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São Paulo de ressaca.

 

O Tricolor não fez boa partida contra o Coritiba.

Que tem em Michael um belo jogador.

Foi dele o passe para o gol de Rubens Cardoso.

O tricolor empatou ainda na primeira etapa com Borges, em cruzamento de Jorge Wagner.

Seguiu pressionando e perdeu alguns gols que poderiam ter lhe dado a tranqüilidade necessária na partida.

A segunda etapa foi mais equilibrada.

Até porque o Tricolor não encontrava a melhor maneira de atuar.

O Coritiba poderia até ter saído em vantagem, em pênalti que a arbitragem não marcou para o Coxa.

No final o São Paulo saiu até no lucro com o empate.

E o Coritiba reclamando, com razão.

O São Paulo tem que começar a jogar no Brasileirão.

Antes que seja tarde.

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23 comentários em “São Paulo de ressaca.”

  1. O São Paulo tem que esquecer a Libertadores e começar a jogar pra valer, pq se continuar assim, os favoritos Cruzeiro, Flamengo e Inter (apesar de ter começado mal o Brasileiro também) podem se distanciar, aí fica ruim para alcança-los..
    Eu sei que não justifica, mas serve pelo menos para dar esperança. Ano passado o SP começou o ano mal tb, so que no Brasileiro começou um pouco menos mal do que nesse ano. mas na Libertadores e no Paulistinha foi praticamente da mesma forma. Não custa relembrar:
    -Paulista 2006: O São Paulo é eliminado na semifinal por um clube pequeno que quer ser grande, cuja glória máxima nos ultimos ano é um Paulista ( só que nesse ano foi o São Caetano )
    -Libertadores 2006: O São Paulo é eliminado por um clube brasileiro ( só que nesse ano foi o Grêmio nas oitavas).

    Ou seja, ano passado o SP começou mal e acabou campeão braslieiro, o que pode ocorrer nesse ano também, pq não? O único risco é o campeonato braslieiro já estar comprado, ai não tem jeito..

  2. Ressaca? O são paulo não quer jogar, então? No brasileiro do ano passado, meteram a mão no Verdão no Palestra (gol anulado do Max), Inter (dois penais escandalosos no Beira-Rio), Goiás, Paraná etc… E jogando na DEFESA… ASSIM COMO METERAM A MÃO NO VERDÃO NA LIBERTADORES DE 2005, SÓ PEGARAM GALINHA MORTA EM SEGUIDA E TIVERAM QUE SE RETRANCAR CONTRA O MEDÍOCRE LIVERPOOL E ANULAR GOL LEGAL… Antes, só conseguiu ganhar um título nacional em 77, e roubado contra o Galo; em 86, bi roubado contra o Guarani (pênalti no João Paulo); anos depois, libertadores perdendo fora de casa e ganhando aos tropeções no jardim leonor e se retrancando contra o milan no jogo no japão… Mas pros leonores vale tudo… Sem falar no roubo contra a Ponte em 70, com a presença do Laudo Natel, o “gol de mão” do Leivinha em 71 etc…

    Jogou mal? No ano passado tb e ganhou daquela forma… Mas time com planejamento é assim… até os tropeços são planejados…

    AVE, PALESTRA!
    AVANTE, ACADEMIA!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, AQUI É PALMEIRAS!

  3. JORGE, GENNARO E O MENINO SEM ALMA

    Desde a várzea paulistana, o berço de tudo, Jorge e Gennaro foram criados no preceito mais puro da desportividade: a disputa em nome do manto.

    Jorge, pouco mais velho, veio de família operária. Mas sua turma contava com profissionais de uma gama variada de setores, de carvoeiros, cocheiros de tílburi, alfaiates e barbeiros a advogados e professores.

    Gennaro descende de imigrantes italianos. Camponeses, artesãos, agricultores, gente de poucas posses, todos impelidos a buscar na ‘Merica uma nova vida.

    Vida que só faz sentido com um ideal à frente.

