção de goleiros, raramente revela jogadores úteis ao time. E quando revelados são rapidamente negociados. Este foi o caso da geração que ajudou o Palmeiras a voltar a Série A. Em menos de seis meses Edmílson já estava no Japão, depois Vagner foi para Rússia, Diego Souza para o Japão e Gláuber para a Alemanha. Outros como Thiago Gentil está na Espanha, Rodrigo Taddei faz sucesso no Roma, e Paulo Assunção é capitão do campeão Porto de Portugal. E ainda tem o recente caso da promessa Ilsinho que, apesar ter freqüentado seleções de base e sempre ter se destacado nas divisões de base do Palmeiras, nunca teve uma oportunidade no time de cima, chegando ao cúmulo de ver o clube contratar Amaral, dois anos mais novo que ele, como revelação para a posição. Não é de se admirar que Ilsinho tenha preferido tentar a sorte em outro clube assim que encerrou seu contrato. O que dizer então da contratação dos zagueiros Douglas e Valdomiro (dispensados depois de 5 meses) que eram reservas no São Caetano e Santo André quando havia à disposição (e ainda pertencem ao Palmeiras) Thiago Mathias titular na Ponte Preta e Daniel Marques titular no Paraná Clube (hoje no Atlético-MG)? Porque contratar dois zagueiros de 27 e 28 anos quando havia a opção de dois ex-juniores bem mais jovens e gozando de um melhor momento profissional?
Vendo a lista de contratações e mal aplicação de recursos, fica claro que alguém, no mínimo empresários de atletas, está se beneficiando financeiramente às custas do Palmeiras. Ninguém entende que fim teve a pequena fortuna deixada pela Parmalat, fato largamente noticiado na época e oriunda do percentual ganho em todas as transações de jogadores e baixas despesas com salários durante todo o período da sociedade. Também ninguém conhece o paradeiro dos recursos das vendas/empréstimos internacionais de Edmílson, Vagner Love, Magrão, Kahê, Marcinho Guerreiro, Corrêa, Ferrugem, Taddei, Paulo Assunção, Adriano Lozada, Thiago Gentil, Juninho, Neto, Osmar, Bruno Cazarini, Diego Souza, Paulo Renato, Pedro, Léo… apenas para ficarmos nestes nomes dos últimos anos (alguns negociados direto dos juniores sem nunca ter tido oportunidade no time de cima).
Perguntamos por que o Palmeiras caiu? Caiu porque junto com o nebuloso uso dos recursos financeiros alia-se um nível muito alto de incompetência. É o ladrão da história que mata a galinha dos ovos de ouro. Incompetência que chega ao cúmulo de não ter tido um departamento médico minimamente digno, de não ter tido uma mínima coordenação entre as equipes de base e o time de cima (ridiculamente culpam o técnico… um funcionário!), de errar em cerca de 95% das muitas contratações que fez, a inexistência de um trabalho de marketing digno com a marca Palmeiras, e por aí vai.
Aproveita e vira sãopaulino
Paulinho, e você acreditou que tudo no São Paulo é cheio dessa transparência ? Duvido…Nesse meio não há santo, só uns são menos que outros, mas todos são pecadores….
Viva Saci Perere ! Viva Papai Noel !!Viva Coelhinho da Páscoa!!
Viva Boitatá ! Viva Mula Sem Cabeça!
Vila SPFC!!!!!
VIVA SPFC !!!!
quanta ingenuidade …
hihhihh
Viu como é legal ouvir os dois lados.
Verdade ou nao, o Jesus tem mais créditos que qquer outro dirigente do Brasil.
Ele acreditou…..
Se acontecer MESMO tal composição algum dia, há esperança para a evolução humana, e as guerras serão coisa do passado…rsrsrsrs
QUANTA HIPOCRISIA…
Desde 1954. O São Paulo é um clube de vanguarda mesmo…
Pena que a imprensa corintiana com dor de cotovelo não divulga esses dados.
DICAS:
1 – Não acreditar sem reservas em tudo que é dito.
2 – Analisar os registros contábeis da venda do Denilson (este mesmo do Palmeiras) para ver o quanto o São Paulo tem de “transparente” e de “clube modelo”.
Quando Papai Noel vai dar entrevista? Quanto você quer apostar que a diretoria do São Paulo vende a alma para ter o jogo de abertura da Copa do Mundo?
Qual é o alicerce da sua vida?
“De um lado é acreditar muito naquilo que faço. Do outro, levar isso na humildade, sem ser prepotente e convencido.”
( http://veja.abril.com.br/vejasp/especial_guia_imobiliario/p_060.shtml )
Por mais incrível que possa parecer, a resposta acima foi proferida pelo arquiteto RUY OHTAKE, que, na semana que passou, deixou chocados a todos que tomaram conhecimento do ESCÁRNIO e do PRECONCEITO que revelou ao se referir aos corinthianos.
(Para quem ainda não viu:
do Painel FC – Folha de São Paulo
Provocação.
Ao explicar o projeto, Ohtake disse que as reformas dos banheiros do último anel do Morumbi serão feitas só perto do final da obra, em 2013. O motivo: “No primeiro jogo do Corinthians lá, imagine o que iria acontecer? Acabariam com tudo”.
Bairrismo.
