Coluna do Fiori

“O Tempo desmascara as aparências, revela a mentira e expõem o caráter”
Ditado Popular
Ao vice-presidente, diretores, conselheiros e associados do SAFESP – Sindicato de Futebol do Estado de São Paulo, exponho parte do inserido na:
Lei nº 14.597/2023 (Lei Geral do Esporte), que revogou o antigo Estatuto do Torcedor, estabelece rigorosos critérios de moralidade, conduta ética e transparência na gestão para todas as organizações que compõem o Sistema Nacional do Esporte.
Artigo 65 da lei determina critérios de integridade estritos para quem comanda o esporte nacional:
Inelegibilidade por Legislação Eleitoral: Ficam impedidos de exercer funções de direção nas organizações esportivas, independentemente de sua natureza jurídica, as pessoas consideradas inelegíveis na forma da legislação eleitoral (como a Lei da Ficha Limpa).
Gestão Temerária ou Fraudulenta:
O § 1º impede o exercício de funções diretivas por pessoas afastadas por decisão interna ou judicial em razão de gestão temerária ou fraudulenta no esporte por, no mínimo, 10 anos ou enquanto perdurarem os efeitos da condenação.
Condenações Criminais:
Dirigentes condenados por crimes enumerados na lei (como crimes contra a integridade esportiva, corrupção, fraudes e desvio de verbas) perdem a capacidade de gerir tais entidades.
Observação
Deixem de ser flexíveis para com o mamífero roedor José de Assis Aragão

Por mim alcunhado: Aradrão ou Ratagão
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28ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 19/09
Mirassol 2 x 0 Botafogo
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)
VAR
Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)
Item Técnico
Trabalho aceitável do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: para um dos integrantes da equipe Estrela Solitária
São Paulo 1 x 0 Internacional
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)
VAR
Rodrigo Nunes de Sa (FIFA-RJ)
Item Técnico
Aos dez minutos do primeiro tempo, após lançamento de Marcos Antônio, o atacante são-paulino Luciano dominou a bola e, no momento em que finalizaria em direção à meta adversária, foi atingido no pé esquerdo pelo oponente Maripam. Sem hesitar, o árbitro assinalou a falta e apontou convictamente para a marca da cal.
Penalidade
Batida por Calleri, findada no fundo da rede, estabelecendo a vitória de sua equipe 1×0
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Um para componente do Tricolor do Morumbi – 04 para integrantes do Colorado
Domingo 20/06 – Grêmio 0 x 0 Palmeiras
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)
VAR
Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Item Técnico
Contando com a colaboração dos atletas, que se concentraram apenas em jogar, tanto o árbitro quanto seus assistentes cumpriram, e bem, o determinado pelas regras do jogo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Cinco para componentes do Tricolor dos Pampas – Seis para Alviverdes
Corinthians 1 x 3 Fluminense
Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)
VAR
Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)
Item Técnico
1º – Apropriada a participação do VAR, que, a distância, comunicou ao árbitro que, Hulk atacante da equipe carioca, se encontrava posicionado legalmente, no momento que dominou a redonda e a chutou pro fundo da rede, sinalizado posição de impedimento pelo assistente 01: Nailton Junior de Sousa Oliveira (FIFA-CE).
2º – No 44º minuto da etapa inicial, dentro da área da equipe do Fluminense, o zagueiro Nonato conseguiu tocar legitimamente na bola, que estava sob o domínio do corintiano Kaio Lima. Este, de forma maliciosa, tentou cavar o pênalti; ato contínuo, o árbitro, acatando a regra, determinou o segue o jogo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: para três defensores do Alvinegro Paulista – 5 para componentes do Tricolor das Laranjeiras
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Política
Trump quer eleição de Flávio para colocar Brasil no Escudo das Américas