    Jorge e Gennaro nunca foram amigos. Eram, pelo contrário, rivais. Desde a mais tenra idade, sempre houve disputa entre os dois. Rivalidade sadia, pois respeitosa. E necessária, pois verdadeira e incondicional. Poderia mesmo ser chamada de “a maior do mundo”.

    Jorge foi o primeiro a trazer seus amigos operários para o futebol “grande”, aquele que se supunha de “gentlemen”, diferenciação que existia só pela graça de trazer demérito ao adjetivo “várzea” (cheio de alma, por sinal).

    Jorge pleiteou e conquistou o direito de disputar com os “gentlemen”. O povo entrava em campo.

    A abertura de espaço possibilitou à turma de Gennaro, após anos de amadorismo, ser considerada maioria em Piratininga, cidade que falava, não por acaso, com o típico sotaque de uma vila siciliana ou calabresa.

    Não demorou muito para tomarem o lugar dos que antes eram tidos como senhores do esporte bretão nesta Piratininga. Os “gentlemen” viam Gennaro e Jorge superá-los não só dentro de campo, mas também em estrutura.

    Por trás de ambos estava o povo, a razão maior do esporte bretão.

    Senhores feudais em um século que não o deles, os “gentlemen” gostavam de manter o futebol no amadorismo como maneira de esconder as gratificações que tornavam possível aliciar atletas de agremiações adversárias.

    Isso não afetava os times de Jorge e Gennaro. Desde os campos de várzea a norte e a oeste da Vila de Piratininga, prevalecia o amor ao manto. Muitos eram os admiradores, logo alçados à nobre condição de torcedores.

    Foi assim, com a força de seus povos, que sobreviveram os dois moleques da várzea paulistana. Mais até: cresceram, ganharam títulos e logo deixaram para trás os que pensavam ser nobres.

    Eis que surgiu, anos depois, um menino mimado, de linhagem rica, quatrocentona e tradicional, mas com trajetória marcada por separações, brigas e conflitos. Uma família decadente, que sempre tentou esconder seus problemas por trás de uma fachada prepotente.

    Assim, o rapazote não tinha seguidores, senão os que foram abandonados pelos clubes de chá-das-cinco, os mesmos que tinham em mente a derrocada de Jorge e Gennaro. O menino mimado era a última chance de tentarem ser algo.

    A esta altura, no entanto, ambos já haviam transcendido a armadilha imposta pelos artífices do amadorismo e engatinhavam no profissionalismo vigente.

    O menino mimado das elites veio ao mundo sem berço, sem amor e sem alma. De sua gente que virou casaca, herdou os genes oportunistas e nada mais.

    Ainda pequeno, de tudo fez para se estabelecer. Estratégias as mais sórdidas, politicagens baratas e muita arrogância serviam apenas para angariar rejeição, inclusive entre os seus.

    O moleque tentava se firmar em seu caráter capenga às custas de quem fosse. De nada adiantou; criança ainda, foi à falência.

    Sem família ou amigos, foi salvo exatamente por Jorge e Gennaro, que se uniram para ajudar o pobre coitado.

    Triste episódio.

    Mal sabia Gennaro que aquele fedelho, um dia reabilitado, seria o artífice de uma campanha difamatória contra suas origens.

    O objetivo era um só: tomar a casa construída com o suor de Gennaro e do povo que o fazia grande. É irônico que tal atitude tenha partido de alguém desprovido de berço.

    Ter o sangue do sul da Itália, no entanto, nunca foi coisa pouca. Gennaro resistiu e triunfou diante de um pirralho que, derrotado, abandonou o nobre campo de batalha municipal, à época ainda com o nome purificado.

    Tal fato se deu na mesma época em que os comparsas do menino mimado forçaram Jorge a ter como comandante um burocrata golpista, alguém que nem de suas fileiras era. O filhote dos senhores feudais deixava aflorar o seu caráter oportunista.

    Anos se passaram, e o moleque seguiu seu caminho desprezível.

