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A mentira e a VERDADE

Por Paulinho

Os Mentirosos andam ensandecidos ultimamente.

Nunca estiveram tão unidos.

Edgard Soares mente na ACEESP e diz que não é dono do site Futebol Interior, ou será que mentiu no programa Sr. Futebol ao dizer que é o proprietário ?

Artur Eugênio Mathias mente ao dizer que eu invadi o computador de seu site, denunciado com provas cabais.

Deputado estadual se junta a essa gente e passa a ocupar o seu tempo de assembléia em reuniões na calada da noite em empresas multinacionais com o estelionatário do Vale do Paraíba.

Ex- político e ex-jornalista em atividade, envolvido em um escândalo conhecido como “golpe da sinuca” resolve interferir a favor desse povo.

Presidente de clube aliado a contraventor desmente e-mail verdadeiro e permite a publicação em site bandido.

E agora Milton Neves participa do Programa Raul Gil e continua contando a mesma mentira de anos.

Recebi dezenas de e-mails perguntando se não iria responder as besteiras ditas pelo camelô da imprensa.

Como acredito que a maior resposta para uma mentira é a verdade, resolvi republicar um relato feito pelo jornalista Juca Kfouri que mostra os fatos como eles realmente aconteceram.

Notem a data da postagem e irão notar como a mentira é antiga.

É o desespero daqueles que o publico já desmascarou.

A mentira foi contada por Milton Neves.

Leia abaixo a verdade, por Juca Kfouri.

 

http://lancenet.com.br/juca/news/040227.htm

SOBRE MILTON NEVES

Resposta de Juca Kfouri publicada no jornal “Agora” em 28 de fevereiro de 2005.    

Em respeito aos leitores do “Agora”, corrijo aqui algumas das inúmeras, e graves, incorreções da coluna publicada por este jornal, na página B-1 do caderno “Vencer”, no último domingo, sem prejuízo de outras ações que o caso obrigue.

Em primeiro lugar, o ministro Agnelo Queiroz não “teria exagerado ao politizar” minhas relações com Pelé. Ele me acusou claramente de ter recebido do governo FHC para elogiar Pelé como seu ministro. Uma leviandade, é óbvio.

Em segundo lugar, não chamei o ministro de “ordinário”, assim, pura e simplesmente, como está na coluna. Contrapus o ministro extraordinário do Esporte, Pelé, ao atual ministro, fazendo questão de frisar, entre parênteses, que usava o termo ordinário no sentido de reles. De insignificante.

Em terceiro lugar, a coluna em questão omite criminosamente o final do fax que mandei para Pelé, Celso Grellet e Hélio Viana, como pode ser constatado abaixo, e ainda adultera o documento, colando minha assinatura antes do término do texto original (como se pode constatar no sítio do colunista).

O trecho suprimido, não por acaso, diz, entre outras coisas: “Sou jornalista e vou morrer como tal. Tenho de cuidar de não me comprometer, coisa que não seria boa para mim e muito menos para o nosso ministro. Por outro lado, sou empregado, assalariado, sem a mesma liberdade de cada um de vocês para me locomover, pelo menos ‘em hora de expediente.'”

“Estou às ordens para dar palpite, sem querer virar um mero palpiteiro sem responsabilidade. Mas não posso tocar nada, até porque, se estivesse disponível para tanto, teria aceitado o cargo de secretário. Lembremo-nos de como toda essa história começou…”.

Era público e notório que eu havia sugerido o nome de Pelé a FHC ao ser convidado para assumir a Secretaria de Esporte, razão pela qual me sentia sim responsável pelos rumos de sua gestão.

Não custa lembrar, por sinal, que pouco tempo depois eu era nomeado para o Conselho Nacional de Esportes, com o pleno conhecimento do dono da Editora Abril, Roberto Civita, conforme documento que estou publicando em meu sítio na Internet.

