Projeto Santos S/A – parte 3
SUPONDO, que os citados anteriormente fossem os “acionistas” da SANTOS S/A poderíamos ter a seguinte composição: (meramente ilustrativa)
SANTOS 51%
UMBRO 15%
SEMP TOSHIBA 15%
BILL GATES 15%
MERCADO DE AÇÕES 4%
A partir do exemplo acima fica clara a metodologia de associação das marcas, que agregariam entre si credibilidade, respeito, e confiança.
Como aspecto final desta abordagem resumida, seguem alguns itens que pontualmente fariam parte do projeto detalhado:
·Criação e licenciamento de produtos com as marcas para revenda mundial
·Eventos comemorativos e festividades que envolvessem amistosos internacionais com a presença do SANTOS FC e o Sr. PELÉ
·Criação do centro de excelência de gestão de clubes e capacitação de pessoal técnico. (estrutura do Santos F.C. que serviria como base para a prestação de consultoria aos franqueados)
·Criação do corpo técnico de consultores para avaliação dos mercados (ex-jogadores, pessoas ligadas ao marketing esportivo, especialistas da empresa de material esportivo, que juntos analisariam os mercados estrangeiros para implantação das franquias/associações/escolinhas)
·Seleção de profissionais técnicos As diversas áreas do futebol para a exportação do centro de excelência para o exterior. (fisiologistas, técnicos de futebol, preparadores físicos, fisioterapeutas, psicólogos; todos estes estagiários do centro de excelência)
·Projetos sociais de integração ligados a crianças, adolescentes e pessoas da terceira idade, proporcionando capacitação técnica e troca de experiências para o crescimento mutuo.
Muitos aspectos técnicos do projeto estão dispersos por se tratar de um resumo, mas o principal foco que se deve ter em mente é que nas parcerias anteriores, o planejamento e a execução não foram nestes moldes, considerando-se também que o garoto propaganda deste projeto poderia ser o Rei PELÉ apresentando o projeto aos possíveis investidores.
ESTRUTURAÇÃO TÉCNICA DO SANTOS F.C. BRASIL.
·Manter no time 3 jogadores de renome mundial em nível de seleção
·Inserir em média 3 jogadores das divisões de bases ou franqueados para adquirir nível e padrão de jogadores profissionais.(buscando a valorização financeira destes jovens atletas)
·Política de renovação do elenco principal, vendendo um(01) dos três(03) jogadores de nível de seleção e trazendo outro de igual renome para a substituição, sempre buscando viabilizar lucro no processo de substituição.
·Venda de uma das revelações, mantendo o padrão de substituição do item anterior.
·Não vender mais do que 3 jogadores por temporada salvo motivos técnicos e disciplinares, pois com o mantimento da base ocorrerá o fortalecimento da marca e vinculo do atleta com a imagem do clube/marca.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Esta idéia foi concebida no ano 2.000, a partir de então vim somando algumas bibliografias e informações técnicas que permitiram o desenvolvimento de todo este processo fundamentando o que aqui escrevo.
O exemplo de sucesso a ser seguido é bem recente, a empresa Vale do Rio Doce, autenticamente brasileira que tornou – se uma potência mundial e referência no setor siderúrgico que, ao invés de ser comprada por grupos estrangeiros seguiu a contramão das empresas brasileiras e se tornou compradora.
Imagino um futebol brasileiro auto-suficiente, uma potência que se não puder concorrer ao poderio financeiro europeu, possa ao menos se fortalecer financeiramente a ponto de não precisar vender desesperadamente seus jogadores para manter a saúde financeira.
Marcos Paulo Bezerra da Costa
Economista
R.G. 25.420.698-0
CPF 174.842.658-37
Registrado no 10º Cartório
Rec. 9.706.792
Microfilme 1.789.360
2001/2006