    Até que, ainda jovem e com padrinhos no poder, ganhou uma enorme casa, custeada com o dinheiro de Jorge, Gennaro e de toda a coletividade.

    Manuel, diga-se de passagem, outro boleiro destas paragens, também entrou na lista dos vitimados por politicagens baratas e maracutaias.

    O rapaz sem alma foi ganhar corpo décadas depois. Em posses, nunca em caráter. Suas conquistas eram vazias, pois sem o doce sabor da superação.

    O menino ganhou o mundo, mero instrumento para a lavagem cerebral que visava ganhar apoio de cidadãos desprovidos de alma e de qualquer senso de julgamento moral.

    Dele se aproximaram as figuras mais desprezíveis.

    Aproximação não por amor, mas por interesse.

    Não aquele financeiro, típico das nossas oligarquias mais putrefatas, mas por status. Pela enganosa possibilidade de desfrutar do que a vida oferece de mais prazeroso. Sem esforço, é óbvio.

    É uma grande moleza, não?

    Os seguidores do menino mimado agem como ele. Pensam que o dinheiro pode comprar tudo e vêem a ética como um atributo pouco relevante, quase indesejável.

    Não é à toa. Ao longo de toda a história, acostumaram-se a ver todo tipo de favorecimento vindo dos canalhas de amarelo, de toga e de ternos bem cortados.

    Tampouco conhecem a própria história. Mais fácil (sempre a mesma lógica!) acreditar nas invencionices tacanhas de quem empunha um microfone ou uma caneta sem dignidade para tanto.

    Afinal, trata-se do filhinho daqueles que tomavam o chá-das-cinco no começo do século, pensando em como afastar o povo do esporte que começava a ganhar força no imaginário popular.

    Os que seguem hoje o garotinho mimado o fazem por esta necessidade de ter status, de esnobar, de mostrar o que têm e o que não têm.

    Como se preza a todo novo rico, é bom cultivar esta imagem.

    “Ter é mais importante que ser”. É como pensam os oportunistas. É como cresceu o menininho mimado, sempre cercado de bajuladores e de pessoas que se adulam nas posses e em nada mais.

    Ao ver que Jorge e Gennaro tinham o que ele não tinha, tratou de correr atrás. E o fez não como os guerreiros da várzea paulistana, mas como se preza a alguém sem história para contar.

    Como é vazio o menino mimado, tudo é adorno. Que atrai nada mais senão a soberba medrosa da necessidade de reafirmação. São badulaques que se penduraram no vazio. Um prato cheio para oportunistas.

    E os oportunistas se enfeitam, mas só enquanto for moda.

    Porque na vida há coisas que superam, e muito, a imagem.

    Os dois pioneiros do esporte bretão já viveram o ocaso, assim como as maiores glórias. Fácil nunca foi. Ficou a lição: as maiores vitórias são aquelas que acontecem após a tempestade.

    Cair, levantar e dar a volta por cima: eis a virtude dos guerreiros.

    Jorge, por exemplo, passou anos e anos sem ganhar nada. Quase na miséria, os amigos só faziam crescer, mais e mais. Tanto cresceram que protagonizaram o momento maior de sua vida. O significado disso que viveu revigorou sua alma.

    Uma nação que cresce na adversidade tem muito a contar, pois viveu intensamente. O povo confortou Jorge ao longo de décadas de sofrimento com o mesmo amor de uma mãe.

    Assim foi também com Gennaro, que, no momento mais complicado de sua caminhada, teve por perto todos os seus. Foi ao fundo do poço para então retornar nos braços de quem, por amor, o amparou.

    Para Jorge e Gennaro, sofrer faz parte das maiores conquistas.

    E o povo estará sempre por perto, seja qual for a situação.

    Ao moleque mimado, sabe-se lá o que aconteceria se chegasse ao fundo do poço.

    Dirão os oportunistas de plantão, com a empáfia que lhes é peculiar:

    “Jamais cairemos do nosso pedestal”.

    Só o tempo pode dizer.

