Covardia de Marcelo Paz é surpreendida pela do Presidente do Corinthians

Pressionado pelos conselheiros que lhe puxam as cordas, mas também pelos Gaviões da Fiel, aos quais, humilhantemente — para ambas as partes —, se aliou, Osmar Stabile, presidente do Corinthians, demitiu o executivo Marcelo Paz.
A nota oficial do clube, que fala em “comum acordo”, é mentirosa.
Paz mereceu a traição.
Chegou ao Timão maior do que o presidente, respaldado por um trabalho relevante no Fortaleza, mas se apequenou, servindo como subserviente mordomo de todo o sistema político alvinegro.
Não mandou, engoliu ordens estúpidas — talvez porque tenha passado a receber o dobro do salário que embolsava na equipe cearense — e se deu mal.
Seu relacionamento com Seedorf e a OTB também não ficou bem explicado.
Sai menor do que entrou.
A diretoria do Corinthians, que há tempos estava na lama, por lá permaneceu, cercada de conselheiros inúteis e “organizados” de bolso cheio.
Mal ficou o Timão, a um ponto da zona de rebaixamento, sem dinheiro e com péssimas perspectivas de futuro.

