Coluna do Fiori

“A postura servil alimenta o ego do tirano e destrói a dignidade de quem a pratica”
Conceito filosófico de: Étienne de La Boétie – um importante filósofo, escritor e magistrado francês do século XVI
Mamífero Roedor por mim apelidado

A diretoria, o conselho e os associados do SAFESP continuam tolerando a permanência de José de Assis Aragão na presidência da entidade, apesar de sua condenação transitada em julgado e definitiva pela justiça de São Paulo, decorrente de desvios de verbas na época em que administrou o Estádio do Pacaembu.
Declarações internas indicam que membros do sindicato justificam a inércia apontando para a nova eleição no final de 2027.
Essa omissão demonstra conivência generalizada, uma vez que a gestão ignora o impedimento previsto no Regimento Eleitoral, que proíbe expressamente condenados de exercerem cargos diretivos
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24ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 22/08
Fluminense 2 x 1 Remo
Árbitro: Joao Vitor Gobi (SP)
VAR
Emerson de Almeida Ferreira (AB /MG)
Item Técnico
Por volta do vigésimo quinto minuto da primeira etapa, ocorreu o acerto do assistente 02: Evandro de Melo Lima (SP) sinalizando a posição de impedimento do atacante Canobbio no momento que recebeu a pelota e tocou para o companheiro Soteldo chutar para o fundo da rede da equipe do estado do Pará.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para integrante do Tricolor das laranjeiras – 01 para componente do Leão Azul
No Conjunto
Árbitro e assistentes exerceram bem suas funções
Internacional 0 x 0 Atlético-MG
Árbitro: Lucas Casagrande (PR)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA-SP)
Item Técnico
Quando exigido, o bom e discreto árbitro Lucas Casagrande aplicou a regra corretamente. Um exemplo disso foi o recuo de bola para o goleiro atleticano, feito por um de seus companheiros, aos trinta minutos da etapa inicial.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para componentes do Clube do Povo – 03 para integrantes do Galo
Domingo 23/08 – Palmeiras 4 x 1 Vasco
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)
Item Técnico
1º – Acertou o árbitro ao assinalar a marca da cal no instante em que a bola bateu no braço esquerdo, aberto no sentido horizontal, do vascaíno Cuesta, camisa número 46.
Penalidade
Batida por Vitor Roque, convertida no segundo gol da equipe alviverde
2º – Ataque palmeirense aos 24 minutos do segundo tempo. A bola foi lançada para Flaco López que, em posição de impedimento, cruzou para o companheiro mandar para o fundo da rede. De imediato, de forma correta, o assistente número 1, Thiago Americano Labes (SC), apontou a irregularidade, que foi confirmada pelo árbitro.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Alviverde – 03 para integrantes do Gigante da Colina
Coritiba 2 x 1 Corinthians
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Daniel Nobre Bins (FIFA-RS)
Item Técnico
Desempenho oportuno do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para Coxas Branca, incluso técnico Fernando Seabra – 02 para Alvinegros
Vermelho Direto: para Vinicius Rovariz Teixeira de Araújo, assistente técnico do Coritiba
Copa do Brasil 2026 – Terça Feira 25/08
Cruzeiro 1 x 1 Atlético-MG
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
VAR
Wagner Reway (FIFA-SC)
Item Técnico
Com placar apontando de 1×0, aos 22 minutos da segunda etapa, o assistente número 2, Bruno Boschilia (FIFA-PR), assinalou corretamente a posição de impedimento do atleticano Cuello no momento em que ele dominou a bola, correu com ela e a mandou para o fundo da rede
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para defensor da camisa Azul Celeste – 02 para portadores da camisa Alvinegra
Quarta-Feira 26/08 – Palmeiras 3 x 0 Santos
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)
VAR
Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)
Item Técnico
Pouco exigido, em um jogo baba de quiabo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Alviverdes – 02 para Alvinegros Praiano
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Política
A imprensa quer eleger Flávio Bolsonaro
O país ainda paga preço da eleição de Jair Bolsonaro. O mercado financeiro foi tomado pelo crime organizado, lavagem de dinheiro e sonegação.
Vamos ser claros.
Há dois projetos de país em curso: um democrático e outro capaz de destruir qualquer veleidade de construção de uma Nação minimamente civilizada.
Uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro criaria o seguinte cenário:
Subordinação total aos Estados Unidos, na condição de colônia.