    O que se pode ter desde agora é a certeza de que de nada vale ser sustentado por quem está ao seu lado por interesse.

    Interesse de ostentar o produto que é o mais vendido no momento, aquele que é o mais badalado, a modinha que está pegando.

    Quem vai atrás da turminha só o faz para evitar que o ponto fraco do caráter seja desmascarado por qualquer “tirador de sarro” por aí.

    Fácil é se proclamar vencedor sem enfrentar as dificuldades.

    Fácil é se afastar na hora das batalhas para só aparecer na hora da festa, proclamando algo que nunca foi e nunca será.

    Vencer é para poucos; é para quem luta.

    Especialmente na adversidade.

    Não dá para esperar isso dos acompanhantes do menino mimado, que somem ao primeiro revés.

    Quem se declara vencedor depois de estar longe por toda a batalha é, na verdade, um fraco.

    Bajular na hora da conquista é fácil; e não exige alma. A hipocrisia está em moda, infelizmente.

    Só quem luta e está presente na vitória e na derrota sabe mensurar o que é uma conquista e o que é mera propaganda.

    Só a alma detém a verdade.

    Ser parte de uma geração vitrine, que vive de ostentar aquilo que veio sem suor, é cômodo.

    Tão cômodo quanto vazio.

    E está impregnado à genética oportunista dos que não têm alma.

    Amar é sofrer.

    Amar é se doar.

    Amar é se dedicar, mais ainda nos momentos difíceis.

    Jorge e Gennaro sempre souberam disso.

    Assim foram criados.

    Esta é a lição que passaram para suas torcidas…

    ———

    Co-autoria de Rodrigo Barneschi (palmeirense) e Filipe Gonçalves (corintiano).

    Extraído do site http://forzapalestra.blogspot.com/2007/11/jorge-gennaro-e-o-menino-sem-alma.html

  4. Daniel,
    Tá chorando o brasileiro do ano passado ainda??
    Muito interessante esse texto enorme que vc sempre posta, principalmente essa parte:

    Co-autoria de Rodrigo Barneschi (palmeirense) e Filipe Gonçalves (corintiano).

    Palmeirense e Corinthiano unidos contra o São Paulo!!!
    Pra vc ver a inveja que o São Paulo proporciona! Dois antigos rivais se unindo contra o São Paulo!! hahaha

  5. Paulinho

    O São Paulo precisa de algumas urgentes modificações.

    É necesário modificar as laterais. Richarlison vai mal pela esquerda. Além de ser improdutivo no ataque, parece uma enceradeira, marca mal, os gols adversários normalmente saem no seu costado. Pela direita, nem Joilson (está tentando pelo menos) nem Jeancarlos parecem acertar.

    Penso seria necessário voltar a atuar com três zagueiros, retornando Juninho. Lançando o Zé Luiz para a cabeça de área.

    No meio, vamos lançar o menino Sérgio Mota.

    Na frente, ou joga (1) Aloisio, Dagoerto ou Eder Luiz ou (2) Borges, Dagoberto ou Eder Luiz. Aloisio e Borges, definitavamente, não podem jogar juntos.

    Duvido que o teimoso Murici não promoverá as modificações de que o time precisa. Também não sei mais se os jogadores querem continuar com o Murici ou se até mesmo o treinador pretende continuar. Nessa hipótese, a Direitoria precisa mudar o técnico já.

  6. Mas eu pensava que o SPFC era um time certinho como pregam os narradores e comentaristas da rádio CBN, que poderia mudar o nome para rádio SPFC. Lances de penalti claros como hoje sempre são esquecidos nos noticiários da semana, se é com Corinthians (Até hoje falam do maldito penalti do Tinga). E ai pergunto aos leitores, se esse penalti a favor do Coritiba fosse convertido, os dois pontos a mais para os coxas podem fazer falta lá na frente ? Algum maldito jornalista lá final do campeonato vai falar isso ? Ou esse ponto que o SPFC ganhou hoje, vai que lá na frente faça a diferença para uma eventual classificação para alguma Copa, algum maldito jornalista vai lembrar que esse ponto pode ter sido justo o de hoje ???? A imprensa que vender, e pra isso, toda hora mostra o maldito penalti do Tinga. O jornal LANCE ! que fez uma matéria interessante na época, o Inter fora beneficiado em lances duvidos mais que o Corinthians, ou seja, o Inter não era nem para estar classificando para a Libertadores, o qual ele ganhou de forma irretocável. Pena que amanhã talvez nem mostre na TV esse lance.

