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Raikkonen é pole, mas o show foi de Alonso.

 

Raikkonen é o pole-position para o GP da Espanha.

Já era esperado.

As Ferraris dominaram todo o final de semana.

A surpresa ficou na segunda colocação.

Fernando Alonso mostrou que não é bi-campeão mundial por acaso.

Correndo em casa, superou Felipe Massa e ficou com a vaga.

Nelsinho Piquet vai largar na 10ª posição.

É a primeira vez que ele consegue disputar a ultima e decisiva parte de um treino de Formula 1.

Barrichello, que amanhã iguala o recorde de Ricardo Patrese com 256 GPs disputados, larga logo na seqüência, na 11ª posição.

É uma prova que favorece demais os carros da Ferrari.

Mas não se pode bobear com Alonso.

 Confira o grid de largada:Terceira Sessão

1. Kimi Räikkönen – Ferrari – 1min21s813
2. Fernando Alonso – Renault – 1min21s904
3. Felipe Massa – Ferrari – 1min22s058
4. Robrt Kubica – BMW – 1min22s065
5. Lewis Hamilton – McLaren – 1min22s096
6. Heikki Kövalainen – McLaren – 1min22s231
7. Mark Webber – Red Bull – 1min22s429
8. Jarno Trulli – Toyota – 1min22s529
9. Nick Heidfeld – BMW – 1min22s542
10. Nelsinho Piquet – Renault – 1min22s699

Segunda Sessão

11. Rubens Barrichello – Honda – 1min21s049
12. Kazuki Nakajima – Williams – 1min21s117
13. Jenson Button – Honda – 1min21s211
14. Timo Glock – Toyota – 1min21s230
15. Nico Rosberg – Williams – 1min21s349
16. Sebastian Bourdais – Toro Rosso – 1min21s724

Primeira Sessão

17. David Coulthard – Red Bull – 1min21s810
18. Sebastian Vettel – Toro Rosso- 1min22s108
19. Giancarlo Fisichella – Force India – 1min22s516
20. Adrian Sutil – Force India – 1min23s224
21. Anthony Davidson – Super Aguri – 1min23s318
22. Takuma Sato – Super Aguri – 1min23s496

 

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10 comentários sobre “Raikkonen é pole, mas o show foi de Alonso.

  1. Rogerio Jovaneli

    Sobre o Rubinho recordista…

    Desculpe-me, mas pra mim Rubinho rima com coitadinho. Há recordes e recordes, números que valem alguma coisa e outros que a gente joga na lata do lixo.
    Por exemplo, Zico (ídolo do Flamengo, o clube mais querido do futebol brasileiro), Careca (dentro da área, um monstro e que fez uma parceria fabulosa no Napoli com o gênio da bola Diego Maradona), Falcão (Rei de Roma), entre outros craques brasileiros não venceram uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira.

    Diferentemente de Paulo Sérgio e Viola, em 1994, e Ânderson Polga, em 2002. Estes estão na hitória como campeões da Copa do Mundo pelo Brasil. Okay, mas eu pergunto ao dono do blog e aos visitantes deste espaço: e daí? O que esses atletas têm a ver com Seleção Brasileira campeã do mundo, fora apenas a constatação de que eles deram a sorte de estarem lá?

    Pelo amor de Deus. Achar, como alguns acham, que o Barrichello ajudou o melhor piloto do mundo (Schumacher), SETE VEZES campeão da Formula 1 a vencer corridas é um pouco demais pra minha cabeça. É um pensamento Global demais. Digamos que o Rubinho não é um barbeiro da categoria, nem mascarado e é até querido pelos colegas. Mas é aí que está o problema: queridinho demais, algo que não combina com disputa, com competição de alto rendimento. Mais ainda nos dias atuais.

    Ou alguém imagina um palmeirense chamando o São Paulo de são-paulinho; o Corinthians de time simpático, querido?

    Já sobre a “Lusinha” do Canindé é outra história. Claro, a Associação Portuguesa de Desportos não é time grande, não é “cachorro” grande. É a Lusinha queridinha. Aquela que ninguém tem medo de enfrentar.

    No Brasileiro de 1996, o GRANDE Grêmio, mesmo com uma missão difícil na 2ª partida da final, não teve medo da Lusinha, a coitadinha, aquela que tinha uma Ferrari pra vencer o campeonato e que sucumbio à força do MAIOR, do time GRANDE.

    Como o piloto Rubinho, a Lusinha foi coitadinha e vice-campeãzinha.

    Recomendo a quem discordar da minha opinião sobre o Rubiiinho (o que é bom, afinal seria uma chatisse se todos pensassem a mesma coisa) ler Flávio Gomes, torcedor da Lusinha e um dos especialistas no assunto “Automobilismo”(http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/opiniao/blig_do_gomes), ouvi-lo na rádio Eldorado ESPN (www.espn.com.br/radio) e assisti-lo na ESPN Brasil (canal de esporte da tevê paga).

