O clássico do povo

Do blog do Birner


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Por Paulinho


Foi uma boa partida.


O Corinthians entrou bem armado por Nelsinho. Ele escalou Lulinha e Dentinho abertos com Finazzi, fixo, na área.


O esquema obrigou os alas Léo Moura e Juan a se preocuparem muito com a marcação dos atacantes adversários que se deslocavam pelos lados.


O Corinthians mandava na partida.


O Flamengo pouco produzia.


Finazzi, em boa jogada de Lulinha, abriu o placar aos 26 minutos.


O gol deixou a equipe carioca desnorteada. Aos 29, o árbitro Leonardo Gaciba deixa de marcar pênalti claro em Dentinho, puxado na área por Fábio Luciano.


Dentinho ainda perdeu chance de gol incrível, poucos minutos antes do Flamengo, mesmo após ser dominado, empatar com o golaço de Ibson


No segundo tempo, com Roger e Obina nos lugares de Souza e Max, os donos da casa pressionam desde o início.


Logo no primeiro minuto Felipe faz grande defesa em batida de Juan.


Após os minutos de empolgação, a partida ficou equilibrada


Roger, que nada fazia, recebe um presente do treinador Nelsinho do Corinthians.


De maneira inexplicável ele tira da equipe os meninos Lulinha e Dentinho.


O Flamengo se manda para o ataque como tudo o que tem direito, afinal, não dá para temer o Corinthians após a entrada de Heverton e Arce.


O alvinegro, em parafuso, obriga Felipe a fazer uma sucessão de milagres.


Aos 30, Roger, com liberdade, arranca pela avenida Iran (péssimo, como sempre), passa por dois defensores e faz um golaço.


Desesperado, o Corinthians quase empatou no final.


Em um bate rebate, Ibson tira a bola em cima da linha, Betão devolve de cabeça para Bruno Otavio, que sozinho, de frente para a meta, erra o fácil chute .


O Flamengo, iluminado, continua subindo.


O Corinthians, com muita raça, tenta evitar o pior.

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