  7. alessandro, não to chorando, só falei da roubalheira do brasileiro do ano passado além de outros… e sobre o texto não é inveja, mas verdade… algo que o são paulinho não conhece… O menino sem alma…

    AVE, PALESTRA!
    AVANTE, ACADEMIA!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, AQUI É PALMEIRAS!

  8. Na espn brasil estavam comentando sobre os 5,000 mil sao paulinos no morumbi, e Mauro Cezar logo resumiu…”como vc quer um estadio lotado com 3 milhoes de pessoas na Avenida Paulista”

  9. Maravilhoso o texto,temos que contar ainda que os dois governadores mais corruptos que São Paulo já teve,Laudo Natel e Ademar de Barros foram os que roubaram terreno,grana,material de construção para a gaiola das loucas.
    Por este e outros motivos vai ser sempre time de modinha,agora sua média de pagantes vai ficar em 2424 por jogo.
    Abraços.
    Silvio.

  10. Até agora esse time merece cair, eu como Corinthiano que sou torço por isso.

  11. Faz tempo que não vemos um SPFC assim.
    O Cruzeiro já botou 7 pontos de vantagem. Promessa de jogo sofrível na próxima rodada. Santos e São Paulo vai ser dificil de acompanhar

  12. dificilmente o SPFC briga pelo titulo

    se eu fosse a diretoria e o Muricy, faria uma reformulacao no elenco, apostando na garodada do EXPRESSINHO. fazer uma limpa!

    mesmo que nao garanta uma vaga na LIBERTA, pelo mesmo vai comecar 2009 com um elenco renovado!

  13. Não fiquem preocupados amigos São Paulinos. O rebaixamento é uma coisa boa. Voces na segundona irão valorizar essa divisão.
    Isso será muito bom para o futebol.

  14. É, sobre rebaixamento tem gente que tem conhecimento de causa..
    Time modinha?? Sério, desde 1992/93 eu ouço esse termo e até hoje tem torcedores do São Paulo…
    Concordo com todos sobre o baixo publico do jogo do São Paulo (cerca de 5.000 torcedores), e o time não ajuda em nada a aumentar esse publico.
    Mas se o SP é time modinha que leva poucos torcedores ao estadio, o que dizer de um time que se diz favorito, que acabou de sair da fila, está em sua melhor fase em 12 anos levar somente 6.000 pessoas ao estadio em classico??
    E olha que o Pacaembu é de acesso bem mais facil do que o Morumbi, como explicar isso??
    Preço dos ingressos? Se fosse o Palestra era justificavel, mas o jogo era no Pacaembu..
    Má fase? Não, acabaram de ser campeões…
    O que será que aconteceu? Vai ver que o Pacaembu é perto da Av. Paulista e resolveram dar uma passadinha, gostaram e ficam por lá..

    Fonte:
    http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp177906,0.htm

    Vale lembrar que o pior público em estréia de clube grande em campeonato brasileiro é desse mesmo clube:

    Palmeiras x Ponte Preta, cerca de 3.000 pagantes..

  15. É amigos, só restou o brasileirinho. É muito pouco para a empáfia sampaulina. Oproblema é

  16. Havia, no mínimo, 10000 pessoas no Pacaembu, deve ter havido evasão de renda… Um público pequeno para o Palmeiras, de fato… se fosse o são paulinho, seria normal…

    AVE, PALESTRA!
    AVANTE, ACADEMIA!
    CAMPEÃO DO SÉCULO, AQUI É PALMEIRAS!

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