Do blog do Juca
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Teixeira, Zagallo e Galvão
O locutor Galvão Bueno deu a resposta abaixo quando o globoesporte.com perguntou qual foi a derrota brasileira que mais lhe doeu:
“Aquela vergonha de Weggis… Aquilo foi uma vergonha absoluta. Como é que um time pode se preparar em um estádio para 5 mil pessoas? Com gente invadindo o campo? Para chegar no local, passava-se por um prostíbulo. De um lado se vendia bebida, do outro se vendia drogas… Era moça com os seios de fora. Um absurdo. O circo romano era mais correto. À medida que os dias passavam, e você vê que está tudo errado. Foi dando raiva. No final, a derrota para a França foi a que mais me incomodou pelo conjunto da obra, digamos assim”.
Mais de um ano depois da Copa, ele segue na esteira do que já disseram, recentemente, o presidente da CBF e o coordenador da Seleção.
Galvão Bueno, ao contrário dos outros dois, nada podia fazer para mudar o rumo daquela bagunça.
Mas poderia, ao menos, tê-la noticiado e criticado, com a veemência que os fatos mereciam.
Ao contrário, os que o fizeram foram rotulados, à época, de derrotistas, brigados com a vida, antipatriotas etc.
Nada como um dia após o outro.