    Dica: abaixem o som da tevê enquanto assistem às corridas na TV Globo. Há boas opções nas rádios para um dos nossos mais valiosos sentidos: a audição.

    Abraço

  2. Esteban

    Hola.
    El chileno Valdivia es noticia y destaque en los diarios de Chele y Argentina.
    mucho si habla acá sobre Valdivia que va ser lo mejor jogador en brasil.
    para nosotors fútbol braisleños es cada vez más decadiente porque a cada año que si pasa un estrageiro es lo mejor jogador en su violento país.
    acá va ser motivo de mucha gargadas saber que Valdivia va humilhar los brazuca sde pronte preta.
    Yo no soy chileno, más e spara nosotros una gran satisfación saber que los brazucas son humilhados pr personas de outro países.
    saludo y viva Valdivia que estar humilhando los brazucas.
    Hoy valdivia es un jugador más famozo en brasil que los propios jugadores brasileños.
    lo mejor es que Valdivia vien hacendo triunfo en brasil y humilhando usted .
    Saludo
    esteban Crsutille
    cordoba

  3. Ramón

    O Esteban nem sabe escrever em espanhol, esse comentário em portunhol tá meio estranho, parece o Luxemburgo dando entrevista no Real Madrid…

    Concordo inteiramente com o que disse o Rogerio. O Barrichello é a Lusinha da Fórmula 1, querido porque é manso e não ganha de ninguém.

    E eu não discuto o talento do Alonso mas, pra conseguir o segundo tempo com o carro da Renault, ele treinou com pouquissimo combustível.

  4. Mario

    Alonso foi segundo porque correu com pouco combustível – deve ir pro pit stop bem cedo amanhã. Não tem talento que faça uma Renaut superar uma Ferrari hoje em dia. Alonso é o melhor piloto da F1, mas não tem chance de vitória em Barcelona. A não ser que aconteça uma quebradeira geral. No mais, a evolução de Nelsinho é uma ótima notícia. Esse garoto ainda vai longe.

  5. leonardo mercuri

    Paulinho, a tática de alonso, foi muito clara, o carro deve estar muito leve. E p/ comprovar isso, veremos amanhã, quantas voltas antes de Raikkonem, de Massa e até do proprio companheiro de equipe Nelsinho, que terminou em 10º, por estar, acho, mais pesado, êle vai entrar p/ o reabastecimento? Foi apenas p/ agradar a imensa torcida “alonso mania”.

  6. Edson

    Aposto um dedo que vc nem comenta isso.
    Quero ver agora a sua “credibilidade”…

    26 Abril, 2008
    Matéria do Correio Popular
    É interessante a imprensa. Tão criticada por nós, desta vez a imprensa campineira deu um exemplo legal.

    Pena que o pessoal do jornal Folha dO São Paulo, Estado dO São Paulo, Lance DO SÃO PAULO!, não busquem suas pautas nos parceiros do interior.

    Deu no Correio Popular de Campinas
    ____________________________________

    Após ser roubada por Corinthians e São Paulo, Ponte Preta espera pela primeira final limpa
    Sábado, 26 de Abril de 2008 – 11:44h –
    Correio Popular

    Em 1970, a Ponte Preta montou um esquadrão com pratas da casa, onde se destacavam os craques Manfrini e Dicá. A equipe fazia uma ótima campanha, conquistando inclusive a Taça dos Invictos naquele ano, e após desbancar Palmeiras, Corinthians e o Santos de Pelé, se viu diante de um adversário mais poderoso do que poderia imaginar. O primeiro sinal veio no dia 05/07/70 quando após estar vencendo por 2 a 0 a equipe do São Paulo, indo para o intervalo certa da vitória, viu um surpreendente e inesperado helicóptero descer nos gramados trazendo o governador nomeado pela ditadura militar, Laudo Natel, que desceu aos vestiários, pressionou a arbitragem, e permaneceu no banco de reservas da equipe ao longo da segunda etapa. Final 2 a 2. Já no final do segundo turno, no dia 05/09/70, com Laudo Natel novamente sentado no banco de reservas do São Paulo, a Ponte Preta viu ojovem Arnaldo Cesar Coelho cometer um dos primeiros erros graves de sua carreira, anotando um penalti inexistente em que o ponta Terto se jogou, e para piorar a cena ainda se deu fora da grande área. Com a vitória o São Paulo saiu da fila na semana seguinte e a Ponte ganhou como presente a primeira vaga em Torneio Nacional para uma equipe do interior.

