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A ética de Tite e o imóvel de R$ 10,3 milhões

Recentemente, o treinador Tite, da Seleção Brasileira, comprou luxuoso imóvel, na Barra da Tijuca, por expressivos R$ 10,3 milhões.

Trata-se de uma cobertura com 505m², de frente para a praia.

Porém, o negócio foi parar na Justiça.

Tite, desde que chegou ao Rio de Janeiro, tem se utilizado dos serviços do corretor Marcos Rocha, da Ativa Imobiliária, com quem já fechou alguns acordos.

Foi através dele que o treinador conheceu o imóvel da Barra.

Apresentado ao empreendimento, Tite afirmou ao corretor que não teria interesse na compra.

Eis que, três meses após, Rocha foi surpreendido.

Com a dica em mãos, Tite ‘chutou’ o parceiro e finalizou a compra diretamente com o proprietário.

Dos R$ 12 milhões anunciados, o preço, pago à vista, caiu para R$ 10,3 milhões.

A comissão do corretor, que comprova, por mensagens, as tratativas com o treinador, seria, aproximadamente, de R$ 500 mil,

Se caberá á Justiça decidir o problema comercial, duas constatações, óbvias, independem de qualquer avaliação futura: o surpreendente poderio financeiro do treinador da Seleção Brasileira e o comportamento antiético com o corretor a quem, há algum tempo, procurava para encontrar facilidades comerciais.

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