O COB é um perdedor nato
Não acreditem nas cenas que vocês verão nos próximos dias.
Dirigentes e políticos irão bajular César Cielo.
Gente que não contribuiu em nada para a sua conquista.
O Campeão Olímpico, de maneira Quixotesca, contou apenas com o apoio de sua família e com recursos provenientes de seu próprio esforço.
O COB do nefasto Carlos Arthur Nuzman, nunca lhe deu valor.
Da mesma maneira como age com a grande maioria dos atletas brasileiros.
Negaram ingressos para a família de Cielo assistir as provas, enquanto bajuladores do poder corrompido tinham livre acesso ao local.
Cielo venceu sozinho, carregou um Brasil nas costas, e merece todos os elogios.
O COB, ao contrário, foi derrotado por um atleta que eles tinham obrigação de ajudar.
A relação entre ambos é exatamente essa.
Cesar Cielo é um vencedor.
O COB de Nuzman, um perdedor nato.

“Sim, nosso nadador de ouro é meio… “made in USA”A informação do campeão, ex-recordista e comentarista dos canais ESPN Ricardo Prado me assustou. “Por treinar fora do Brasil, César Cielo perdeu o patrocínio dos Correios”, disse, momentos após a conquista do ouro pelo nadador. Me segurei na cadeira, não entendi, afinal, a empresa patrocina os esportes aquáticos desde 1991. O site Máquina do Esporte publicou recentemente que, segundo o jornal Correio Braziliense, o contrato com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) é de R$ 9,75 milhões (mais de US$ 6 milhões) anuais. Para um projeto que já tem 17 anos e absorve cifras desse calibre o retorno em resultados é pobre. Pode até ser um ótimo negócio institucional para os Correios, mas no pódio, a presença brasileira é paupérrima se levarmos em conta tal injeção de dinheiro. Sozinha, a nadadora Kirsty Coventry, do Zimbábue, coleciona mais medalhas do que toda a equipe brasileira. Coventry nada pela Auburn University, do Alabama, nos Estados Unidos. O Brasil depende de talentos isolados como Cielo, que por sinal também treina por lá. Será que a escola americana consome tantos dólares só com a natação? Mas enquanto não me provarem que focinho de porco e tomada são a mesma coisa, estarei convicto de que esse medalhista de ouro não foi forjado campeão olímpíco em terra brasilis. É um campeão “made in USA”, embora cartolas com o rótulo “made in Brazil” já capitalizem a conquista do “fast boy”. Fica, também, a óbvia certeza de que, a partir de agora, ele terá amplo patrocínio. Dos Correios, inclusive.”
http://blogs.espn.com.br/maurocezarpereira/
O ‘Cesão’ deveria ter esfregado a medalha na cara desse ditador que é o Coaracy.
VC se superou agora Paulinho … muito bom o texto …. essa é a maior verdade do esporte brasileiro…da até um desespero assistir os jogos e ver brasileiros que não tem chances nehuma quase morrerem pra conseguir algo … ai quando conseguem vem essas coisas e querem se aproveitar … essas coisas nem são digno de serem chamados de gente … ateh quando vamos aguentar isso ???
Perfeito! Espero que o Cielo nao se entregue a esses palhacos do COB.
E os correios que estão patrocinando e o próprio nadador fez questão de agradecer?
Paulinho é triste mais é a pura verdade o que vai acontecer nos próximos dias com este jovem e talentoso nadador brasileiro.
O Tal do Carlos Arthur Nuzman do COB que se perpetuana no cargo de Presidente da entidade e seu filhote de aprendiz o Ministro Tapioca ou Ministro dos cartolas, Orlando Silva, vão explorar politicamente esta conquista pessoal deste jovem brasileiro. Nossos governantes gastaram verdadeiras fortunas do povo em PAN2007, Lei agnelo/Piva e agora nesta RIO2016, vergonha. Num país onde faltam escolas e existem analfabetos, onde faltam hospitais e os que existem estão a beira do cãos e estes caras tem a coragem de falar em olimpíada no Brasil e ainda em uma cidade citiado pelo crime organizado…Uma Tremenda Vergonha!!!
Sobre recursos: não faltam. Sobram.
1. Lei Agnelo (argh!) Piva, que são repasses de 2% de todas as loterias federais para o COB. Cerca de R$ 500 milhões entre 2001 e 2007.
2. Banco do Brasil, Caixa, Petrobras, Infraero, Eletrobras e Correios patrocinam 12 modaldades.
3. Lei de Incentivos ao Esporte (R$ 300 milhões este ano). o COB levantou R$ 27 milhões.
4. Bolsa Atleta, que beneficia 2.700 competidores
Como se vê o Estado financia o esporte nacional, mas não tem a mínima ingerência na fixação de prioridades, metas, nada. O Ministério do Esporte é omisso.
José Cruz