Em julho do mesmo ano, no entanto, ao assumir uma coluna na “Folha de S.Paulo”, tornei público meu pedido de demissão na própria coluna, como também está documentado, por considerar que se já era difícil conciliar a função de diretor de Placar com a de conselheiro (muito embora a revista, mensal, pouco cobrisse a política ministerial), seria impossível fazê-lo como colunista quase diário do jornal. Colunista que apoiou, e muito, a Lei Pelé e que cobrou providências de Pelé quando sua empresa foi acusada de sonegação.

Finalmente, a coluna do “Agora” remete ao sítio de seu autor na Internet.

Lá as mentiras se avolumam, como, por exemplo, a de mudar para 1995 um evento que foi no ano anterior, conforme comprovam  uma foto e uma reportagem da “Folha de S. Paulo” .

SOBRE MILTON NEVES

O comunicador Milton Neves produziu um bestialógico contra mim e tentou publicá-lo, em vão, em diversos veículos.

Frustrado, tratou de distribuí-lo pelo mundo afora. Seu “dossiê”, produzido a oito mãos, estava entre as “provas” que Agnelo Queiroz apresentou à TV Record, em Brasília.

Mas, irritado com duas siglas que usei no “Lance!”, MN (para designar os mentirosos natos) e GGP (gang dos garotos propaganda), e por me atribuir um título, depois mudado, que não fiz, no sítio “Consultor Jurídico” — “Do mesmo lado” — na matéria sobre o testemunho de Ricardo Teixeira a seu favor em processo que move contra José Trajano, o descontrolado Neves deu um grave passo em falso: publicou no jornal “Agora” e em seu sítio boa parte de suas sandices.

Neves quer convencer as pessoas de que recebi de Pelé para entrevistá-lo na revista “Playboy”, em 1993.

Só isso!

Neves imagina que, um dia, Pelé pagou para ser entrevistado. Repita-se: ele não escreveu que Pelé recebeu para ser entrevistado, mas insinua que pagou! E pagou por uma entrevista que redundou no afastamento dele do sorteio da Copa de 1994, pois o então presidente da Fifa, João Havelange, solidário com o então genro, Ricardo Teixeira, resolveu considerá-lo pessoa não grata.

É o mesmo Milton Neves, que calou sobre a quebra da Unicor e sobre a prisão, por emissão de notas fiscais falsas, do dono da Lousano, duas de suas patrocinadoras quem insinua que Pelé também pagou para que “Placar” publicasse um perfil de Ricardo Teixeira, ainda em 1993.

Perfil crítico, diga-se de passagem. Como se alguém precisasse pagar para que uma revista dirigida por mim criticasse Teixeira!

Em resumo: o apresentador Neves, que pôs no ar o suicídio de um soldado da PM e que confrontou a mãe de uma moça estuprada com a mulher do estuprador em seu edificante programa policial, usou notas fiscais de minha microempresa (que abri, ainda quando trabalhava na Abril, exatamente para fazer serviços para terceiros, como está entre seus objetivos) e por mim devidamente publicadas quando Eurico Miranda tentou inventar a mesma farsa (“Lance!” de 29/11/2000), para relacioná-las às reportagens das revistas que eu dirigia à mesma época.

E o investigador Neves diz, em seu “dossiê” que recebeu as notas “pelo correio”, como se fossem desconhecidas…  

DOCUMENTO 1

Aliás, em seus devaneios, Neves supõe estar diante do primeiro caso da humanidade em que o corrupto passa recibo da corrupção. Investigar, de verdade, dá trabalho, não é como encher lingüiça num programa de rádio ou promover palhaçadas na TV. E ele acusa como ilegal um depósito em conta de pessoa física quando não há ilegalidade alguma, posto que feito em cheque, em moeda nacional , contra recibo e de microempresa de um dono só, com sua mulher, com quem é casado em comunhão de bens, ato perfeitamente legal segundo a legislação de então.

E mente deslavadamente ao dizer que a direção da Abril desconhecia o que eu fazia à época, apesar dos debates que organizei e apresentei para duas Feiras Internacionais de Esportes, por iniciativa da Lemos Brito e da Pelé Sports, terem o apoio, explícito, da “Placar”, conforme, aliás, amplo material fotográfico comprova.  

