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Empate em Minas

O São Paulo entrou mal na partida contra o Cruzeiro.

Os mineiros, dominando o setor de meio campo, jogavam e não deixavam jogar.

Mas, ofensivamente, pecavam no momento final.

Apenas aos 33 minutos, em boa jogada pela direita, Guilherme abriu o marcador.

E foi só.

O ditado é antigo, mas sempre funciona.

Não se pode dar asa para cobra.

E o Tricolor voltou melhor na segunda etapa.

E logo no início, aos 39 seg., Borges empatou a partida.

Que a partir daí poderia ter qualquer das equipes como vencedora.

O Cruzeiro poderia ter matado no primeiro tempo.

Não fez.

E o empate acabou sendo justo.

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18 comentários em “Empate em Minas”

  1. Bela, Paulinho, definiu bem o time do São Paulo: cobra. Um time que fica na sua, e quando menos se espera, dá o bote.
    Tecnicamente não é dos melhores, mas o São Paulo chega com muita força, lembra a histórica Alemanha, que normalmente não tem um futebol muito vistoso, mas é muito difícil de se bater.
    Mas isso não resume tudo, para ser campeão o São Paulo vai ter que melhorar muito.
    Não boto muita fé nesse bom time do Flamengo. Parece não ter muita força pra chegar. O mesmo digo ao Cruzeiro, que, em minha opinião, tem o melhor futebol, mas parece faltar experiência, tanto é que ambos (Flamengo e Cruzeiro) quando pegam times mais rodados, chatos, tem dificuldades para jogar.
    O Grêmio (outro que está na ponta) é limitado, está bem, mas não aguenta até o final.
    Acredito que a experiência do São Paulo, somada a chegada de reforços vão leva-lo à disputa do título, frente ao Palmeiras, que parece ter o melhor elenco (juntando nomes com experiência), isso se não houver desmanche.

  2. Para nao entrar em mais conflito com os advogados tricolores digo; “O SP jogou uma partida fenomenal, digna de melhor time do mundo. Murici uma vez mais fez a diferenca ao aplicar um no tatico no entao lider, e como uma mostra de organizacao europeia o tricolor arrancou brava e heroicamente um ponto do Cruzeiro”

    Ps: Qualquer semelhanca com Cleber Machado e Rede Globo eh mera coincidencia!

  3. Boa, Zeca, adorei a ironia! Na verdade, o São Paulo está em vias de se “reforçar” com a saída de dois zagueiros titulares e desse promissor Hernanes. Aposto que suas vagas serão supridas por verdadeiros luminares, saídos sabe-se lá de onde. Quanto a Flamengo e Cruzeiro, coitadinhos, que tratem de conformar-se com este “primeiro milho”, porque, de agora em diante, ninguém segura

  4. Eu acredito q o SPFC nao vai ganhar nenhum titulo esse ano. Porem, se os advs ficarem bobeando, quem sabe belisca o HEXA?

    t+

  5. A verdade é que foi um ótimo jogo, cheio de alternativas, o Cruzeiro foi superior no primeiro tempo, e o SPFC foi superior no segundo tempo.

    Resultado justo, que infelizmente, foi garantido por um pênalti absurdamente não marcado, cometido sobre Borges.

    Creio que seja o Esquemão da Máfia Traffic, agindo pra evitar que adversários somem 3 pontos.

  6. Engracado neh ….quando ganha o Palmeiras eh esquema Traffic…..quando ganha o Corinthians eh esquema MSI…..e vem ca…quando ganha o SP eh esquema o q? Sim pq uma final de liberta que os caras nao podem jogar em casa, uma final do mundial que os caras fazem 3 gols e nao vale nenhum, e um brasileiro onde 18 pontos foram ganhos desonestamente…..haja assunto hein….(mas so pra quem eh honesto)…..

  7. Será que qualquer um desses dois times possui aquele elenco capaz de fazer do Flamengo um “time modesto”? Pelo desempenho de ambos ontem, dificílimo crer. Só vi trechos desse jogo (estava mais focado em Flu x Bota, classico local), mas o que vi foi de amargar.

  8. ZECA, qual dos 5 brasileiros vc se refere ??? hauhauhauahuahuah
    vc tem talento cara. tem circo por ai com vaga no picadeiro, jah tentou ??? huahuahuahuahauhauhauhauahauhau

  9. É Mauricio o time da Lavanderia, e históricamente racista ganhou o jogo do Cruzeiro em casa com um penalty igual ao de ontem, e o zagueiro do cruzeiro ainda levou cartão vermelho…más era o time da Traffic aí pode marcar penalty….

  10. nao estamos comemorando empate nao, estamos lamentando uma vitoria que poderia ter vindo na bola… mas foi quase.
    RICARDO LOPES, o que eh teu tah guardado dia 13/07 no MORUMBI…
    PS. manda abraco pros teus genitores.

  11. ahhh, jah ia me esquecendo RICARDO LOPES.
    o meu time eh mequeTRIfe, o seu eh mequefe…
    huahauhauhauahauhauhauhauhauahuahauhauha

  12. ahhh jah ia me esquecendo.
    realmente o meu time eh mequeTRIfe, o seu eh mequefe…
    huahauhauhauhauahuahauha

    maneh

  13. “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil pelo trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

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