Ronaldinho Gaúcho: o adeus de quem não quis ser maior do que é
Campeão Mundial pela Seleção Brasileira, em 2002, da Champions pelo Barça. em 2006 e da Libertadores pelo Galo, em 2013, Ronaldinho Gaúcho conquistou os títulos mais relevantes do futebol mundial.
No auge, foi eleito duas vezes o melhor jogador do mundo.
Achou suficiente.
Uma pena pára o futebol mundial, que poderia ter seu talento indiscutível relacionado entre os dez maiores de todos os tempos.
Não foi, mas poderia ter sido, inclusive um dos cinco melhores, tivesse continuado com a gana que possuía nos áureos tempos, antes das baladas e bajulações intermináveis.
Seu ultimo suspiro, em alto nível, quando nada mais se esperava de sua carreira, terminou ontem, no Galo, com o rompimento de contrato confirmado.
Finalizou bem.
Sem a genialidade, deixada na Europa, mas ainda com futebol acima da média, insuflado pela gana de calar os críticos que nele não mais acreditavam.
Este blog, inclusive.
Tomara, daqui por diante, saiba o momento certo de parar, ainda por cima, sem expor sua ótima carreira a atuações que possam desacreditar a magia que seu futebol deixará nas lembranças de quem assistiu a seus desfiles no Camp Nou.

