Condenação moral
A condenação moral do corrupto é realmente eterna.
Hoje, após a final do taekwondo, no Pan do Rio, em que a brasileira Natália Falavigna ficou com a medalha de prata, em uma decisão que causou a ira da torcida brasileira, o nome de um canalha foi lembrado e gritado.
Inconformados com a atuação da arbitragem, os torcedores gritavam o nome do desprezível Edilson Pereira de Carvalho.
Depois de 2 anos, todo árbitro que é considerado “ladrão” pelos torcedores ainda é chamado de Edilson.
Nada mais justo.
É o prêmio que esse verdadeiro lixo da humanidade conquistou ao vender a sua moral e dignidade por um punhado de moedas.
Além de corrupto, Edilson costuma ter atitudes homofóbicas que demonstram toda a sua falta de caráter.
Hoje vive de vender camisetas de clubes que adquiriu quando ainda arbitrava e da venda de seu livro, que por incrível que pareça, encontra compradores.
Na cidade onde reside não tem credito nem para comprar pão na padaria.
Todo castigo para o corrupto é pouco.