DOCUMENTO 2

Pobre Neves! Mal sabe que quem me apresentou a Lemos Brito e pediu que o atendesse foi meu chefe, Thomaz Souto Corrêa, vice-presidente da Abril. E que foi, além do mais, por deliciosa coincidência, o próprio Thomaz quem sugeriu a entrevista de Pelé, algo que eu não poderia mesmo decidir sozinho, porque quebrava a política de “Playboy” de não entrevistar alguém que já tinha sido objeto de uma entrevista na revista.

Desconhece, ainda, que a publicação do “Placar Urgente” foi descontinuada exatamente pela crise que o encarte com o perfil de Teixeira provocou em sua primeira edição, uma decisão da direção da Abril, ossos do ofício editorial. E que foi retomada, no relançamento da revista.

Quanto a nomeação para o Conselho Nacional de Esportes, desconhece o descuidado Neves que essa, diante de uma recusa inicial minha, deveu-se a um apelo de Pelé a Roberto Civita, o dono da Abril, que me enviou um bilhete que termina simplesmente assim: “Bom divertimento!”.  

DOCUMENTO 3

E que, quatro meses depois, já na “Folha de S.Paulo”, não só pedi demissão do Conselho como publiquei o pedido em minha primeira coluna no jornal, por julgar incompatível com a função que passaria a exercer, quase diariamente, diferentemente da posição anterior em “Placar”, revista mensal que pouco tratava de política esportiva. 

DOCUMENTO 4

Neves está mesmo desconsolado por eu ter escrito que não somos da mesma turma. Mas não era para tamanho surto, convenhamos. Complexo de rejeição tem limites, ou deveria ter.

É verdade que deve doer nele não encontrar nada escrito por mim que nem sequer se assemelhe com o que ele escreveu a meu respeito em uma de suas colunas, em 2/11/97, piegas e bajulatório, sob o título “Juca Kfouri”: “Cerebral, polêmico, leal, bem-informado e ético, Kfouri está escrevendo uma bonita página dentro da imprensa esportiva e ajudando a formar uma nova geração de jornalistas apaixonados pelo esporte e despojados de vaidade, insegurança e futilidades. Kfouri é hoje uma estrela das universidades de jornalismo e um bom caminho para a garotada seguir”.

DOCUMENTO 5

De fato, por mais que em diversas ocasiões o inseguro Neves pedisse para que eu o elogiasse, nem mesmo quando fui entrevistado por ele, pela última vez, em sua coluna auto-referente num jornal paulistano, o destaquei em quaisquer de seus fúteis itens, seja no “melhor do rádio” ou no “melhor da TV”.

Imagino o tamanho do sofrimento. Deve ser de tirar o sono. A ponto de ele ver elogio meu num comentário em que registro que o programa “Super Técnico” não tinha “apelações publicitárias” com ele “despreocupado em aparecer”.

É que, além do mais, ele não se conforma em constatar que jamais me omiti jornalisticamente em relação a Pelé, ao contrário do garoto-propaganda Neves que ocultou até em seu programa policial o caso Lousano e as milhares de vítimas da Unicor –e acha grave que alguém voe num avião da empresa quando ainda não havia nada contra ela.

E não entra em sua cabeça como é que eu pude me distanciar de Pelé porque este fez acordo com Ricardo Teixeira, no famigerado “Pacto do Futebol”.

Até abrir mão de fazer a biografia autorizada do Atleta do Século eu abri.

Como não aceitei o convite, feito por Marcos Moraes, do Zipnet, para implantar, dirigir e ser sócio do Pelé.net, aí sim, incompatível com a independência de quem o tem como notícia — impossível ser sócio de quem é objeto de sua cobertura.

