Sujeira da grossa

Sujeira da grossa.


Amigo internauta, fui informado por uma fonte, de uma transação suja que ocorreu nos bastidores do futebol paulista em uma transferência de um centroavante desse clube para o exterior, visando valorizar o passe do jogador em questão.


Estou checando a informação, em busca de provas, um trabalho difícil, porque não se costuma deixar rastro em transações como essa.


Os envolvidos seriam o presidente de um grande clube da capital paulista que teria levado uma “comissão” na transação, um conhecido agente de jogadores, com muitos jogadores em sua carteira, o próprio jogador que estava ciente da trama e um conhecidíssimo jornalista de São Paulo, conhecido por sua compulsão desenfreada em busca de dinheiro.


A história que me foi passada é a seguinte, o jogador saiu de uma pequena e simpática equipe da capital paulista, que não disputa a primeira divisão, para o grande clube com a pré disposição da valorização do passe visando a revenda ao mercado europeu. O jogador foi assediado pelo empresário em questão com a promessa da transação. Deslumbrado com a possibilidade, o jogador que ja possuia um agente, rompeu com a pessoa que cuidava de sua carreira, assinou com esse empresário e foi para o grande clube, que facilitou a sua entrada através de seu corrupto presidente que sabia da trama e visava a sua fatia do bolo.


Bem, faltava algo ainda para que tudo desse certo, foi quando o empresário procurou seu amigo jornalista e teria oferecida uma pomposa soma em dinheiro para que ele divulgasse o jogador, falasse bem do atleta por algum tempo em seu diversos meios de comunicação.


Realmente um esquema sujo, que lesa o clube que é utilizado como trampolim para uma negociata sorrateira e o publico que compra uma informação, uma opinião, acreditando que o jornalista esta analisando algo de acordo com a visão de esporte que possui e este está apenas visando o seu lucro pessoal, sem se importar com quem lhe propicia o sustento diário, o prestígio, que é o seu ouvinte, leitor e telespectador.


A fonte me contou que ouviu a conversa do jornalista com o intermediário em um telefonema que foi atendido no “viva-voz” dessam pessoa em que ele dizia: ” fulano, muito obrigado pelo presente ” e o intermediário respondeu “não há de que, foi um prazer, disponha”. A fonte, que tem vinculo de amizade com o intermediario pois ambos são consultores que prestam serviço a uma conhecida empresa de consultoria de São Paulo estava no escritório e ao ouvir a conversa reconheceu a voz do jornalista e perguntou ao amigo intermediario (o homem que entregou a comissão em dinheiro vivo) se quem estava no telefone era realmente quem ele estava pensando, obtendo a resposta afirmativa do amigo, que começou a relatar a história que acabo de contar.


Bem, lamento demais não poder citar os nomes das pessoas envolvidas, pois por conhecer a fonte em questão, sei que ela é verdadeira, mas assim que obtiver as provas, se as tiver, não me furtarei a divulga-las.


Como de costume, vou investigar minunciosamente a informação a procura de algo que me permita ter o prazer de divulgar o nome dos corruptos envolvidos,


Posso adiantar que todos eles, os envolvidos, tem que torcer muito para que eu não tenha sucesso em minha empreitada,e faço questão de que o jornalista saiba que eu sei o que ele fez e que se deixou algum rastro eu estarei logo na sequencia para denuncia-lo.


Vamos aguardar a sequência dos acontecimentos…

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