    Em 1977 a oportunidade apareceu novamente, e o regulamento havia mudado. Após 3 fases, Ponte e Corinthians se credenciaram para a finalíssima, em 2 ou 3 partidas, que a principio deveriam ser realizadas em Campinas e São Paulo, mas em função da gigantesca pressão por um título corinthiano, a decisão foi marcada para todos os jogos no Morumbi. O resto é história, e mesmo vencendo a segunda partida por 2 a 1 no recorde de público do estádio, a equipe viu o jogo de desempate ser marcado pelo extra-campo com a histórica expulsão de Rui Rei.

    Dois anos depois, em 1979, Ponte e Corinthians chegavam à final novamente, agora sem a pressão por títulos que havia mobilizado a mídia e os políticos, e a esperança da macaca por justiça era grande, já que no ano anterior Palmeiras e Guarani haviam decidido o título nacional no então acanhado Brinco de Ouro, menor que o Moisés Lucarelli, mas não, ainda não seria daquela vez. O Corinthians conseguiu novamente levar todos os jogos decisivos para o Morumbi, e venceu novamente, mesmo precisando de 3 partidas como em 1977.

    Mais dois anos, e nova final. Em 1981, após vencer o primeiro turno, a macaca passou o segundo esperando pela definição do adversário. São Paulo e São José decidiriam a vaga. O São Paulo foi a São José e sentiu a força do mando de campo, perdendo o primeiro jogo. Reverteu com dificuldade no jogo da volta, eliminando o São José por suados 3 a 2, mas a lição havia ficado. Nos bastidores alijou a Ponte Preta de seu mando, trazendo os dois jogos para o Morumbi. Bingo !! Empate no primeiro jogo e vitória no segundo.

    Agora, quase 40 anos depois da primeira chance, após 4 decisões marcadas pela injustiça, pela decisão de bastidores, por arbitragens suspeitas, a Ponte Preta tem ao menos uma certeza, a do mando de campo. Assim começa a história da decisão contra um Palmeiras que se por um lado possui o demérito de ter perdido decisões importantes contra equipes consideradas pequenas, como Guarani, Inter de Limeira, Bragantino, ASA, Ipatinga, possui o lado positivo de mostrar que não utiliza as forças de bastidores para reduzir as chances do rival, ao contrário, possui histórico de arbitragens contrárias em decisões como a expulsão de Leão em 78 ou os penais contra o Ipatinga em passado recente.

    Mais do que nunca, a Ponte sabe que terá diante de sí um adversário difícil de ser batido, mas que as chances serão de igual para igual, apenas dos 22 jogadores em campo, sem governador no banco, sem mudança de mando, e espera “apenas” uma arbitragem justa. Que vença o melhor !!

  7. COMARTE

    O comarte é um blog, em especial, para arte (em geral, cinema , teatro, musica, artes plásticas…)
    gostaria muito de fazer uma troca.
    que vcs postassem o link do comarte em seus recomendados, e eu postarei o link de vcs tbm no comarte. aguardo respostas. obrigado.

  8. Leao

    Há tempos não temos piloto brasileiro de ponta. O duro é ouvir barbaridades de certos comentaristas de televisão. Alguns são corredores frustados. Outros são patriotas insandecidos. Aqueles que vivem de baixar o pau na profissão alheia colocando o atleta na condição: ou é o melhor do mundo ou não é nada eu pergunto: e vocês se vêem da mesma forma em suas profissões? Os Srs. são os bambambans do mercado? São os donos dos jornais, revistas e televisões em que trabalham? Não. Então os Srs. são uns perdedores. Quando falarem sobre um assunto falem da parte técnica. Falem de limitações técnicas. Enalteçam qualidades. Não dá para aguentar falação sobre Rubinho (4o. melhor piloto brasileiro), Zico (se não ganhou a Copa do Mundo azar da Copa do Mundo), Sócrates (fumava, bebia e jogava e queriam que fosse atleta), seleção de 82 é perdedora (e o treinador foi campeão do mundo). O cronista esportivo, por natureza, é um frustrado. Existem raras excessões. Tostão é um deles, assim como Juka Kfouri e outros mais. Na área do automobilismo Reginaldo Leme teve o privilégio de viver os melhores e os piores momentos do Brasil na F 1. Se tomarmos a Globo como equipe de ponta e seus locutores e cronistas como o topo da profissão, eu deveria julgar os demais profissinais como perdedores? É isso o que fazem certos tipos de pessoas. Julgam os outros e não olham para si próprios. Eles mesmos uns perdedores.

  9. Leao

    Por mais que nossos locutores torçam, o 2o. piloto da Ferrari é o Massa. E olha que o Raikkonen não é nenhum Schumaker. E tem gente que ainda reclama do Rubinho. Hoje, o Massinha é o Rubinho piorado.

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