A provocação de Ohtake arrancou gargalhadas de Juvenal, que emendou: “Poxa, não fale isso. Fale de alguém do Rio”, brincou. )
A SEGUIR, ALGUNS TRECHOS DE OUTRA MATÉRIA DA “VEJA”, QUE AJUDAM A ENTENDER MELHOR QUEM É ESSE MAIS NOVO PORTA-VOZ DA DISCRIMINAÇÃO SOCIAL, TRAVESTIDA DE CLUBISMO CÍNICO:
Cores, curvas e concreto
Autor de projetos polêmicos, o arquiteto
Ruy Ohtake agora promete mudar a
paisagem da Avenida Paulista com um
prédio que já foi apelidado de “foguete”
Alecsandra Zapparoli
Ele passa a mão numa parede de concreto aparente como se estivesse alisando o rosto de uma mulher. Com uma delicadeza singular, quase incompreensível. A declaração de amor vem na seqüência: “Tem coisa mais bonita, mais amiga que o concreto?”. A resposta parece óbvia. Mas quando o personagem em questão é o arquiteto Ruy Ohtake, bem, fica fácil entender por que o insosso revestimento de areia, pedra, cimento e água vira quase uma Marilyn Monroe ou uma Leila Diniz (suas duas musas). Ao declarar guerra ao ângulo reto, o mais carioca dos arquitetos paulistanos rompe limites. Já reparou nos dois pilares de 25 metros de altura cada um que ajudam a sustentar a estrutura de 100 metros de comprimento do Hotel Unique, no Jardim Paulista? Com apenas 3 centímetros de espessura na base, eles parecem folhas, de tão finos. Tem ainda as carambolas lilases do Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, e a fachada em grandes curvas da supermansão de 4 100 metros quadrados do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, no Morumbi. Sua mais nova ousadia está sendo erguida no número 283 da Avenida Paulista, na esquina com a Rua Teixeira da Silva. Por causa das laterais e do topo arredondados, o prédio comercial de dezoito andares já foi apelidado de “foguete”. “Não ligo. Meu desafio é mesmo fazer uma obra inovadora e preservar a arquitetura brasileira”, diz ele. “Se não marcar época nem causar surpresa e emoção, meu trabalho não faz sentido.”
A personalidade introvertida desse paulistano nascido na Mooca contrasta com suas obras hipercoloridas e espalhafatosas. Ao longo de seus 66 anos, construiu um jeito peculiar de levar a vida. Não aderiu ao celular, odeia relógio, não dirige, não acessa a internet e almoça e janta em restaurantes todo santo dia (não raro sozinho) porque não quis projetar uma cozinha em seu apartamento de 400 metros quadrados, na cobertura de um flat no Itaim. Pois é, ele mora em um lugar que não tem fogão, não tem forno, não tem panelas – embora tenha geladeira. Entre os onze arquitetos de seu escritório na Avenida Faria Lima, é o único a não possuir um computador. Profissional à moda antiga, adora o contato com o bom e velho papel vegetal (guarda, inclusive, um rolo no carro para eventuais rompantes criativos). “Ruy tem uma mão muito inquieta”, diz a galerista Nara Roesler, amiga há dezoito anos. “Vi nascer os hotéis Unique e Blue Tree de Brasília em guardanapos de papel ou de linho, dependendo do restaurante em que estávamos.”
A facilidade que Ohtake demonstra para desenhar não é a mesma que os engenheiros encontram para transformar suas linhas em realidade. “Como ele gosta das coisas muito finas, tudo curvo e de concreto, a maior dificuldade é quebrar a resistência dos calculistas e dos responsáveis pelo fornecimento das fôrmas”, explica Renato Pedroso Stella, engenheiro civil da construtora Método.
Entre os colegas de profissão está longe de ser consenso. Diferentemente de nomes como Francisco de Paula Ramos de Azevedo, de cujas pranchetas saiu boa parte dos marcos arquitetônicos da capital, desde o Teatro Municipal até o Mercado Central, de Lina Bo Bardi, que projetou o Masp, ou de Paulo Mendes da Rocha, criador do Museu Brasileiro de Escultura (MuBE), as obras de Ohtake causam polêmica pelo colorido excessivo, pela dimensão e por, acreditam alguns, não levar em conta o entorno. “Ele faz aquilo de que gosta e não o que os outros gostariam que fizesse. E isso, para mim, é o fundamental”, afirma Oscar Niemeyer, de quem Ohtake herdou o gosto pelas linhas sinuosas e a audácia em desafiar a lei da gravidade. “Não há dúvida de que suas obras estremecem o observador”, completa Carlos Faggin, professor de história da arquitetura da FAU. “Ele quer aparecer e consegue. Todos os arquitetos querem isso, ainda que tenham suas obras chamadas de melancia.”
http://veja.abril.com.br/vejasp/270705/perfil.html
A Caravana Corinthians, em sua turnê de despedida da Série B, chegou a São Paulo, para uma temporada prolongada.
E chegou fazendo sucesso: 3 x 0 na boa equipe da Ponte Preta, diante de mais de 23 mil corinthianos, que não ligaram para o frio, a chuva e a transmissão ao vivo por tevê aberta, e vibraram com a sua equipe no Pacaembu.
Próxima etapa da turnê corinthiana: quarta-feira, de novo no Pacaembu, contra o Bragantino.
Vai, Corinthians!
ESSE VELHO TAH FICANDO ESCLEROSADO.
DESDE QUANDO UM TRI-CAMPEAO DO MUNDO SE APROXIMA DE UM GUARANI ??? QUANDO ESSE CLUBECO AI CHEGAR (?) A TER TRES ESTRELAS ( ATEH LAH NOS JAH VAMOS TER UMAS 10 ), AI A GENTE CONVERSA…
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gostaria muito de saber o nome da musica com trecho assim
andando sobre aguas jesus se apresentou não temas o pedro que eu sou o seu senhos
sou corinthiana eu gosto muito do corinthians eu denho 12 anos sou corinthiana roxa e quiria fala com vc eu quero que vc fala para o ronaldo qui eu so fa dele e qui eu mandei um beijo