Coluna do Fiori

“Gerações unidas pelo mesmo amor e pelo mesmo escudo. Hoje celebramos o orgulho de fazer parte desta trajetória!”
Trata-se de um texto de caráter institucional e celebrativo
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Na condição de ex-árbitro, com muitas saudades, no ontem, festejei o

Lembrete
O Dia do Árbitro Esportivo, celebrado em 11 de setembro, foi oficializado na cidade de São Paulo por meio da Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, que consolida o calendário oficial de eventos e datas comemorativas do município.
Autoria do Projeto
O projeto original (PL nº 102/07) que deu origem à consolidação da lei foi de autoria coletiva de todos os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo na época.
Abrangência
Embora seja uma lei municipal de São Paulo, a data acabou se tornando a referência simbólica oficial para os árbitros em todo o Brasil.
Aos árbitros de Futebol ensejo que não esqueçam do

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26ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 05/09
São Paulo 2 x 0 Atlético-MG
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
VAR
Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Item Técnico
Acertou o VAR semiautomático ao apontar a posição de impedimento do são-paulino Lucas Ramón, que, através de um arremesso lateral, ocorrido pelo lado direito do ataque, na metade do campo vigiada pelo assistente 1: Thiaggo Americano Labes (SC), efetuou o lançamento da bola para o consorte Luciano e, tê-la recebido de volta na posição de impedimento, cruzou para dentro da área, findando com o cabeceio na bola do companheiro Gustavo Santana para o fundo da rede.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor do Tricolor do Morumbi – 01 para defensor da equipe do Galo Mineiro
Fluminense 1 x 0 Vasco
Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda (ES)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
Não aconteceu a penalidade máxima reclamada pelo atacante Hulk, quando do leve toque de mão efetuado pelo franzino vascaíno Adson na tentativa de impedi-lo de chutar a redonda pro fundo da rede.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 04 para componentes do Tricolor das Laranjeiras – 04 para Cruzmaltinos
Vermelho Direto: para Igor Cotrim Menezes, massagista do Tricolor das Laranjeiras, por ameaçar integrantes do banco de reservas oponente
Domingo 06/09 – Coritiba 1 x 2 Mirassol
Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento (MG)
VAR
Michel Patrick Costa Guimaraes (MG)
Item Técnico
01 – Por volta do vigésimo oitavo minuto do segundo tempo, com o placar apontando 1×1, o VAR semiautomático acusou a posição de impedimento de Maicon, camisa 3, integrante da equipe coxa-branca, por estar milimetricamente à frente do oponente Denílson, camisa 27, na sequência de um cabeceio de seu parceiro Felipe Jonatan, camisa 6, que terminou no fundo da rede.
02 – No segundo minuto de acréscimo do segundo tempo, com o placar apontando 1 a 2, o time mandante cruzou a bola na área do visitante. Na disputa pelo alto, dois companheiros de equipe se chocaram, e a defesa afastou o perigo de cabeça.
Bem posicionado
O árbitro chegou a deixar o lance seguir, mas, surpreendentemente, voltou atrás e marcou o pênalti. O VAR entrou em ação imediatamente e chamou o juiz ao monitor. Após revisar o lance na cabine, ele percebeu o desacerto e anulou a penalidade que jamais deveria ter sido marcada.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores da equipe Alviverde Paranaense – 04 para integrantes do Leão da Alta Araraquarense
Vitória 1 x 0 Grêmio
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
VAR
Ilbert Estevam da Silva (SP)
Item Técnico
01 – Ao sexto minuto do segundo tempo, impecável, a sinalização do assistente 2: Andrey Luiz de Freitas (PR), alusiva a claríssima posição de impedimento do atacante Carlos Vinícius, camisa 95, integrante da equipe gremista, findado com a bola no fundo da rede.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para membros do Leão da Barra – 05 para Tricolores dos Pampas
Copa Libertadores – Quartas de Final – Partida de Ida – Quarta-Feira 09/09
Estudiantes 1 x 1 Corinthians
Árbitro: Esteban Ostojich (FIFA-URU)
VAR
Antônio Garcia Noni (FIFA-URU)
Item Técnico
Desempenho normal do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para defensores da camisa Vermelha e Branca – 04 para integrantes da camisa Alvinegra
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POLÍTICA
Artigo: Eleição não se vence no voto
A esquerda aposta exclusivamente no voto, como se isso fosse um pressuposto de legitimação social
A menos de um mês das eleições, o cenário é de extrema polarização. De um lado, o presidente Lula, em busca da reeleição, com um governo frágil e inoperante diante dos problemas que queria administrar. De outro, o senador Flávio Bolsonaro, que já admitiu ter recebido pelo menos 12 milhões de dólares de Vorcaro para patrocinar um filme – e que conta com o apoio explícito do imperialismo estadunidense, como revelou a carta de Marco Rubio, agradecendo ao candidato por sua “generosa oferta de colocar uma equipe de transição à disposição” do governo Trump.
Como observou Paulo Nogueira Batista Jr., a eleição de 2026 “representa um risco existencial para o Brasil, particularmente por sua dimensão internacional”. A transformação da Venezuela em protetorado dos Estados Unidos, após o sequestro de seu presidente, escancarou que o imperialismo estadunidense entrou em “nova fase, de muita agressividade”; assim, “Eleger um candidato entreguista é um risco enorme”.