A dupla composta por Flávio Bolsonaro e o irmão entreguista Eduardo Bolsonaro, apelidado de Bananinha, está entusiasmada com o Escudo das Américas de Donald Trump, presidente norte-americano.
Conforme anunciou por ocasião da Assembleia-Geral das Nações Unidas desta semana, Trump já conta com a adesão de 15 países latino-americanos à geoestratégia.
O Escudo das Américas tem como pretexto o combate ao “narcoterrorismo”. Flávio Bolsonaro aplaudiu e já colocou o Escudo das Américas no plano de segurança pública da sua campanha.
Os 15 Estados nacionais aderentes, para ingresso, adotaram a doutrina trumpista do “narcoterrorismo”.
Com efeito, esses Estados passaram a considerar organizações terroristas aquelas relacionadas pelo governo americano e, dentre tantas, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho).
Filme já visto
Trump exibiu o filme que o mundo todo já assistiu. Não gostou do resultado.
A nova produção intitulada Escudo das Américas nada mais é do que a repetição edulcorada da fracassada política da “War on Drugs” (guerra às drogas, em inglês).
Como todos recordam, a guerra às drogas nasceu do desespero do governo Richard Nixon.
Os militares americanos de então, sem ou de baixa patente, voltaram da Guerra do Vietnã dependentes de heroína.
Virou tragédia em termos de saúde pública e de famílias com dependentes químicos com graves crises de abstinência e sofrimento devastador.
Nixon buscou um pretexto para acalmar os eleitores americanos e, em especial, o eleitorado republicano, depois da aventura da guerra perdida.
A guerra às drogas começou com a repressão interna à comercialização e ao uso. Um retorno ao tempo da Lei Seca, de proibição das bebidas alcoólicas.
Combate à esquerda comunista
O presidente dos EUA Ronald Reagan, nos governos de 1981 a 1989, declarou a ampliação da política de guerra às drogas.
Ela passaria a ser também externa, ou melhor, combatida dentro e fora das fronteiras americanas.
Para tanto, demonizou os países de produção e os considerou como responsáveis pelo consumo planetário.
Espalhou-se, mundo afora, a enganosa tese sintetizada na seguinte fórmula: sem oferta, terminaria o consumo das drogas proibidas. Era o óbvio ululante. Até porque pode-se inverter: sem consumo, pelo desinteresse, acaba a produção.
Atenção. O objetivo da política expansionista e imperialista de Reagan era, na verdade, combater o comunismo que avançava nas Américas. E o continente precisava ser controlado. Os países americanos que precisavam voltar a ser quintal norte-americano.
O pretexto do combate às drogas prevaleceu nos governos do George Bush pai e seu filho, George W. Bush.
W. Bush fez os presidentes Andrés Pastrana e Felipe Calderón engolirem, respectivamente, os fracassados Plan Colombia e o Plan México. Errou, pois, a militarização do combate às drogas e ao crime organizado nunca dá certo.
Colômbia e México mergulharam na violência, e os EUA mantiveram a posição de campeões mundiais de consumo de drogas ilícitas.
Duas agravantes: os EUA continuaram a vender armas de fogo e munições para a criminalidade organizada, hoje rebatizada de organizações narcoterroristas.
Bases militares
O Escudo das Américas, frise-se mais uma vez, utiliza o pretexto de combater o “narcoterrorismo”. Trata-se da velha e surrada geoestratégia da guerra de repressão às drogas proibidas e ofertadas pelo crime organizado, pelos cartéis colombianos da época.
Reagan usou a guerra às drogas para combater a expansão da esquerda comunista na América Latina.
Na guerra às drogas dos governos americanos, implantaram-se bases militares estratégicas em Iquitos (Peru) e, nas Antilhas, em Curaçao e Aruba.
A agência DEA (Drug Enforcement Administration) encheu a América Latina de agentes de inteligência, mais interessados no acompanhamento político ideológico do que em drogas ilícitas.
Com isso, violou-se a soberania dos Estados nacionais latinos-americanos e foram usados mecanismos de controle e espionagem.
Boca de fumo e terras raras
O PCC e o CV viram organizações terroristas, para Trump, 15 países aderentes ao Escudo das Américas, Flávio Bolsonaro e o irmão Eduardo, este anunciado muitas vezes como futuro ministro das relações exteriores do Brasil, a guerra será contra o “narcoterrorismo”.
Trump, como demonstrou com a invasão da Venezuela, estava interessado no petróleo e usou o pretexto da ditadura Maduro e sua ligação com o narcotráfico.
À luz do direito internacional, as máfias buscam o lucro e as organizações terroristas caracterizaram-se pela violência política, ou seja, o lucro não as move.
Numa imagem e aproveitada a música do saudoso cantor e compositor Arlindo Cruz, o Zé da boca de fumo de maconha de Madureira virou terrorista pois é abastecido pelo CV. Idem, o Mané, João e Pedro de Oswaldo Cruz, Cascadura e Irajá.
Os três da boca de fumo de maconha nem sabem que, com a retirada da maconha da guerra às drogas em razão de legalizações, os EUA faturam US$ 139 milhões líquidos com a venda de maconha, em 2025.
Trump, com o seu secretário de estado Marco Rubio no comando do Escudo das Américas, quer controlar e submeter governos, territórios e populações, ou seja, nações.
Para colocar o Brasil no Escudo das Américas, Trump vai precisar da eleição de Flávio Bolsonaro e de seu conhecido servilismo e entreguismo.
O presidente americano, como se diz no popular, está de olho gordo nas nossas terras raras.
Na verdade, Trump afronta a Carta das Nações Unidas, garantidora da soberania das nações.
Daí seu desprezo pela ONU e sua tentativa, anunciada em discurso desta semana no Palácio de Vidro, sede das Nações Unidas, de extinguir o Tribunal Penal Internacional e os seus “malvados juízes”.
Wálter Maierovitch: Colunista do UOL publicado dia 24/09/2026 às 11h30
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro.
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Finalizando
“O pior antipatriota não é o que discorda do governo, mas o que rouba o futuro do seu próprio povo por ganância”
Autoria desconhecida
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Se Liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 26/09/2026