Mas Neves acha feio o que não é espelho, e embora olhe para Pelé como se fosse uma mina de ouro, gostaria que minha microempresa não tivesse cobrado por serviços de consultoria e organização de um seminário, com diversas tardes de debates, destinado a discutir o esporte brasileiro. Uma delas, por sinal, com destaque na “Folha de S.Paulo” do dia 18/11/94, com a presença de Pelé, Zico, Telê Santana, Nelson Piquet e Márcio Braga. A reportagem, de Humberto Saccomandi, teve como título “Pelé defende uso de greve no futebol” e traz declarações como esta, de Nelson Piquet: “Não existe democracia no esporte. Existe uma máfia tomando conta de tudo”. Pelé concordou: “É normal no Brasil você debater com a máfia”. De fato.  

DOCUMENTO 6

Como se vê, era um outro Pelé e o mesmo Piquet de sempre.

Ganancioso, Neves quer ganhar tudo sozinho, quer que os outros trabalhem de graça.

Lamentavelmente Neves não está em situação de discutir ética com quem quer que seja. Ele não!

Em seu sítio na Internet, resolveu publicar, sem checar, que um evento que aconteceu em 1994 foi em 1995, embora haja fotos e a já aludida reportagem da “Folha”.  

DOCUMENTO 7

Mas o que é isso perto de quem adultera documentos?

E, em sua coluna no “Agora”, omite o trecho final de um texto meu para Pelé, Celso Grellet e Hélio Viana e, pior, criminosamente cola a minha assinatura no meio do texto original.  

DOCUMENTO 8

Também, pudera. Em sua desmesurada vaidade, e complexado por não ser levado a sério, chega ao absurdo de agredir e processar o narrador Sílvio Luiz porque este não lhe tirou o chapéu num programa de TV!

Ou bota na minha boca coisas que eu jamais disse, como a asneira de que jornalista só pode viver de jornalismo, como se não pudesse escrever um romance, um livro de poesias, dar aulas, fazer palestras, ser dono de restaurante etc. Jornalista não pode é fazer propaganda, algo impensável nos países mais adiantados, embora nem mesmo eu enfie no mesmo saco todos que o fazem, como aliás, o próprio MN sabe muito bem, pois até no ar já discutimos a questão. Mas, especialista em meias verdades, acaba por produzir mentiras inteiras. Uma de nossas muitas diferenças é exatamente esta: ele sabe que não está sendo verdadeiro.

Porque ele sabe com quem anda, quem são suas “fontes”, mas não sabe o que faz.

Se bem que, até aí, morreu Neves.    

SOBRE HÉLIO VIANA  

Minha opinião sobre Hélio Viana está publicada na revista “Caros Amigos” de abril de 1997.

Compreensivelmente ele não gostou.  

DOCUMENTO 9

E, diga-se, foi manifestada muito antes do escândalo que fez Pelé dele se separar.

Convivi com ele durante todo o período da gestão de Pelé no ministério do Esporte e, muito embora tenha sido essencial para a aprovação da Lei Pelé, aprendi que ele tem extrema facilidade para se descolar da realidade.

A ponto de dizer que chorei ao ser demitido da Editora Abril e que tentou me arrumar emprego. Ele que já tinha dito que me ajudou a ganhar três Prêmios Esso, embora eu tenha ganhado apenas um, com a equipe de Placar.

Pois não só não chorei como não fui demitido da Abril, mas, sim da Placar. A empresa até um ano sabático me ofereceu. Preferi sair. E saí numa sexta-feira, 23/6/95, para estrear coluna na “Folha de S.Paulo”, no dia 25. Devidamente indenizado pela casa para a qual trabalhei durante 25 anos. Convenhamos, não havia motivo para chorar.

Sobre ter escrito que ele, Celso e Pelé ocupavam um lugar especial em meu coração, eu poderia, se fosse cínico, dizer que os dois ocupavam o lado de dentro e ele o de fora. Mas foi apenas uma maneira carinhosa de tratá-los.

Já errei muito na vida, errarei mais, cometi equívocos graves ao acreditar em muitas pessoas, mas jamais fiz alguma coisa de que me envergonhe. Ao contrário, explico tudo.