O problema é que a reedição da “frente democrática” de 2022 como estratégia para 2026 enfrenta dificuldades substantivas. Como argumenta Carlos Pereira, “o contexto que viabilizou aquela aliança não existe mais”. A coalizão de 2022 foi “uma resposta excepcional a uma percepção de risco excepcional”, e não um novo arranjo programático. Isso tem consequências visíveis, a começar pelo modo “defensivo” de governar o trem descarrilhado que é a Constituição de 1988.
O governo Lula 3, na avaliação de muitos, frustrou aqueles setores que, “sem serem de esquerda, decidiram apoiá-lo em 2022”. A aposta na via institucional como caminho para a transformação social converteu a esquerda em gestora do capital, administradora da crise – reconhecendo, nas palavras de Chasin, “a reconversão administrada da crise em meio de existência” (Chasin, 2000). Tanto é que, no fatídico “08 de janeiro” de 2023, o golpismo deu as caras em sua tentativa frustrada. Isso mostra, sem dúvidas, que o poder bolsonarista, como gangues políticas situadas em diversos setores da sociedade, não diminuiu sua influência da arena pública; ela está cada vez mais enraizada e forte, como se vê agora na figura acéfala de Flávio Bolsonaro.
Como consequência direta, a dificuldade em realizar uma produção política radical, isto é, enterrar os mortos e perder as ilusões do passado permite que a extrema-direita ocupe o espaço vazio com força e organicidade social. O fascismo dos anos 1930 foi uma resposta ao avanço revolucionário do socialismo. Hoje, porém, a situação é muito diferente: não há o triunfo da esquerda, mas sua derrota. O caminho é, sem dúvidas, ainda mais doloroso.
O avanço da extrema-direita não é resposta a vitórias, mas ataque direto ao que resta de civilizatório na moribunda democracia; diante de uma classe trabalhadora desorganizada e atomizada, refém da tragédia cotidiana que está vigente no Brasil de 2026. O pragmatismo que corresponde a crise institucional, o golpismo continuado, a ofensiva imperialista e a atomização da classe trabalhadora são sintomas de uma época em que a esquerda vaga como cadáver insepulto.
A esquerda aposta exclusivamente no voto, como se isso fosse um pressuposto de legitimação social; pois, ao acreditar que a vitória nas urnas resolverá a crise institucional, estará fadada à derrota – mesmo que vença. Porque o poder real não se decide na urna, mas na disputa cotidiana pelas instituições, pela narrativa e pela capacidade de impor um programa objetivo. Isso apenas é possível quando os trabalhadores tomam para si a força conjunta como classe.
O dilema que está colocado realmente é ainda maior: recuperar esses territórios políticos exige inteligência e uma ampla organização antirreacionária. É claro, assim, que a crise democrática e o golpismo institucional não se restringem ao jogo de poder entre os poderes constituídos; eles são amplificados e ganham uma nova dimensão com o controle exercido pelas big techs sobre a infraestrutura informacional. As eleições de 2026 serão as mais digitalmente vulneráveis, pois a ameaça central não é mais apenas o discurso político, mas o controle algorítmico que define o que os eleitores veem ou deixam de ver.
Nesse contexto, a “luta pelo voto” se trava em um campo minado por algoritmos de amplificação de desinformação e pela atuação coordenada de Washington e das plataformas para enfraquecer a soberania digital brasileira, como demonstrado pela pressão contra o PL 4.675/2025, que travou a regulação do CADE sobre os mercados digitais. As big techs não são meras intermediárias neutras, mas agentes políticos globais que, sob a influência do governo Trump, adotaram posturas mais agressivas, priorizando interesses econômicos e alinhando-se a agendas de extrema-direita para desestabilizar governos minimamente estáveis.
A resistência das plataformas, como a redução de medidas contra a desinformação e o lobby intenso no Congresso, revela uma estratégia clara de obstrução à regulamentação. Apenas em 2024, as big techs gastaram US$ 61 milhões em lobby nos EUA. O resultado é um cenário em que o voto, embora crucial, torna-se refém de um ecossistema informacional controlado por empresas que lucram com o engajamento, independentemente do dano democrático. Perder as ilusões sobre essa disputa, reconhecendo que a eleição não se vence apenas no voto, exige compreender que a batalha se dá também pela capacidade de resistir à colonização digital da política e construir alternativas de comunicação soberanas
O Brasil de 2026 está diante de uma encruzilhada, mais que 2022, eu diria; a “crise” no STF é uma briga diante da administração das oligarquias entreguistas do país. A eleição não será decidida no voto, mas na capacidade de resistir ao golpismo, rearticular as instituições, com intuito de combater o real crime organizado – a direita e o bolsonarismo – e construir, no limite do possível, uma alternativa real ao capitalismo em crise. Essa é a verdade que a esquerda precisa encarar: a pseudociência do Direito é, na verdade, o jogo de coordenação do poder que é da ordem do capitalismo.
Wesley Sousa. Doutorando em Filosofia pela UFMG. Publicado no jornal GGN no dia 11/09/26 às 11:21
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro. Assistente
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Finalizando
“A oligarquia trabalha constantemente através da política e da imprensa para reduzir a autoestima dos povos para fazer deles o que quiser. Não permita que a oligarquia conquiste o objetivo”
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski: Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário da Cidade (2004).
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Se Liga São Paulo
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SP 12/09/2026

