O amistoso da Seleção
Confesso ter me surpreendido positivamente no amistoso da Seleção Brasileira com a Irlanda.
Foi uma partida movimentada, embora com poucas chances de gol.
A Irlanda em seu velho estilo de jogadas aéreas e descidas pelos flancos pouco perigo levou a zaga brasileira.
Nas vezes em que conseguiu finalizar Julio Cesar se mostrou seguro.
Robinho jogou com leveza e foi sem duvida o melhor da partida.
Gostei muito da atuação dos laterais Richarlyson e Léo Moura.
Soltos, não sentiram o peso da camisa.
O Brasil definiu a partida aos 21 minutos da segunda etapa em uma jogada brilhante de Robinho.
O meia recebeu pela esquerda, dominou com calma e bateu rasteiro, cruzado, com imensa categoria.
A bola ainda passou por debaixo das pernas do zagueiro irlandês.
Uma pena apenas foi a oportunidade perdida por Dunga de testar os jogadores da Seleção Olímpica.
Afinal, acredito eu, seria o único sentido prático do amistoso.
Mas o treinador preferiu se apegar ao resultado, que obviamente não faz a menor diferença.
Para desespero do torcedor, Bobô não jogou.