Razão pela qual até agradeço a dupla MN/HV por ter publicado, mesmo que grosseiramente adulterado, o fax que enviei ao trio. Eu teria constrangimento em fazê-lo.

E acho graça quando HV diz que um filho meu, Daniel, passou uma época aos cuidados dele em sua casa em Joatinga. Jamais! Na verdade, ao ir fazer um estágio no Rio de Janeiro, meu filho, com 21 anos, que iria para a casa de um tio meu, compreensivelmente cedeu à insistência e gentileza do casal Hélio/Leila Schuster, e preferiu ficar, sozinho, no apartamento dela, na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Depois, de fato, passou um curto período em apart-hotel de Hélio Viana, sempre só.

A vida é assim.

Milton Neves, por exemplo, nunca se perdoará por ter aparentado tanta intimidade e admiração por mim. A dor da rejeição deve ser insuportável.

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16 comentários sobre “A mentira e a VERDADE

  1. Cassio

    O Milton Neves atribuia a sí a convocação do Felipão para a seleção , dizia aos 4 ventos que foi procurado pelo Ricardo Teixeira para que indicasse um tecnico para a copa do mundo. O que o Milton Neves não sabia é que o Ricardo Teixeira estava fazendo consultas na mídia , presidentes de clubes e federações . Foi desmascarado posteriormente pelo presidente de um clube aqui de São Paulo que revelou que o Ricardo Teixeira conversou com tôdos os presidentes antes de falar com o Milton Neves , e que tôdos haviam aprovado o nome do Felipão.

  2. Ze'

    O que e’ esse golpe da sinuca? Nao encontrei nada no google. Voce pode me passar um link ou artigo para eu ler a respeito? Obrigado.

  3. Alexandre Amaral

    “É o desespero daqueles que o público já desmascarou.”
    PERFEITO!

    Quando tiver tempo rememore seus leitores sobre o “golpe da sinuca”.

    abs

    ps: Isso eh q eh jornalismo!

  4. Pedro C. Neto

    Paulinho essa matéria foi nota 1000,chega de “MN” no jornalismo esportivo
    atenciosamente,Pedro

  5. sidnei pereira dos anjos

    EM BRIGA DE MARIDO E MULHER NÃO SE METE A COLHER !!!

  6. José Américo

    Paulinho, o Juca foi perfeito. Agradeço a resposta ao meu comentário, que creio foi um dos primeiros sobre o assunto e estou plenamente satisfeito. A resposta do Juca já foi dada há muito tempo e continua plenamente atual. Agora estou querendo saber sobre esse “Golpe da sinuca”, tão comentado, e que, creio, foi objeto de um post no qual você colocou a foto do Juarez Soares jogando sinuca e com o título “A foto fala por si só”, algo desse tipo, não é mesmo? Sacie nossa curiosidade sobre o lado negro da força, hehehe. Abraço, Paulinho.

  7. Affonso

    Caramba, fiz questão de ler tudo, mas tudo mesmo!

    Desde minha adolescência admiro o Juca e tudo o mais. É um exemplo de jornalista honesto.

    Gosto do MN no rádio, mas TV ele é um delinquente. Parecem até mesmo.. 2 pessoas totalmente opostas, diria eu.

    Pelo Juca coloco a mão no fogo, mas o MN não.

  8. Anderson Viana

    Como não durmo com nenhum dos dois, e essa briga enche o saco, no rádio MILTON NEVES de goleada, na escrita JUCA de goleada e na tv os dois são uma nulidade, são péssimos…

  9. Sergio

    Notícia re-re-re-re-requentada por Milton Neves.
    Já li este dossiê, já li o contra-ataque do Juca.
    Parece que, quando Milton Neves some um tempo, ele precisa de um factóide pra ter seu nome falado novamente.

    Lamentável

  10. Denilson Martins

    Eu também gosto de ouvir e de ler a queda da máscara de um Mentiroso Nato.

    Longa vida a Jk e Paulinho

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