Coluna do Fiori















 

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori foi ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, é investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.


http://www.aagsp.com.br/coluna_fiori_entrada.asp


O Departamento de Árbitros da FPF é digno de risos.

 

Este departamento composto por PMs da reserva e remunerados pela federação, deveria ter mais cuidado ao escalar árbitros para partidas do meio Campeonato Paulista de Futebol, pois temos turno e não returno. Senão vejamos: O senhor Otávio Corrêa da Silva (que espero não ter parentesco com o presidente do SAFESP-Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, senhor Sergio Corrêa da Silva), arbitrou a partida realizada no Pacaembu, expulsou o atleta do Corinthians Marcelo Mattos pelo fato de o mesmo ter chutado para fora uma segunda bola que estava no campo de jogo e não era a disputada oficialmente pelos litigantes (portanto algo estranho a partida), numa prova da falta de bom senso e de experiência demonstrando também uma pseudo-autoridade que não lhe é conferida pela lei do jogo da qual deve ser fiel representante. Já na partida jogada na Cidade de Rio Claro, entre o Rio Claro vs Grêmio Barueri, o senhor Paulo Roberto Ferreira com os atletas postados em seus respectivos campos de defesa e em posição para o inicio da partida receberam autorização do apitador que trilou seu apito e apontou para darem inicio a mesma, porem faltava o principal a Bola no centro de campo. Tais fatos jamais ocorreriam se a arbitragem fosse de Romualdo Arppi Filho por sua experiência, simplicidade e domínio das leis do jogo. Acredito que o nome e a bagagem do Romualdo não sejam citados nos cursos de árbitros, ministrados pelos impolutos, ecléticos e doutos professores da Escola da FPF.


APADRINHAMENTO


Seguindo sobre o departamento de árbitros da FPF fico realmente estarrecido com o claro comportar de apadrinhamento a que foi premiado o arbitro Luciano Rodrigues Lealdini, pelos dirigentes da federação que em minha opinião também demonstrou não ter afinidade com a ética e com a moral, pois não teve autocrítica para rechaçar sua repentina subida em 105 posições no Ranking da arbitragem paulista. Isto me proporciona a curiosidade em efetuar algumas indagações: O arbitro Leandro é apadrinhado de quem? Tem algum parentesco com proprietários ou diretores de alguma empresa do ramo esportivo? Com patrocinadores de campeonatos organizados pela FPF ? E, qual é a posição do presidente do SAFESP-Teólogo, Filosofo, Ético-Moralista senhor Sérgio Corrêa da Silva, funcionário remunerado da FPF ? ACORDA BRASIL!


As opiniões aqui constantes são de minha inteira e total responsabilidade.

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