Significaria abrir mão de qualquer propósito de industrialização, de avanço tecnológico e de políticas de inclusão. A lógica colonial é a extração de riquezas e de matérias-primas (terras raras, alimentos sem processamento, minérios) para processamento nos Estados Unidos.
Significa fechar definitivamente o mercado de trabalho para os filhos da classe média, com a extinção de postos na engenharia, na indústria e no comércio e destruir as políticas de inclusão dos filhos das classes pobres. Diplomas e cursos universitários não garantirão mais empregos de qualidade.
Campo aberto para o crime organizado
O país paga até hoje o preço da eleição de Jair Bolsonaro. O mercado financeiro foi tomado pelo crime organizado, pela lavagem de dinheiro e pela sonegação. Não se trata de previsão, mas de fatos concretos. Organizações barras-pesadas assumiram o controle do Congresso. E a falta de limites chegou até o Ministro indicado por Bolsonaro para a Suprema Corte.
A família Bolsonaro está intimamente ligada ao crime organizado, seja à milícia do Rio das Pedras, seja às organizações criminosas que ganharam musculatura nos últimos anos. O caso Cláudio Castro é explícito.
O papel da mídia
O segundo ponto a se analisar é o papel da mídia. Nenhum jornalista, repórter, editor, diretor ou dono de grupo de comunicação tem a menor dúvida de que a equiparação do caso Fábio Luís ao de Flávio Bolsonaro é um embuste ciclópico. Pior: se ajudar na eleição de Flávio, se perpetuará através dos tempos, não poupando diretores de redação, colunistas e editores que se lambuzaram com essa tese.
A hecatombe, de ume eventual eleição de Flávio, será atribuída não apenas aos que sujarem as canetas e teclados com essa manobra, mas àqueles que, antes disso, ajudaram a alimentar o ovo da serpente, da Operação Lava Jato.
Pessoal, não é pouca coisa. Se vocês forem bem-sucedidos nessa manobra de colocar uma organização criminosa no comando do país, responderão não apenas perante a opinião pública, mas perante seus filhos e familiares, que pagarão a conta.
Alguns se safarão indo estudar ou buscar empregos melhor qualificados no exterior. Mas a grande maioria pagará a conta dessa enorme irresponsabilidade de burlar a opinião pública em favor de um miliciano.
Há muitos defeitos a se apontar em Lula, embora grande parte de sua inação se deva à falta de condições políticas, num modelo destroçado pela Lava Jato e pelas redes sociais. Mas ele representa o campo democrático — assim como Fernando Henrique representava, bem como Mário Covas, Franco Montoro, Ulysses Guimarães e Tancredo Neves.
Apoiando Flávio Bolsonaro com essa manobra, vocês estarão jogando no lixo quarenta e cinco anos de luta democrática e de tentativa hercúlea de erguer um país dos escombros de uma sociedade civil destroçada pela ditadura e por séculos de uma República mal formada.
Estamos prestes a ingressar na mais decisiva luta política da história, aquela que marcará o destino do país, como nação autônoma ou como uma possessão dos Estados Unidos, um Porto Rico com mais riquezas minerais.
O mundo atravessa uma mudança estrutural e colocou o Brasil em uma encruzilhada definitiva: a democracia ou a barbárie.
Às vezes minhas filhas indagam quando pretendo parar. Dá um cansaço, um desânimo. Mundo e Brasil enfrentam um momento de ruptura. As novas tecnologias, a desconstrução das sociedades por uma financeirização feroz e, agora, pela extração de riqueza pelas plataformas, trazem uma enorme incógnita pela frente.
Algumas vezes penso que é hora de parar, de largar a luta, preparar o livro de memórias, aproveitar os anos que me restam.
Aí, me lembro da música de Celso Viáfora, e, a exemplo de Charles Laughton em “Testemunha de acusação”, ligo o computador e volto à luta.
“Pois quando tava me arrumando
Pra ir
Bati com os olhos no luar
E a lua foi bater no mar
E eu fui que fui ficando…:”
(Luis Nassif: Renomado jornalista, analista econômico e escritor brasileiro responsável pela edição do Jornal GGN publicado no dia 27/08/2026)
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”
Joseph Pulitzer: foi um proeminente editor e jornalista húngaro-americano
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 29/08/2026

